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Isabelle Nogueira planta mais de 750 árvores nativas em área desmatada de Manaus, une moradores ribeirinhos pagos pelo reflorestamento a monitoramento por satélite e transforma ação ligada a festival que reuniu 30 mil pessoas em iniciativa para recuperar uma área da Amazônia

Isabelle Nogueira planta mais de 750 árvores nativas em área desmatada de Manaus, une moradores ribeirinhos pagos pelo reflorestamento a monitoramento por satélite e transforma ação ligada a festival que reuniu 30 mil pessoas em iniciativa para recuperar uma área da Amazônia

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Isabelle Nogueira planta mais de 750 árvores nativas em área desmatada de Manaus, une moradores ribeirinhos pagos pelo reflorestamento a monitoramento por satélite e transforma ação ligada a festival que reuniu 30 mil pessoas em iniciativa para recuperar uma área da Amazônia

Escrito por Carla Teles

Publicado em 21/08/2026 às 16:54

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Isabelle Nogueira apoia reflorestamento em Manaus com ribeirinhos e monitoramento por satélite em área da Amazônia. Imagem: Redes Sociais/@isabelle.nogueira

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A ação de Isabelle Nogueira ocorreu no Lago do Puraquequara, na zona rural de Manaus, em parceria com a startup Tree Earth, que remunera moradores ribeirinhos pelo plantio e acompanha as mudas por satélite, dentro da estratégia de sustentabilidade do Festival da Cunhã, realizado em maio de 2025 na cidade.

Isabelle Nogueira participou do plantio de mais de 750 árvores nativas em áreas atingidas pelo desmatamento no Lago do Puraquequara, na zona rural de Manaus. Realizada em parceria com a startup Tree Earth, a iniciativa acrescentou ao reflorestamento dois componentes específicos: remuneração de moradores ribeirinhos responsáveis pelo plantio e acompanhamento das mudas por satélite.

A ação ocorreu em 6 de junho de 2025 e foi divulgada pelo portal Em Tempo na mesma data. O plantio fazia parte das iniciativas ambientais vinculadas ao Festival da Cunhã, cuja primeira edição havia ocorrido entre 22 e 24 de maio e reunido mais de 30 mil pessoas na Arena da Amazônia.

Mais de 750 árvores nativas foram destinadas a áreas desmatadas

O plantio foi realizado no Lago do Puraquequara, região situada na zona rural da capital amazonense. Segundo o Em Tempo, foram utilizadas mais de 750 mudas de espécies nativas, direcionadas a áreas onde havia ocorrido desmatamento.

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A medida colocou uma atividade ambiental permanente entre os resultados associados ao festival. Em vez de restringir a sustentabilidade ao período do evento, a iniciativa levou o plantio para uma área que demanda recuperação vegetal, conectando a programação realizada na Arena da Amazônia a uma intervenção fora do espaço urbano do festival.

Ribeirinhos recebem pelo trabalho de reflorestamento

Vídeo: Redes sociais/@isabelle.nogueira

Um dos componentes mais relevantes do projeto está na participação da população que vive na região. A Tree Earth desenvolveu uma plataforma na Amazônia que remunera moradores ribeirinhos pelo plantio das árvores, colocando a comunidade local dentro do processo de recuperação.

O modelo acrescenta uma dimensão econômica ao reflorestamento. Não se trata apenas de levar mudas até uma região degradada: moradores passam a participar da execução da atividade e recebem por esse trabalho, de acordo com a descrição apresentada pelo Em Tempo.

Satélite acompanha o desenvolvimento das mudas plantadas

A tecnologia também integra o projeto. Segundo a fonte, a plataforma criada pela Tree Earth permite que as árvores plantadas sejam monitoradas por satélite, acompanhando as mudas depois que elas entram no solo.

Esse elemento é importante porque o plantio representa apenas o início de um processo de recuperação ambiental. A fonte não apresenta índices de sobrevivência das mudas, periodicidade das verificações ou resultados ambientais de longo prazo, por isso não é possível afirmar quantas árvores chegaram à fase adulta ou qual área efetivamente foi restaurada.

