Depois do Rio Crôa, o filme a Estirada teve tomadas feitas no Rio Môa, em Cruzeiro do Sul e agora a equipe está na Terra Indígena Ashaninka, no Rio Amônia em Marechal Thaumaturgo.
No Crôa, as tomadas foram feitas na floresta retratando um acampamento de narcotraficantes. No Môa a filmagem foi feita dentro de uma embarcação.
Agora as filmagens são feitas na Aldeia Apiwtxa, do povo Ashaninka, onde a equipe fica até a próxima quarta-feira,26. O diretor do filme, Sérgio de Carvalho, diz que os indígenas têm participação no elenco e roteiro do filme. “ Eles estão participando ativamente das filmagens, inclusive Wewito Pyãko é co-roteirista e consultor de roteiro. A gente já filmou com eles no Moa e no Croa também”, citou .
Narcotráfico xamanismo e os mistérios da floresta amazônica
A produção, que tem DNA acreano, tem no elenco Bruno Gagliasso e Adanilo, ator amazonense que também integra o elenco da TV Globo,além de Cristian Mercado, Erika Andia, Fernando Bacilio e atores locais
O longa, dirigido por Sérgio de Carvalho e Pedro von Krüger, tem como produtora executiva a acreana Karla Martins e a gaúcha Samanta Sironi.A história tem como tema o narcotráfico na fronteira entre Brasil e Peru, os povos indígenas, o xamanismo e os mistérios da floresta amazônica.
A trama acompanha dois jovens que transportam drogas por rotas controladas pelo narcotráfico na floresta. Eles são guiados por um ex-integrante do grupo guerrilheiro peruano Sendero Luminoso. A rota cruza territórios indígenas isolados e chega às terras do povo Ashaninka — que resiste à violência da região — transformando a viagem em um tenso thriller de sobrevivência e dilemas morais.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

