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Gato desaparece durante viagem à Bélgica, fica 3 anos longe de casa, é identificado por microchip e cruza a Europa de avião para reencontrar família em Portugal

Gato desaparece durante viagem à Bélgica, fica 3 anos longe de casa, é identificado por microchip e cruza a Europa de avião para reencontrar família em Portugal

4 min de leitura

Gato desaparece durante viagem à Bélgica, fica 3 anos longe de casa, é identificado por microchip e cruza a Europa de avião para reencontrar família em Portugal

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 10/08/2026 às 21:33

Curiosidades

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Imagem ilustrativa de um gato preto e branco semelhante a Kiko, identificado por microchip antes de retornar da Bélgica para Portugal.

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Kiko desapareceu durante uma viagem, permaneceu três anos na Bélgica e voltou para Braga após um microchip revelar quem era sua família.

Um desaparecimento ocorrido durante uma viagem internacional terminou, três anos depois, com um reencontro entre um gato e sua família em Portugal.

Kiko havia desaparecido enquanto seus tutores estavam na Bélgica. Durante todo esse período, a família permaneceu sem informações concretas sobre seu paradeiro.

A situação mudou quando um pequeno acidente levou o gato a um abrigo próximo de Bruxelas.

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Durante o atendimento, funcionários fizeram a leitura do microchip. O código revelou que aquele animal encontrado na Bélgica estava registrado em nome de responsáveis portugueses.

A partir daí, uma sequência de buscas, contatos e ajuda voluntária começou a aproximar novamente Kiko de sua família em Braga.

Acidente revelou a verdadeira origem do gato

Durante parte dos três anos em que permaneceu longe de casa, Kiko recebeu os cuidados de uma mulher na Bélgica.

A mudança decisiva ocorreu após um pequeno acidente.

Kiko foi encaminhado ao abrigo de animais Pootjesparadijs, em Zemst, município localizado próximo de Bruxelas.

Durante os procedimentos no abrigo, a equipe aproximou um leitor do microchip implantado no animal.

O equipamento identificou um código associado a responsáveis em Portugal.

Segundo Arne Ickx, voluntário ouvido pela agência ENEX, Kiko havia desaparecido durante uma viagem realizada pela família três anos antes.

A descoberta transformou completamente o caso.

Aquele gato acolhido na Bélgica tinha, na verdade, uma família esperando por notícias em Braga.

Avião da Brussels Airlines em aeroporto europeu, em imagem ilustrativa do trajeto usado para levar Kiko da Bélgica a Portugal após três anos desaparecido.

Microchip abriu caminho para localizar a família

A identificação eletrônica forneceu a primeira pista concreta depois de anos.

Voluntários passaram a utilizar as redes sociais para localizar os responsáveis pelo animal.

As buscas avançaram no fim de junho de 2026.

Pouco depois, a família de Kiko foi encontrada em Braga, no norte de Portugal.

O mistério sobre seu paradeiro havia terminado, mas ainda restava um problema importante.

A tutora não tinha condições de viajar até a Bélgica para buscar o gato.

A distância entre os dois países, portanto, ainda impedia o reencontro.

Uma nova mobilização começou para encontrar alguém capaz de levar Kiko até Portugal.

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Viviane Alves

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Missão internacional ganhou um passageiro inesperado

A solução surgiu durante os preparativos da Emergency Response Alliance Belgium, conhecida como ERA-BE.

A equipe belga organizava uma viagem ao norte de Portugal.

A missão tinha como objetivo auxiliar bombeiros portugueses em atividades relacionadas à prevenção e ao combate aos incêndios rurais.

Nesse contexto, o grupo recebeu um pedido incomum.

Kiko precisava de transporte para voltar para casa.

A equipe aceitou ajudar e incluiu o gato no deslocamento internacional.

Uma viagem originalmente organizada para uma missão de emergência passou, assim, a carregar também o último capítulo de um desaparecimento de três anos.

Kiko embarcou de avião entre Bruxelas e Porto

Kiko embarcou em um voo da Brussels Airlines entre Bruxelas e Porto acompanhado pelos integrantes da equipe belga.

A aeronave percorreu em poucas horas uma distância que havia separado o gato de sua família durante anos.

O desembarque em Portugal, porém, ainda não representava o fim da viagem.

Os Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura assumiram a etapa seguinte.

A equipe recebeu Kiko no Porto e realizou o transporte até Braga.

O reencontro aconteceu em 1º de agosto de 2026.

Naquele momento, Kiko voltou para a família depois de três anos desaparecido na Bélgica.

Microchip foi decisivo para o reencontro

O retorno de Kiko só se tornou possível porque o microchip permitiu relacionar o animal aos responsáveis portugueses.

Segundo a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária de Portugal, o dispositivo contém um código numérico único.

Esse código fica associado aos dados do responsável pelo animal em um sistema de registro.

Em Portugal, cães, gatos e furões devem possuir microchip e cadastro no Sistema de Informação de Animais de Companhia, o SIAC.

Os registros também precisam permanecer atualizados.

Mudanças de endereço, titularidade e desaparecimentos devem ser comunicados aos responsáveis pelo sistema.

Dados corretos podem facilitar a identificação quando um animal perdido é encontrado longe de casa.

Uma viagem de três anos finalmente chegou ao fim

A história de Kiko começou com um desaparecimento durante uma viagem familiar à Bélgica.

Três anos depois, um pequeno microchip foi responsável por conectar novamente o gato à família em Portugal.

O abrigo fez a identificação. Voluntários localizaram os responsáveis. A ERA-BE organizou o transporte.

A Brussels Airlines realizou o trajeto aéreo, enquanto bombeiros portugueses concluíram os quilômetros finais até Braga.

O caso terminou com um voo internacional, uma corrente de ajuda entre dois países e o retorno de Kiko para casa.

Você acredita que o microchip deveria ser tratado como uma medida essencial para aumentar as chances de animais perdidos reencontrarem suas famílias? Deixe sua opinião.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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