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Giovane Élber trocou parte da rotina do futebol pelo campo, comprou sua primeira fazenda em 1999, incorporou outras duas propriedades e formou uma área de cerca de 10 mil hectares em Mato Grosso, onde chegou a criar 4.500 cabeças de gado e passou a atuar também como empresário do setor agropecuário
Escrito por Carla Teles
Publicado em 20/08/2026 às 18:17
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Giovane Élber iniciou a expansão rural em 1999, aumentou a propriedade com novas compras em 2003 e 2005 e reuniu cerca de 10 mil hectares em Mato Grosso. A fazenda chegou a manter 4.500 cabeças de gado, enquanto o ex-atacante também passou a atuar empresarialmente no setor de nutrição animal.
Giovane Élber construiu uma atuação paralela ao futebol no campo ao adquirir sua primeira fazenda em Mato Grosso em 1999 e ampliar posteriormente a operação com outras duas propriedades. O conjunto chegou a aproximadamente 10 mil hectares e 4.500 cabeças de gado, transformando o investimento em uma atividade agropecuária de grande escala.
Segundo reportagem publicada pelo FC Bayern de Munique em 11 de março de 2020, a expansão ocorreu com novas aquisições em 2003 e 2005. Já o Correio 24 Horas informou em 23 de junho de 2026 que Élber administrava cerca de 4 mil bovinos e também atuava empresarialmente no segmento de nutrição animal.
Giovane Élber comprou a primeira fazenda em 1999
A entrada de Giovane Élber na atividade rural começou ainda quando sua carreira no futebol profissional estava em andamento. Em 1999, ele comprou a Fazenda São Paulo, localizada em Mato Grosso, iniciando a formação do patrimônio rural que seria ampliado nos anos seguintes.
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A aquisição não permaneceu isolada. Quatro anos depois, em 2003, outra propriedade vizinha foi incorporada, e uma nova compra realizada em 2005 completou uma área formada pelas fazendas São Paulo, San Jose e Paraíso.
Três propriedades passaram a somar cerca de 10 mil hectares
Com as aquisições sucessivas, a estrutura rural associada ao ex-atacante passou a alcançar aproximadamente 10 mil hectares, de acordo com o material publicado pelo Bayern em 2020.
Essa dimensão ajuda a explicar a necessidade de organização da pecuária em diferentes áreas. O próprio relato do clube alemão descrevia uma propriedade tão extensa que nem todas as regiões podiam ser acessadas facilmente de automóvel, mantendo cavalos como parte importante do trabalho diário.
Rebanho chegou a 4.500 cabeças de gado
Na época da reportagem do Bayern, as três propriedades reuniam 4.500 cabeças de gado. O número colocava a fazenda de Giovane Élber muito além de uma pequena criação particular e mostrava uma operação pecuária estruturada em grande extensão territorial.
O projeto apresentado naquele momento era ainda mais ambicioso: havia intenção de elevar o rebanho para 7 mil animais. A fonte de 2020, entretanto, apresentava esse número apenas como planejamento futuro, e não como uma meta já alcançada.
Número mais recente indica aproximadamente 4 mil bovinos
Uma reportagem do Correio 24 Horas publicada em junho de 2026 trouxe uma fotografia mais recente da atividade e informou que Giovane Élber administrava cerca de 4 mil cabeças de gado em sua propriedade no interior mato-grossense.
Os dois números, portanto, correspondem a momentos diferentes. Em 2020, o Bayern registrou 4.500 animais; em 2026, o Correio apontou aproximadamente 4 mil. Não há nas fontes fornecidas informação suficiente para determinar quando ou por que ocorreu essa variação.
Pecuária exige acompanhamento de pastagens e alimentação
A gestão da propriedade envolve tarefas diretamente relacionadas à produtividade do rebanho. Durante suas visitas, Élber acompanhava as condições do pasto e verificava inclusive as raízes da vegetação em busca de sinais de pragas.
A produção de alimento seco para os bovinos também fazia parte das inspeções. Em uma fazenda pecuária de milhares de hectares, disponibilidade de forragem e qualidade das pastagens têm impacto direto sobre a manutenção dos animais, especialmente em períodos de menor chuva.
Período seco muda as condições da fazenda
O relato publicado pelo Bayern destacou as diferenças entre as estações em Mato Grosso. Nos períodos de seca, Giovane Élber relatava temperaturas entre 42°C e 45°C, além da mudança na aparência das áreas que normalmente permaneciam verdes.
Esse cenário tornava a alimentação do gado uma preocupação recorrente. A observação das pastagens e do estoque de ração aparecia, portanto, como parte do acompanhamento da operação, e não apenas como uma atividade ocasional durante as visitas.
