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Destinando o pouco que ganhava como garçom para pagar faculdade, aluguel e comida, jovem de 22 anos enfrentou faltas e aulas exausto, bancou os próprios estudos e se formou já empregado como professor

Destinando o pouco que ganhava como garçom para pagar faculdade, aluguel e comida, jovem de 22 anos enfrentou faltas e aulas exausto, bancou os próprios estudos e se formou já empregado como professor

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Destinando o pouco que ganhava como garçom para pagar faculdade, aluguel e comida, jovem de 22 anos enfrentou faltas e aulas exausto, bancou os próprios estudos e se formou já empregado como professor

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 08/08/2026 às 21:09

Atualizado em 08/08/2026 às 21:10

Curiosidades

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Imagem: Reproduçâo

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Jovem de Marsabit conciliou trabalho e estudos na Kenya Methodist University, bancou mensalidades, aluguel e alimentação com salário de garçom e recebeu confirmação de vaga como professor antes mesmo de concluir a graduação aos 22

Depois de assumir sozinho os custos da universidade e trabalhar como garçom para pagar mensalidades, aluguel e alimentação, Munyak Safari concluiu aos 22 anos o curso de Educação na Kenya Methodist University. O jovem do condado de Marsabit terminou a graduação já trabalhando, após conseguir uma colocação por meio da Teachers Service Commission.

Imagem: Reproduçâo

Munyak Safari precisou trabalhar para pagar mensalidades

A trajetória universitária de Munyak começou depois que seus pais financiaram seus estudos até o ensino médio.

No exame nacional Kenya Certificate of Secondary Education, conhecido pela sigla KCSE, ele conseguiu nota B-.

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A partir da universidade, porém, os custos passaram a ser responsabilidade do próprio estudante. Segundo Munyak, dificuldades financeiras fizeram com que ele buscasse trabalhos temporários para pagar os estudos e despesas básicas.

O emprego como garçom tornou-se sua principal fonte de renda durante esse período. O dinheiro recebido era direcionado para as taxas da universidade, aluguel, alimentação e outras obrigações necessárias para continuar estudando.

“Eu financiava minha educação universitária sozinho”, relatou ao TUKO.co.ke. Segundo ele, conciliar estudo e trabalho era necessário para garantir sua própria sobrevivência.

Trabalho fez jovem perder aulas e estudar cansado

A rotina também afetou diretamente sua participação acadêmica. Munyak contou que algumas vezes precisou faltar às aulas por causa do trabalho.

Em outras ocasiões, conseguiu comparecer às atividades da universidade, mas chegava cansado depois de cumprir suas obrigações profissionais. Mesmo assim, continuou trabalhando enquanto avançava no curso de Educação.

O jovem afirmou que precisava administrar sozinho três frentes durante esse período: emprego, estudos e despesas pessoais. Apesar das dificuldades relatadas, permaneceu na universidade até concluir a graduação.

Professor conseguiu emprego antes mesmo da formatura

Antes de receber oficialmente seu diploma, Munyak Safari também havia iniciado a busca por uma vaga como professor na Teachers Service Commission, órgão responsável pela contratação de docentes no Quênia.

Segundo seu relato, ele apresentou uma candidatura por meio do parlamentar de sua região. O deputado havia solicitado formulários de recrutamento de professores ao presidente, e as inscrições estavam sendo atendidas por ordem de chegada.

Munyak decidiu participar do processo e posteriormente recebeu a confirmação de que uma escola havia sido destinada a ele.

Quando chegou o momento da formatura, o jovem já havia começado a trabalhar. Ele publicou nas redes sociais uma fotografia da carta de contratação, mostrando a instituição para a qual havia sido encaminhado e a data prevista para apresentação.

Conquista chamou atenção de outros jovens em busca de emprego

A história ganhou repercussão nas redes sociais, onde usuários parabenizaram Munyak pela conclusão da faculdade e pela contratação.

Entre as respostas estavam relatos de outros professores e recém-formados. Uma usuária afirmou que trabalhava em escolas privadas desde 2019, enquanto outra disse ter ingressado recentemente na Teachers Service Commission.

Os comentários destacaram justamente o contraste vivido por Munyak: depois de passar a universidade trabalhando para bancar os próprios estudos, ele terminou o curso já com uma colocação profissional definida.

Esta matéria foi elaborada com base em informações do TUKO.co.ke e nas declarações atribuídas a Munyak Safari, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

Fonte

https://www.tuko.co.ke/pe


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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