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Henrique Barbosa recebe certificado após formação em impressão 3D e robótica nos Fab Labs de São Paulo, enquanto programa municipal atende 17 mil pessoas em situação de vulnerabilidade

Henrique Barbosa recebe certificado após formação em impressão 3D e robótica nos Fab Labs de São Paulo, enquanto programa municipal atende 17 mil pessoas em situação de vulnerabilidade

4 min de leitura

Henrique Barbosa recebe certificado após formação em impressão 3D e robótica nos Fab Labs de São Paulo, enquanto programa municipal atende 17 mil pessoas em situação de vulnerabilidade

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 20/08/2026 às 14:09

Atualizado em 20/08/2026 às 14:46

Ciência e Tecnologia

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Beneficiários do POT Redenção participaram de capacitação nas unidades do FAB LAB LIVRE SP.

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Henrique Barbosa está entre os formandos do POT Redenção capacitados nos Fab Labs públicos de São Paulo, com impressão 3D e robótica; o Programa Operação Trabalho informa 17 mil beneficiários em 16 projetos municipais.

Uma cerimônia realizada no Auditório Ada Lovelace, em São Paulo, marcou a conclusão de uma capacitação tecnológica oferecida a beneficiários do POT Redenção. Henrique Barbosa aparece nominalmente na comunicação oficial da Prefeitura entre os formandos que receberam certificado após atividades desenvolvidas em unidades do FAB LAB LIVRE SP.

A formatura ocorreu em 21 de julho de 2026 e foi divulgada dois dias depois pela Secretaria Executiva de Projetos Estratégicos. Segundo a administração municipal, a ação foi conduzida pela Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia, com apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e da Secretaria Executiva de Projetos Estratégicos.

Ao comentar a conquista, Henrique associou o certificado a uma nova chance e ao fortalecimento de sua confiança. A fonte oficial, porém, não informa contratação, emprego garantido ou reinserção profissional já concluída. O resultado comprovado é a conclusão da formação e o recebimento do certificado.

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Capacitação levou impressão 3D, robótica e fabricação digital aos participantes

As atividades aconteceram nos laboratórios públicos do FAB LAB LIVRE SP. A rede municipal reúne atualmente 17 unidades de prototipagem rápida e oferece acesso a impressoras 3D, cortadoras a laser, fresadoras CNC, computadores com programas de desenho digital CAD, equipamentos de eletrônica e robótica, além de ferramentas de marcenaria e mecânica.

Esses espaços foram criados para transformar ideias em protótipos e aproximar a população de tecnologias que normalmente exigem estrutura especializada. Técnicos orientam o uso das máquinas, o desenvolvimento de projetos e cursos gratuitos de introdução à fabricação digital.

A rede é mantida pela Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia da Prefeitura de São Paulo em parceria com o Instituto de Tecnologia Social. No caso dos formandos do POT Redenção, os laboratórios funcionaram como ambiente de capacitação prática e contato direto com processos de criação, modelagem e produção.

Quem é atendido pelo POT Redenção

O POT Redenção é um projeto específico do Programa Operação Trabalho. Pelas regras oficiais, atende pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social que cumprem critérios próprios do programa e são acompanhadas por equipamentos da Rede de Atenção Psicossocial e do Sistema Integrado de Acolhida Terapêutica.

Essa definição descreve o público da política municipal. Ela não permite atribuir individualmente a Henrique Barbosa diagnóstico, dependência específica, situação de rua, condição clínica ou histórico pessoal que não tenham sido declarados pela fonte. O que a notícia confirma sobre ele é sua participação como formando e o recebimento do certificado.

A página vigente do POT Redenção informa carga de 20 horas semanais, bolsa de R$ 1.134,70 e até mil beneficiários conforme o plano de trabalho, com execução de capacitação técnica, formação pessoal e cidadã e acompanhamento nas frentes de trabalho pela Fundação Porta Aberta, em parceria com a Prefeitura.

Sala do Fab Lab da Galeria Olido. Foto: Samantha.hnd/Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Programa Operação Trabalho informa 17 mil beneficiários em 16 projetos

No quadro geral apresentado pela Prefeitura em julho de 2026, o Programa Operação Trabalho reunia 17 mil beneficiários distribuídos em 16 projetos. As bolsas informadas eram de R$ 1.134,70 para jornadas de 20 horas semanais e de R$ 1.702,05 para jornadas de 30 horas semanais.

A atualização institucional publicada em agosto reforça que o auxílio tem caráter assistencial e de qualificação profissional e não cria vínculo empregatício. O programa combina atividades de interesse público, formação e geração de renda para trabalhadores desempregados que atendem aos critérios sociais e econômicos previstos na legislação municipal.

A estrutura inclui 12 centros de formação, quatro deles abertos em 2026, com salas de aula, cozinhas experimentais e equipes multidisciplinares. As frentes de trabalho abrangem áreas como zeladoria, manutenção, apoio administrativo, busca ativa na rede municipal de ensino e combate à dengue.

Certificado representa uma etapa, não uma promessa de contratação

A trajetória relatada pela Prefeitura mostra como uma política pública pode combinar proteção social e acesso a tecnologias de fabricação digital. Para Henrique Barbosa, o marco confirmado é a conclusão da capacitação e a entrega do certificado diante de outros beneficiários, gestores e equipes envolvidas no programa.

O passo seguinte dependerá de oportunidades, escolhas individuais e continuidade do acompanhamento. A formação amplia repertório e oferece experiência prática, mas não equivale, por si só, a emprego garantido ou a uma reinserção profissional já consumada.

Para a cidade, a experiência também evidencia o uso dos Fab Labs como infraestrutura pública de inclusão digital. Impressão 3D, robótica, eletrônica e fabricação assistida por computador deixam de ficar restritas a ambientes privados e passam a integrar ações voltadas a autonomia, aprendizagem e participação social.

Você acredita que programas públicos de qualificação tecnológica podem abrir novas perspectivas para pessoas em situação de vulnerabilidade? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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