Isabelle Nogueira vinculou sustentabilidade ao Festival da Cunhã

A iniciativa fazia parte dos pilares ambientais do Festival da Cunhã. Isabelle Nogueira afirmou, na ocasião, que pretendia colocar a sustentabilidade no centro da realização e relacionar a celebração cultural à preservação da floresta e às próximas gerações.

O diferencial prático foi converter esse compromisso em plantio mensurável, com mais de 750 árvores nativas registradas na ação de junho de 2025, em vez de deixar a proposta restrita à comunicação do evento.

Festival reuniu mais de 30 mil pessoas na Arena da Amazônia

A primeira edição do Festival da Cunhã foi realizada pela Mynd entre 22 e 24 de maio de 2025. Segundo o Em Tempo, mais de 30 mil pessoas participaram da programação na Arena da Amazônia, em Manaus.

O evento teve entrada gratuita, artistas de Manaus e apresentação da dupla Maiara & Maraísa. A dimensão do público ampliou o alcance de uma estratégia que tentou associar entretenimento, cultura regional e compromissos ambientais dentro da mesma realização.

Cerca de 30 toneladas de alimentos também foram arrecadadas

O reflorestamento não foi a única ação vinculada ao festival. A programação também resultou na arrecadação de aproximadamente 30 toneladas de alimentos, destinadas a comunidades afetadas pelas mudanças climáticas, conforme informou o Em Tempo.

Com isso, a estratégia descrita pela fonte combinou diferentes frentes: plantio de vegetação nativa, participação remunerada de ribeirinhos e arrecadação de alimentos. As ações ambientais e sociais foram apresentadas como componentes estruturados do festival, e não apenas como atividades paralelas.

Mais de 100 influenciadores participaram da imersão amazônica

A organização também reuniu mais de 100 influenciadores em uma experiência ligada à Amazônia. Segundo o balanço divulgado na reportagem, essa movimentação produziu 220 conteúdos e alcançou dezenas de milhões de contas nas plataformas digitais.

Esses indicadores ajudam a dimensionar a exposição obtida pelo festival, mas não devem ser confundidos com métricas ambientais. Alcance digital e número de interações mostram repercussão de comunicação, enquanto o impacto do reflorestamento depende do desenvolvimento das árvores e da recuperação efetiva da vegetação ao longo do tempo.

Ação ambiental voltou ao Festival da Cunhã em 2026

O eixo ligado às árvores não ficou restrito à primeira edição. Em 23 de maio de 2026, o gshow informou que Isabelle Nogueira voltou a promover plantio durante a segunda edição do Festival da Cunhã, realizada novamente em Manaus.

Na ocasião, ela afirmou que mais de mil árvores haviam sido plantadas durante o evento, enquanto a reportagem também citava ações adicionais de reflorestamento com espécies do bioma amazônico. Os números de 2026, porém, correspondem a uma edição posterior e não alteram o registro específico das mais de 750 mudas plantadas no Lago do Puraquequara em junho de 2025.

Recuperação ambiental depende do que acontece depois do plantio

A experiência conduzida com Isabelle Nogueira chama atenção pelo número de mudas, mas também pela estrutura adotada. Reflorestamento, remuneração de ribeirinhos e monitoramento por satélite foram colocados dentro de uma mesma iniciativa, criando mecanismos para que a ação não terminasse necessariamente no momento em que as árvores fossem colocadas no solo.

As fontes, contudo, não apresentam até agora um balanço detalhado sobre sobrevivência das mais de 750 mudas ou quantidade de hectares recuperados no Lago do Puraquequara. Entre plantar centenas de árvores, pagar moradores locais pelo trabalho e acompanhar mudas por tecnologia, qual dessas medidas você considera mais importante para transformar ações ambientais de eventos em recuperação duradoura da Amazônia? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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