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Europa realizou a primeira transmissão de 5G via satélite do continente, usou o Hispasat 30W-6 para testar sinal onde torres não chegam e abriu caminho para conectar montanhas, ilhas, áreas rurais e regiões atingidas por desastres, enquanto fabricantes começam a preparar equipamentos para redes 5G Advanced e pré-6G nos próximos anos

Europa realizou a primeira transmissão de 5G via satélite do continente, usou o Hispasat 30W-6 para testar sinal onde torres não chegam e abriu caminho para conectar montanhas, ilhas, áreas rurais e regiões atingidas por desastres, enquanto fabricantes começam a preparar equipamentos para redes 5G Advanced e pré-6G nos próximos anos

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Europa realizou a primeira transmissão de 5G via satélite do continente, usou o Hispasat 30W-6 para testar sinal onde torres não chegam e abriu caminho para conectar montanhas, ilhas, áreas rurais e regiões atingidas por desastres, enquanto fabricantes começam a preparar equipamentos para redes 5G Advanced e pré-6G nos próximos anos

Escrito por Carla Teles

Publicado em 01/08/2026 às 22:46

Ciência e Tecnologia

Europa testa 5G via satélite com Hispasat 30W-6 para ampliar conexão em áreas rurais e manter comunicação durante desastres.

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Teste coordenado pelo Centro Tecnológico de Telecomunicações da Catalunha confirmou o funcionamento do 5G via satélite com o Hispasat 30W-6, dentro do projeto Trantor, financiado pela União Europeia, e poderá orientar fabricantes no desenvolvimento de equipamentos capazes de ampliar cobertura em locais isolados, oceanos e cenários de emergência nos anos.

A Europa realizou a primeira transmissão de 5G via satélite do continente utilizando o Hispasat 30W-6. O teste buscou demonstrar que redes móveis podem alcançar áreas onde torres terrestres não chegam ou onde a instalação de antenas seria difícil, cara ou inviável.

As informações foram publicadas pelo portal Só Notícia Boa em 30 de julho de 2026. Segundo a reportagem, o experimento foi realizado naquele mês por um consórcio europeu ligado ao projeto Trantor, iniciativa financiada pela União Europeia para desenvolver futuras redes de comunicação por satélite.

Teste utilizou o satélite Hispasat 30W-6

A transmissão foi feita por meio do Hispasat 30W-6, satélite empregado para testar a integração entre a infraestrutura espacial e o padrão de comunicação móvel 5G.

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O resultado confirmou, segundo os pesquisadores citados pela fonte, que a tecnologia funciona nas condições avaliadas pelo projeto. O teste representa uma etapa de desenvolvimento, e não o lançamento imediato de um serviço comercial disponível ao público.

A reportagem não detalha a velocidade alcançada, a latência registrada, a quantidade de dispositivos conectados ou a duração da transmissão.

Também não informa em qual ponto geográfico o sinal foi recebido nem quais equipamentos específicos participaram da demonstração.

Projeto Trantor reuniu parceiros europeus

O experimento faz parte do projeto Trantor, coordenado pelo Centro Tecnológico de Telecomunicações da Catalunha. A iniciativa reuniu organizações e pesquisadores de Espanha, Alemanha, Itália, Luxemburgo e outros países europeus.

O objetivo é desenvolver soluções que permitam integrar redes móveis e satélites de maneira mais ampla. Essa aproximação poderá ajudar a criar sistemas capazes de manter comunicação fora das áreas atendidas pelas redes terrestres convencionais.

A fonte não apresenta a lista completa de parceiros nem o orçamento total destinado ao projeto.

Também não informa quando todas as etapas serão encerradas ou quais empresas poderão transformar os resultados em produtos comerciais.

5G via satélite alcançaria áreas sem torres

Atualmente, celulares dependem principalmente de antenas e torres instaladas em cidades, estradas e outras áreas cobertas pelas operadoras. Quando essa infraestrutura não existe, o acesso à internet e às ligações pode ser limitado ou inexistente.

O 5G via satélite busca reduzir essa dependência ao permitir que parte da comunicação seja realizada por equipamentos posicionados no espaço. A proposta é ampliar a cobertura sem exigir a instalação imediata de torres em todos os pontos do território.

Essa integração poderá ser especialmente relevante em comunidades isoladas, áreas rurais, ilhas, montanhas e regiões marítimas.

A fonte, porém, não esclarece se os celulares atuais poderão se conectar diretamente ao sistema ou se serão necessários terminais, antenas ou aparelhos específicos.

