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Gari encontrou uma bolsinha com notas de R$ 100, documentos, cartão de crédito, carregador e óculos durante a coleta no Rio; em vez de seguir o serviço, viu o nome do dono na identidade e bateu de porta em porta em Realengo até devolver tudo pessoalmente

Gari encontrou uma bolsinha com notas de R$ 100, documentos, cartão de crédito, carregador e óculos durante a coleta no Rio; em vez de seguir o serviço, viu o nome do dono na identidade e bateu de porta em porta em Realengo até devolver tudo pessoalmente

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Gari encontrou uma bolsinha com notas de R$ 100, documentos, cartão de crédito, carregador e óculos durante a coleta no Rio; em vez de seguir o serviço, viu o nome do dono na identidade e bateu de porta em porta em Realengo até devolver tudo pessoalmente

Escrito por Carla Teles

Publicado em 27/08/2026 às 11:06

Atualizado em 27/08/2026 às 11:07

Curiosidades

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Gari da Comlurb encontra dinheiro e documentos em Realengo e procura o dono de porta em porta até conseguir devolver todos os pertences. Imagem: Redes Sociais

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Fabiano Cândido da Silva, gari da Comlurb há 16 anos, encontrou durante a coleta em Realengo uma bolsinha com dinheiro, documentos, cartão de crédito, carregador e óculos. A identidade permitiu localizar Felipe, enquanto o caso evidencia como equipes de limpeza urbana podem se deparar com bens pessoais perdidos nas ruas.

Uma rotina de limpeza urbana em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, terminou com uma ocorrência incomum depois que o gari Fabiano Cândido da Silva encontrou uma bolsinha contendo dinheiro, documentos, cartão de crédito e objetos pessoais durante a coleta. Uma identidade encontrada entre os pertences forneceu o nome do proprietário e permitiu iniciar uma busca pela própria vizinhança.

O caso foi divulgado pelo Só Notícia Boa em 25 de agosto de 2026, com base em informações da Comlurb, onde Fabiano trabalha há 16 anos. A ocorrência também chama atenção para uma questão operacional mais ampla: documentos e outros bens pessoais podem ser encontrados por trabalhadores nas ruas, e a tentativa de localização adotada por Fabiano foi uma iniciativa específica daquele caso, não um protocolo interno descrito pela fonte original.

Gari encontrou bolsinha durante operação de coleta em Realengo

Fabiano integrava a equipe identificada como OG33R e realizava uma atividade regular de coleta em Realengo quando encontrou a bolsa. A equipe de limpeza urbana não estava procurando um objeto perdido; os pertences simplesmente apareceram no decorrer do serviço.

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Esse contexto é importante porque desloca o episódio de uma história exclusivamente pessoal para uma situação ligada ao próprio trabalho nas ruas. Garis lidam diariamente com materiais deixados em vias e pontos de coleta, e, naquele caso, o objeto encontrado não era resíduo comum, mas um conjunto de bens identificáveis pertencentes a outra pessoa.

Documentos, cartão e notas de R$ 100 estavam entre os pertences

Ao verificar a bolsinha, Fabiano encontrou notas de R$ 100, documentos pessoais, cartão de crédito, carregador de celular e óculos. A fonte caracteriza a quantia em dinheiro como significativa, mas não informa o valor total.

Por isso, não é possível calcular quanto Felipe havia perdido. O dado seguro é que existiam notas de R$ 100 junto com documentos e objetos pessoais, todos posteriormente devolvidos ao proprietário segundo o relato divulgado pela Comlurb.

Documento de identidade deu a primeira pista para localizar o proprietário

Vídeo: Redes Sociais

Entre os itens havia uma identidade. Ao consultá-la, o gari identificou que o proprietário se chamava Felipe. Até aquele momento, não havia contato direto entre o trabalhador e a pessoa que havia perdido a bolsinha.

O documento transformou um objeto de origem desconhecida em um bem associado a uma pessoa identificável. Foi a partir desse nome que Fabiano decidiu procurar informações na própria área em que trabalhava.

Funcionário decidiu procurar informações entre moradores do bairro

No caso de Fabiano, a estratégia escolhida foi perguntar aos moradores se conheciam a pessoa cujo nome aparecia na identidade. Ele passou de casa em casa tentando localizar alguém que soubesse onde Felipe morava.

A busca funcionou como uma rede informal de informação da própria vizinhança. O gari utilizou apenas os elementos disponíveis no momento, o documento e o conhecimento dos moradores, para tentar chegar ao proprietário.

Moradora reconheceu Felipe e indicou onde ele vivia

A procura avançou quando uma moradora reconheceu quem Fabiano buscava. Segundo o relato, ela informou onde Felipe morava, em uma residência próxima.

A indicação permitiu encerrar a busca sem que os objetos precisassem seguir por outro canal de devolução. Fabiano chegou ao endereço e conseguiu entregar a bolsinha diretamente ao proprietário, mantendo juntos dinheiro, documentos, cartão e demais pertences.

