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Fazendeiro de 67 anos perfura poço com mais de 50 metros para levar água à propriedade, mas fiscalização descobre falta de licença, interrompe a obra e aplica multa de R$ 10 mil em Mato Grosso do Sul

Fazendeiro de 67 anos perfura poço com mais de 50 metros para levar água à propriedade, mas fiscalização descobre falta de licença, interrompe a obra e aplica multa de R$ 10 mil em Mato Grosso do Sul

Fazendeiro de 67 anos perfura poço com mais de 50 metros para levar água à propriedade, mas fiscalização descobre falta de licença, interrompe a obra e aplica multa de R$ 10 mil em Mato Grosso do Sul

Escrito por Caio Aviz

Publicado em 14/08/2026 às 17:18

Atualizado em 14/08/2026 às 17:41

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Imagem ilustrativa mostra agentes ambientais fiscalizando uma estrutura de perfuração em área rural após a abertura de um poço sem licença.

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A perfuração avançava em uma fazenda próxima à BR-267 quando a Polícia Militar Ambiental encontrou o poço com mais de 50 metros sem licença. O proprietário recebeu multa de R$ 10 mil, a obra acabou paralisada e o fazendeiro ainda poderia responder criminalmente

Um fazendeiro de 67 anos decidiu perfurar um poço com mais de 50 metros de profundidade para obter água em sua propriedade rural. A obra, no entanto, acabou interrompida antes que a estrutura pudesse ser utilizada.

Durante uma fiscalização realizada em 28 de novembro de 2019, a Polícia Militar Ambiental descobriu que o proprietário não possuía a licença exigida para executar a intervenção. O caso aconteceu em Nova Alvorada do Sul, no Mato Grosso do Sul.

Diante da irregularidade, os agentes paralisaram a perfuração e aplicaram uma multa de R$ 10 mil. Além da penalidade administrativa, o fazendeiro poderia responder criminalmente pela atividade executada sem autorização ambiental.

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Veja também

Fiscalização encontrou poço com profundidade superior a 50 metros

A propriedade rural fica próxima à BR-267. Durante a vistoria, os policiais localizaram o poço aberto no terreno e constataram que a perfuração já ultrapassava 50 metros.

Equipamento realiza a perfuração de um poço em área rural, processo que exige licença ambiental e acompanhamento técnico. Imagem ilustrativa.

O proprietário, porém, não apresentou a documentação necessária para realizar a obra. Sem a licença ambiental, os agentes determinaram que qualquer atividade no local deveria permanecer suspensa.

A profundidade torna o controle técnico especialmente importante. Isso porque a perfuração atravessa diferentes camadas do solo e pode alcançar reservatórios subterrâneos utilizados para abastecimento.

Quando executada de maneira inadequada, a estrutura pode facilitar a entrada de contaminantes e comprometer a qualidade da água. Por esse motivo, a regularização deve ocorrer antes da perfuração e não somente depois da fiscalização.

Fazendeiro recebeu multa de R$ 10 mil e teve obra paralisada

A Polícia Ambiental responsabilizou diretamente o proprietário pela abertura irregular do poço. A autuação chegou a R$ 10 mil, enquanto a estrutura permaneceu embargada até a apresentação das autorizações exigidas.

Na prática, o fazendeiro não poderia concluir nem utilizar o poço enquanto não regularizasse a situação perante o órgão ambiental competente.

A fonte oficial não informou quanto o proprietário havia investido na perfuração. Também não revelou se uma empresa especializada executava o serviço ou se outra pessoa recebeu penalidade pela obra.

Além da multa, a legislação mencionada pela Polícia Ambiental previa pena de um a seis meses de detenção para a atividade realizada sem licença.

Equipamento de perfuração instalado em propriedade rural representa a estrutura que deve permanecer paralisada até a regularização ambiental. Imagem ilustrativa.

Queima de madeira gerou uma segunda autuação na propriedade

A vistoria ainda revelou outra irregularidade na mesma fazenda. Parte do terreno estava arrendada para um agricultor que cultivava mandioca.

Nesse trecho, os policiais encontraram madeira sendo queimada em leiras sem autorização ambiental. O fogo atingia uma área de 3,1 hectares, levando à aplicação de outra multa.

O arrendatário responsável pela área recebeu uma penalidade de R$ 3 mil. Embora as duas autuações tenham totalizado R$ 13 mil, apenas R$ 10 mil estavam relacionados ao poço perfurado sem licença.

O caso foi divulgado no portal oficial da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

Você acredita que a profundidade de um poço irregular deveria influenciar diretamente o valor da multa ambiental? Deixe nos comentários!

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Caio Aviz

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Caio Aviz.

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