Água virou ponto estratégico para o rebanho
Outro componente destacado na propriedade era o abastecimento de água. Élber acompanhava o funcionamento de duas bombas responsáveis por atender a fazenda, estruturas que ele próprio tratava como fundamentais para a atividade.
A importância é proporcional à escala da criação. Com milhares de bovinos distribuídos em uma área extensa, o fornecimento contínuo de água se torna um dos elementos básicos da gestão pecuária, ao lado da alimentação, das pastagens e do manejo.
Estrutura contava com funcionários, cavalos e tratores
Na descrição publicada em 2020, 13 funcionários viviam nas propriedades com suas famílias. Havia ainda dois vaqueiros por fazenda e aproximadamente 50 cavalos disponíveis para as atividades ligadas ao manejo.
Giovane Élber também dispunha de quatro tratores e utilizava esses equipamentos durante as inspeções. A estrutura mostra que uma propriedade de 10 mil hectares demanda mão de obra, máquinas e animais de trabalho para manter sua operação cotidiana.
Cavalos continuavam importantes mesmo com máquinas
Apesar da presença dos tratores, os cavalos tinham função prática na propriedade. O tamanho e as características do terreno faziam com que determinadas áreas não fossem acessíveis diretamente por veículos.
Por isso, o trabalho dos vaqueiros permanecia associado ao uso dos animais. A própria fonte do Bayern indicava que dispensar os cavalos aumentaria o risco de lesões durante certas atividades, dada a dificuldade de deslocamento pela fazenda.
Fazenda fica distante dos grandes centros urbanos
A propriedade rural está localizada em Mato Grosso, e reportagem mais recente do Correio 24 Horas a situa em Barra do Bugres, município a cerca de 170 quilômetros de Cuiabá.
O relato mais antigo também ressaltava o isolamento da região. Deslocamentos para áreas urbanas podiam levar horas, um fator que influencia desde o cotidiano dos funcionários até a necessidade de planejamento de suprimentos e manutenção da estrutura rural.
Giovane Élber passou a atuar também no setor agropecuário
A ligação com o campo não ficou restrita à criação de gado. Em 2026, o Correio informou que Giovane Élber também atuava como empresário ligado ao agronegócio.
Segundo a publicação, o ex-jogador tornou-se sócio de uma companhia especializada em nutrição animal. Isso amplia o vínculo econômico com a cadeia produtiva, porque conecta a atividade pecuária realizada na propriedade a um segmento diretamente relacionado à alimentação de rebanhos.
Nutrição animal ampliou presença no agronegócio
O setor de nutrição animal é parte da infraestrutura necessária para diferentes cadeias da pecuária. A participação empresarial mencionada pela fonte mostra que Giovane Élber passou a manter interesses comerciais além da produção realizada dentro da própria fazenda.
As informações fornecidas, porém, não apresentam faturamento, participação societária, volume de produção ou outros números financeiros da empresa. Por isso, não é possível dimensionar economicamente essa atuação sem recorrer a dados externos.
Campo passou a dividir espaço com a trajetória no futebol
A construção da propriedade começou antes mesmo do encerramento da carreira esportiva. Élber ainda atuava profissionalmente quando comprou a primeira fazenda, em 1999, e continuou ampliando a área enquanto jogava na Europa.
O ex-atacante encerrou a carreira em 2006, após passagem pelo Cruzeiro. A formação da operação agropecuária aconteceu, portanto, ao longo de vários anos e não apenas depois da aposentadoria dos gramados.
Propriedade reúne produção, infraestrutura e gestão rural
A trajetória da Fazenda São Paulo e das duas áreas incorporadas mostra uma operação que passou a reunir milhares de hectares, criação bovina, funcionários, cavalos, tratores, sistemas de abastecimento de água e produção de alimento para o rebanho.
Mais recentemente, a atuação de Giovane Élber também alcançou uma empresa de nutrição animal, adicionando uma frente empresarial ao vínculo com a pecuária. O caso mostra como um investimento iniciado em uma fazenda em 1999 evoluiu para uma presença mais ampla no setor agropecuário.
De uma primeira fazenda a 10 mil hectares no campo
Ao longo de mais de duas décadas, Giovane Élber passou de comprador de uma propriedade rural a gestor de uma estrutura que chegou a reunir três fazendas e cerca de 10 mil hectares em Mato Grosso. O rebanho registrado pelas fontes variou de 4.500 animais em 2020 para aproximadamente 4 mil em 2026.
Além da pecuária, a entrada no segmento de nutrição animal adicionou outra dimensão econômica à atividade. Você acredita que investir diretamente na produção rural ainda representa uma alternativa interessante para quem pretende diversificar patrimônio e negócios no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

