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Eduardo Velloso defende mudanças na gestão de obras públicas

Eduardo Velloso defende mudanças na gestão de obras públicas

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

O candidato ao Senado Federal pelo Acre Eduardo Velloso (Solidariedade) foi sabatinado na noite desta segunda-feira (31), na sede do ac24horas, no Via Towers, em Rio Branco. Durante a entrevista, ele foi questionado sobre o programa “1.001 Dignidades”, anunciado pelo ex-prefeito de Rio Branco e atual candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom (PSDB).

Velloso afirmou que não participou diretamente da elaboração ou da discussão do programa e, por isso, evitou fazer uma avaliação detalhada sobre a proposta.“Eu não participei muito das 1.001 Dignidades, então eu não tenho aqui para falar com você.”

Segundo o candidato, apesar das mudanças em relação ao planejamento inicial, projetos habitacionais continuam em andamento.“As casas estão saindo, talvez não da forma que a gente imaginou. Porque tudo na nossa vida, quando a gente se programa, tem um planejamento, às vezes nós temos que mudar a rota. E ele mudou a rota.”

Questionado se considerava suficiente a justificativa para eventuais atrasos ou alterações no programa, Velloso afirmou que não se trata de simplesmente aceitar a situação, mas de reconhecer as dificuldades enfrentadas pela administração pública, especialmente em processos de contratação e licitação.“Não é que eu me contente com essa explicação. É que, no poder público, às vezes, para você contratar, para você fazer, tem a licitação, que é barrada várias vezes. Nós temos que facilitar a forma que ela é feita. Nós temos que mudar o tipo de gestão”, disse.

Durante a sabatina, o candidato também defendeu a adoção de seguros para obras públicas como forma de reduzir prejuízos provocados por problemas na execução ou pela necessidade de reconstrução de estruturas.“Eu sou a favor de que toda obra tenha, como em alguns países, um seguro. Nem que a gente pague 10% a mais, porque a gente paga muito mais de obras sendo refeitas”, comentou.

Velloso citou como exemplo a ponte sobre o Rio Iaco, em Sena Madureira, que apresentou problemas estruturais e desabou.“Se nós tivermos uma seguradora de verdade, que vá contemplar aquilo que não deu certo, tipo a ponte lá de Sena Madureira, se ela tivesse seguro, nós estaríamos garantidos que ia sair outro”, disse.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

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