RS
5 min de leitura
Fazenda de Ignácio Luz no Rio Grande do Sul sai de uma criação iniciada quando ele tinha 14 anos, ganha escala até chegar a cerca de 150 pôneis, leva os animais a exposições e torneios por todo o Brasil e transforma o rebanho da propriedade em negócio com empresa própria, sócio e equipe de funcionários
Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 24/08/2026 às 19:19
Atualizado em 24/08/2026 às 19:26
Curiosidades
Canal
Seja o primeiro a reagir!
Prefira o CPG no Google
Trajetória de Ignácio Luz longe das câmeras revela uma relação antiga com o campo, iniciada ainda na adolescência e transformada em atividade empresarial, enquanto a vida na fazenda de Viamão mostra como a criação ganhou escala, equipe própria e presença em eventos realizados pelo país.
Mantida na fazenda da família em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a criação de pôneis de Ignácio Luz cresceu ao longo dos anos e passou a operar com estrutura empresarial, cerca de 150 animais, sócio e funcionários responsáveis pela rotina da propriedade.
Em agosto de 2026, a GZH registrou que o ator seguia ligado à fazenda no município gaúcho e administrava uma empresa relacionada ao plantel, reforçando a continuidade de uma atividade iniciada muito antes de sua projeção nacional na televisão brasileira.
Conhecido pelo papel de Nando Galego em Terra e Paixão, Ignácio desenvolveu paralelamente uma trajetória no campo, conciliando a carreira de ator e cantor com a administração dos animais e com compromissos ligados à criação no Rio Grande do Sul.
ARTIGO CONTINUA ABAIXO
Veja também
Criação de pôneis começou aos 14 anos
O contato com pequenos negócios envolvendo animais começou ainda na infância, quando, aos 8 anos, ele criava peixes beta em casa, fazia cruzamentos e vendia exemplares, experiência que antecedeu em vários anos a compra do primeiro pônei e a expansão posterior do rebanho.
Já aos 14 anos, depois de receber de um amigo a sugestão de adquirir um pônei, Ignácio comprou o primeiro animal e passou a se dedicar à atividade, que cresceu gradualmente até alcançar uma escala muito superior à iniciativa mantida no começo.
Segundo relato feito ao gshow, a recomendação despertou sua curiosidade, levou à compra do primeiro exemplar e abriu caminho para uma criação que, com o passar dos anos, chegaria à faixa de aproximadamente 150 pôneis mantidos na propriedade da família.
À medida que o plantel aumentou, a rotina deixou de depender apenas da presença direta de Ignácio, sobretudo porque os compromissos artísticos passaram a exigir períodos prolongados fora do Rio Grande do Sul durante gravações, apresentações musicais e outras atividades profissionais.
Empresa na fazenda reúne sócio e funcionários
Com a expansão da criação, uma equipe de funcionários passou a assumir os cuidados necessários na fazenda, enquanto a administração também ganhou a participação de Leonardo Cardoso, gaúcho ligado a Gramado e identificado por Ignácio como seu sócio no negócio.
Assista o vídeo
Durante Terra e Paixão, esse apoio se tornou ainda mais importante porque a agenda de gravações reduziu o tempo disponível para acompanhar pessoalmente a propriedade, sem interromper a rotina dos animais nem a organização necessária para manter a atividade em funcionamento.
Assim, a divisão de responsabilidades permitiu que a criação continuasse ativa nos períodos de maior dedicação à televisão, mantendo uma estrutura permanente na fazenda enquanto Ignácio permanecia ligado às decisões, à administração e aos compromissos relacionados ao empreendimento rural.
Com essa organização, uma iniciativa iniciada com um único animal ganhou outra dimensão, reunindo um plantel numeroso, empresa, funcionários e sócio, mas mantendo como centro da operação a mesma propriedade familiar onde a criação começou e se desenvolveu.
Exposições e torneios ampliam presença pelo Brasil
Além da rotina na fazenda, o crescimento do plantel levou Ignácio a viajar com os animais para participar de exposições e disputar torneios em diferentes regiões brasileiras, ampliando a presença da criação de Viamão em eventos ligados ao setor agropecuário.
Nos períodos em que as gravações de Terra e Paixão exigiram maior dedicação, ele relatou ter comparecido a menos exposições, embora a criação permanecesse ativa graças ao trabalho da equipe na propriedade e ao suporte oferecido pelo sócio nas tarefas cotidianas.
Assista o vídeo
Com isso, a participação em exposições e competições passou a integrar a rotina construída em torno dos pôneis, conectando a fazenda gaúcha a eventos realizados em outros estados sem alterar o centro da operação, que permaneceu instalado em Viamão.
Negócio rural antecede carreira na televisão
Antes de ganhar projeção nacional como ator, Ignácio já mantinha a criação havia anos, pois a compra do primeiro pônei ocorreu aos 14 anos e deu origem a uma atividade que amadureceu gradualmente antes de sua estreia em novelas.
Ao longo desse percurso, o negócio rural ganhou equipe, administração compartilhada e maior escala, enquanto a carreira artística avançava em outra direção e acabava tornando mais conhecida do público uma faceta que já fazia parte da vida de Ignácio desde a adolescência.
Em uma das histórias que aproximaram esses dois universos, o ator presenteou Simone Mendes com um pônei de sua criação durante Terra e Paixão e explicou ao gshow que esses animais ocupavam um lugar importante em sua trajetória pessoal.
Já a informação publicada pela GZH em agosto de 2026 manteve o rebanho na faixa de cerca de 150 pôneis, indicando que a atividade iniciada na adolescência continuava associada à fazenda de Viamão mesmo após a expansão da carreira artística de Ignácio.
Você imaginava que uma criação iniciada com apenas um pônei aos 14 anos poderia crescer até reunir cerca de 150 animais, empresa, sócio, funcionários e participação em exposições e torneios realizados em diferentes regiões do Brasil?
Fonte
https://gauchazh.clicrbs.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

