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Enquanto trabalhava na lavoura, agrônomo encontra filhote de veado sozinho, leva o pequeno na colheitadeira e vive surpresa ao avistar a mãe, que aguardava a poucos metros no campo

Enquanto trabalhava na lavoura, agrônomo encontra filhote de veado sozinho, leva o pequeno na colheitadeira e vive surpresa ao avistar a mãe, que aguardava a poucos metros no campo

3 min de leitura

Enquanto trabalhava na lavoura, agrônomo encontra filhote de veado sozinho, leva o pequeno na colheitadeira e vive surpresa ao avistar a mãe, que aguardava a poucos metros no campo

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 28/08/2026 às 10:18

Atualizado em 28/08/2026 às 10:19

Curiosidades

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Imagem: Reprodução

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Lorenzo Roos encontrou o filhote em uma área agrícola com máquinas em operação, levou o animal para um ponto seguro e, durante o trajeto, avistou a mãe, permitindo o reencontro no campo poucos minutos depois

Um filhote de veado na lavoura foi encontrado sozinho pelo agrônomo gaúcho Lorenzo Roos enquanto ele trabalhava em uma área agrícola. Diante da movimentação de máquinas e da pouca vegetação disponível, Lorenzo recolheu temporariamente o animal e, durante o trajeto, encontrou uma veada que seria sua mãe.

Imagem: Reprodução

Veado na lavoura estava em área de trabalho agrícola

Lorenzo Roos trabalhava no campo quando percebeu o pequeno cervídeo sozinho em meio à lavoura. A localização chamou sua atenção porque o filhote estava em uma área aberta, próxima à movimentação das máquinas utilizadas no trabalho.

Diante da situação, o agrônomo decidiu retirar o animal daquele ponto e transportá-lo para um local considerado mais seguro.

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Durante o trajeto dentro da colheitadeira, o filhote permaneceu no colo de Lorenzo e aceitou os carinhos. O comportamento tranquilo acabou sendo registrado pelo próprio agrônomo.

Encontrar um cervídeo jovem sozinho, porém, não significa necessariamente abandono. Em muitas espécies, as mães deixam os filhotes escondidos durante determinados períodos e retornam posteriormente para amamentá-los.

Naquele caso, a decisão de Lorenzo ocorreu devido ao local onde o animal estava, uma área agrícola em atividade.

Reprodução

Agrônomo avistou uma veada durante o trajeto

O destino do filhote mudou quando Lorenzo percebeu uma veada observando a movimentação a certa distância.

Ele interrompeu o trajeto, desceu da colheitadeira e carregou o pequeno nos braços. Ao notar a presença da veada, o filhote passou a berrar e apresentou forte agitação.

Filhotes de cervídeos podem utilizar vocalizações na comunicação com a mãe, especialmente quando estão separados ou assustados. As mães também permanecem atentas aos chamados dos filhotes.

Diante da reação do animal, Lorenzo colocou o pequeno no chão. Assim que foi solto, o filhote correu diretamente para a veada, que permanecia alguns metros adiante observando a aproximação.

Imagem: Reprodução

Reencontro do veado na lavoura repercutiu nas redes sociais

Lorenzo registrou parte do episódio e publicou o vídeo em seu perfil no Instagram, @lorenzoroos, em 26 de agosto.

Na legenda, contou que havia encontrado a mãe do animal e devolvido o filhote. Em tom de brincadeira, escreveu que gostaria que fosse permitido criar um animal daquele tipo em casa.

A publicação ultrapassou 680 mil visualizações e recebeu centenas de comentários. Internautas destacaram principalmente a atitude de Lorenzo e o momento em que o filhote retornou para a mãe.

Entre as mensagens publicadas estavam elogios como “Que bênção, cara” e “Atitude linda você teve, rapaz”. Outro usuário resumiu a reação ao registro escrevendo: “Que cena espetacular!”.

O episódio terminou com o filhote novamente ao lado da veada, depois de permanecer por alguns minutos sob os cuidados do agrônomo durante o trabalho na lavoura.

Esta matéria foi elaborada com base no relato e no vídeo publicados por Lorenzo Roos em seu perfil no Instagram, @lorenzoroos, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

Fonte

https://www.amomeupet.org


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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