Montanhas e ilhas estão entre os possíveis destinos

Regiões montanhosas costumam dificultar a expansão de redes terrestres porque o relevo interfere na cobertura e aumenta os custos de instalação e manutenção.

Ilhas e comunidades afastadas também podem depender de estruturas complexas para receber conexão estável. Uma rede de 5G via satélite poderia complementar os sistemas existentes e levar sinal a lugares onde a infraestrutura convencional permanece insuficiente.

A tecnologia também poderá atingir oceanos e outras zonas distantes de centros urbanos, conforme a expectativa apresentada na reportagem.

Não foram informados países, municípios ou comunidades escolhidos para futuros testes práticos de cobertura.

Comunicação poderá ajudar durante desastres

Enchentes, terremotos e incêndios podem danificar torres, interromper o fornecimento de energia e deixar redes terrestres indisponíveis justamente quando a comunicação se torna mais necessária.

A conexão por satélite poderá funcionar como alternativa ou reforço em situações de emergência, ajudando equipes de resgate, autoridades e moradores de áreas atingidas.

A fonte apresenta essa aplicação como uma possibilidade futura da tecnologia, e não como um serviço já utilizado de forma regular em desastres.

Também não foram divulgados protocolos de emergência, testes com equipes de salvamento ou garantias de funcionamento em todos os tipos de ocorrência.

Fabricantes poderão desenvolver novos equipamentos

A confirmação técnica do teste permite que fabricantes comecem a preparar estações, dispositivos e outros equipamentos compatíveis com o novo padrão.

Essa etapa será necessária porque a integração entre redes móveis e satélites exige soluções capazes de reconhecer, transmitir e receber sinais em condições diferentes das redes exclusivamente terrestres.

O avanço do 5G via satélite depende agora não apenas de pesquisas, mas também do desenvolvimento industrial e da criação de padrões compartilhados.

A reportagem não cita fabricantes específicos nem informa quando os primeiros equipamentos compatíveis poderão chegar ao mercado.

Tecnologia ainda não está disponível ao consumidor

Embora a transmissão tenha sido concluída, o sistema ainda deverá passar por desenvolvimento, testes adicionais e adaptação de equipamentos antes de alcançar usuários em larga escala.

A fonte afirma que a chegada ao consumidor ainda levará algum tempo, mas não apresenta uma previsão de lançamento comercial.

Por isso, o teste deve ser entendido como uma demonstração de viabilidade, e não como a ativação imediata de uma nova rede pública em toda a Europa.

Também não há informações sobre preços, planos de conexão, operadoras participantes ou custos para os usuários finais.

Projeto prepara redes 5G Advanced e pré-6G

O Trantor integra os preparativos para gerações futuras das telecomunicações, conhecidas como 5G Advanced e pré-6G. Esses padrões deverão ampliar recursos das redes atuais e incorporar novas formas de cobertura.

A participação dos satélites pode transformar a maneira como as redes móveis são planejadas, criando sistemas híbridos que combinem torres terrestres e infraestrutura espacial.

A primeira transmissão europeia indica que essa integração começou a sair da fase conceitual e avançar para demonstrações técnicas.

A fonte não informa quais funcionalidades serão exclusivas do 5G Advanced ou do pré-6G nem quando esses padrões estarão plenamente estabelecidos.

Inclusão digital depende de aplicação prática

O potencial de alcançar lugares isolados pode contribuir para ampliar o acesso à internet, especialmente em regiões onde construir redes tradicionais não é economicamente atraente.

No entanto, a inclusão digital dependerá de fatores como preço dos equipamentos, disponibilidade do serviço, capacidade de transmissão e participação de governos e operadoras.

O 5G via satélite pode ampliar a cobertura, mas o teste isolado ainda não garante acesso universal ou conexão gratuita.

Essas condições não foram detalhadas pela reportagem e deverão ser definidas durante as próximas etapas de desenvolvimento.

Primeira transmissão abre uma nova etapa

O uso do Hispasat 30W-6 mostrou que redes móveis e satélites podem operar de maneira integrada dentro do modelo testado pelo consórcio europeu.

A experiência abre caminho para equipamentos compatíveis, novos testes e possíveis serviços voltados a áreas rurais, montanhas, ilhas, oceanos e regiões atingidas por desastres.

Na sua opinião, o 5G via satélite deveria ser priorizado primeiro em comunidades isoladas ou em sistemas de comunicação para emergências? Conte nos comentários onde essa tecnologia poderia fazer maior diferença.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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