Dinheiro e objetos foram devolvidos diretamente ao proprietário

Depois de localizar Felipe, Fabiano entregou pessoalmente o material encontrado durante a coleta. A fonte afirma que os pertences foram devolvidos e registra o encontro dos dois em uma fotografia posteriormente divulgada.

O ponto operacional é que a identificação direta do proprietário tornou possível resolver o achado ainda dentro da própria região onde a bolsa havia sido localizada. A publicação não relata perda de parte do dinheiro ou de qualquer outro item entre o encontro e a devolução.

Busca de casa em casa foi iniciativa daquele caso, não regra da Comlurb

É importante separar a atitude adotada por Fabiano de um procedimento institucional. A fonte original descreve a busca pelas casas e a posterior divulgação do episódio pela Comlurb, mas não apresenta essa abordagem como protocolo oficial da companhia para objetos encontrados durante a coleta.

Portanto, não é correto concluir que outros funcionários devam necessariamente agir da mesma maneira. O que está documentado é que, naquele caso específico, o gari decidiu consultar moradores e teve sucesso porque uma vizinha reconheceu o proprietário.

Código Civil prevê tentativa de devolução de objetos encontrados

Existe, porém, uma regra geral para coisas perdidas. O artigo 1.233 do Código Civil estabelece que quem encontra um bem alheio perdido deve devolvê-lo ao dono ou legítimo possuidor. Se não souber quem é o proprietário, deve tentar encontrá-lo e, se isso não for possível, entregar o objeto à autoridade competente.

A previsão ajuda a contextualizar o caso sem transformar a busca de porta em porta em procedimento obrigatório. Localizar diretamente o dono é uma possibilidade; quando isso não funciona, a legislação prevê encaminhamento à autoridade competente.

Correios mantêm serviço oficial para documentos encontrados

No caso específico de documentos pessoais, existe ainda um canal institucional disponível no país. Os Correios mantêm o serviço Achados e Perdidos, destinado a documentos entregues em agências ou depositados em caixas de coleta.

Segundo a empresa, os documentos permanecem disponíveis para retirada por 60 dias e, depois desse prazo, são encaminhados aos respectivos órgãos emissores. O serviço funciona para documentos e não deve ser interpretado como um canal genérico para guardar dinheiro, cartões bancários ou qualquer outro objeto perdido.

Cartão e documentos exigem cuidado para não expor dados pessoais

A bolsinha encontrada por Fabiano continha simultaneamente identidade e cartão de crédito. Isso significa que o objeto reunia não apenas bens materiais, mas informações capazes de identificar diretamente o proprietário.

Evitar exposição desnecessária de números, fotografias e dados pessoais é especialmente relevante quando documentos e cartões aparecem em locais públicos. No episódio de Realengo, o documento foi utilizado para identificar Felipe e encontrar seu endereço por meio de moradores, sem que a fonte relate uso dos dados para outra finalidade.

Comlurb divulgou ocorrência envolvendo funcionário com 16 anos de serviço

Depois da devolução, a própria Comlurb divulgou o episódio nas redes sociais. Fabiano já acumulava 16 anos de trabalho na companhia municipal de limpeza urbana quando encontrou os pertences.

A participação institucional dá ao caso uma dimensão ligada ao serviço público. O achado ocorreu durante a operação cotidiana de uma equipe de coleta de Realengo e foi posteriormente comunicado pela empresa responsável pela limpeza urbana da cidade.

Objetos pessoais também podem aparecer durante operações de limpeza urbana

A atividade de coleta é associada principalmente à remoção de resíduos, mas o episódio mostra uma situação diferente: bens pessoais podem acabar no mesmo ambiente de atuação dos trabalhadores, seja porque foram perdidos, deixados na rua ou chegaram inadvertidamente aos pontos percorridos pelas equipes.

Quando isso ocorre, dinheiro, documentos e cartões não devem ser automaticamente tratados como resíduos, especialmente quando existem elementos que permitem reconhecer ou buscar o proprietário. No caso de Fabiano, a identidade forneceu justamente essa possibilidade.

Caso mostra situação incomum que equipes de limpeza podem encontrar durante o serviço

A história começou durante uma coleta regular em Realengo. O gari encontrou dinheiro, documentos, cartão, carregador e óculos, identificou o nome Felipe, consultou moradores, recebeu de uma vizinha a indicação do endereço e conseguiu concluir a devolução diretamente.

O episódio também evidencia que existem caminhos diferentes quando um bem perdido aparece durante o trabalho urbano: tentar localizar o proprietário, recorrer à autoridade competente quando isso não for possível e, no caso específico de documentos, utilizar canais como o Achados e Perdidos dos Correios.

Você sabe qual seria o procedimento mais seguro ao encontrar documentos, cartão ou dinheiro perdido na rua? Na sua opinião, empresas de limpeza urbana deveriam divulgar orientações específicas para funcionários que encontram bens pessoais durante a coleta? Conte nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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