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Luciano Hang compra Mercedes-Benz de 1931 que pertenceu ao ex-cônsul Carlos Renaux, envia o carro de quase 100 anos para ampla restauração e prepara a relíquia com suspensão independente, sinalização manual e motor de seis cilindros para integrar um parque histórico de 55 mil metros quadrados em Brusque

Luciano Hang compra Mercedes-Benz de 1931 que pertenceu ao ex-cônsul Carlos Renaux, envia o carro de quase 100 anos para ampla restauração e prepara a relíquia com suspensão independente, sinalização manual e motor de seis cilindros para integrar um parque histórico de 55 mil metros quadrados em Brusque

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Luciano Hang compra Mercedes-Benz de 1931 que pertenceu ao ex-cônsul Carlos Renaux, envia o carro de quase 100 anos para ampla restauração e prepara a relíquia com suspensão independente, sinalização manual e motor de seis cilindros para integrar um parque histórico de 55 mil metros quadrados em Brusque

Escrito por Carla Teles

Publicado em 02/08/2026 às 20:42

Atualizado em 02/08/2026 às 20:43

Curiosidades

Luciano Hang leva Mercedes-Benz de Carlos Renaux à restauração antes de exibir o carro histórico em Brusque. Imagem: Havan/Divulgação.

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Luciano Hang adquiriu um Mercedes-Benz 170 W15 de 1931 que pertenceu ao ex-cônsul Carlos Renaux, levou o carro para restauração em Curitiba e pretende incorporá-lo à Casa do Cônsul, parque histórico de 55 mil metros quadrados em Brusque com documentos, móveis, fotografias e objetos ligados ao antigo proprietário local preservados.

O empresário Luciano Hang comprou um Mercedes-Benz 170 W15 fabricado em 1931 e anteriormente pertencente ao ex-cônsul Carlos Renaux. O automóvel de quase 100 anos está em Curitiba, no Paraná, onde passa por uma restauração ampla antes de ser levado para a Casa do Cônsul, projeto histórico e cultural instalado em Brusque, Santa Catarina.

As informações foram publicadas pelo NSC Total em 29 de julho de 2026. Segundo a reportagem, o veículo deverá integrar um acervo formado por móveis, documentos, fotografias e outros objetos ligados à trajetória de Carlos Renaux, dentro de uma propriedade de 55 mil metros quadrados que está sendo transformada em parque aberto ao público.

Mercedes-Benz foi fabricado em 1931

Imagem: Havan/Divulgação.

O automóvel adquirido por Luciano Hang é um Mercedes-Benz 170 W15 produzido em 1931. O modelo circulou em Brusque durante uma fase em que os carros ainda eram raros e exerciam forte impacto sobre a rotina das cidades.

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A idade próxima de um século transforma o veículo em um registro da evolução da indústria automobilística. Mais do que um carro antigo, o exemplar reúne soluções técnicas desenvolvidas em uma fase de transição da engenharia automotiva.

Modelo pertenceu a Carlos Renaux

Imagem: Acervo histórico

O antigo proprietário foi Carlos Renaux, empresário e ex-cônsul ligado à história econômica e industrial de Brusque.

Segundo a fonte, o próprio cônsul trouxe o veículo da Alemanha. A presença do carro na cidade durante a década de 1930 ajudou a consolidar sua ligação com a memória local.

Carro marcou época em Brusque

Naquele período, automóveis importados ainda chamavam atenção nas ruas brasileiras, principalmente fora dos grandes centros urbanos.

O Mercedes-Benz passou a fazer parte da paisagem de Brusque e ficou associado à figura de Carlos Renaux. A restauração pretende recuperar não apenas um objeto mecânico, mas uma peça reconhecida da história da cidade.

Luciano Hang enviou veículo a Curitiba

Imagem: Havan/Divulgação.

Depois da aquisição, o carro foi levado para Curitiba, onde passa por uma intervenção de restauração.

A reportagem não informa o nome da oficina responsável, o valor investido nem o prazo exato para a conclusão. O objetivo declarado é preservar as características originais do automóvel.

Restauração deverá ser ampla

O trabalho envolve uma recuperação abrangente, necessária devido à idade e ao estado acumulado ao longo de décadas.

Em veículos históricos, uma restauração pode exigir cuidados com carroceria, pintura, acabamento interno, componentes mecânicos e peças de época. A fonte, porém, não detalha quais partes específicas do Mercedes-Benz serão substituídas ou recuperadas.

Originalidade orienta intervenção

O propósito informado é manter as características que identificam o modelo de 1931.

Isso significa evitar modificações que descaracterizem o projeto original. A autenticidade influencia tanto o valor histórico quanto a capacidade de o carro representar corretamente a tecnologia de sua época.

Suspensão independente era uma novidade

O Mercedes-Benz 170 W15 é apontado como um dos primeiros automóveis produzidos com suspensão independente.

Nesse sistema, o movimento de uma roda interfere menos diretamente na roda oposta do mesmo eixo. A solução buscava melhorar estabilidade, conforto e contato dos pneus com o solo.

Tecnologia antecipou soluções modernas

Hoje, diferentes formas de suspensão independente são comuns em automóveis, especialmente no eixo dianteiro.

No início da década de 1930, entretanto, a aplicação representava uma inovação relevante. O veículo mostra como recursos atualmente considerados normais começaram a aparecer em modelos produzidos há quase cem anos.

Sinalização lateral era manual

Imagem: Havan/Divulgação.

Outro detalhe preservado no carro é o sistema de sinalização lateral manual.

Antes da popularização das setas luminosas, alguns automóveis utilizavam pequenos indicadores mecânicos que se projetavam para fora da carroceria. O motorista acionava o dispositivo para informar uma mudança de direção.

Sistema revela outra época do trânsito

A sinalização manual mostra como os veículos se comunicavam com outros usuários das vias antes da padronização moderna.

O mecanismo transforma uma ação cotidiana, como indicar uma curva, em uma demonstração direta da evolução dos equipamentos automotivos.

Motor possui seis cilindros

O modelo também é equipado com motor de seis cilindros, uma configuração associada a funcionamento mais suave e entrega progressiva de potência.

A fonte não apresenta dados de cilindrada, potência, velocidade máxima ou desempenho do exemplar adquirido. Por isso, essas especificações não podem ser afirmadas com segurança.

Mecânica será parte da exposição

O conjunto técnico deverá ajudar visitantes a compreender como eram projetados os automóveis de luxo do início da década de 1930.

A suspensão independente, o sistema de sinalização e o motor de seis cilindros fornecem diferentes pontos de observação sobre o desenvolvimento da engenharia.

Veículo irá para a Casa do Cônsul

Imagem: Acervo histórico

Depois da restauração, o Mercedes-Benz será incorporado à Casa do Cônsul, projeto mantido por Luciano Hang em Brusque.

O espaço ocupa a antiga residência de Carlos Renaux e reúne itens relacionados à vida pessoal, empresarial e pública do ex-cônsul.

Imóvel possui 768 metros quadrados

A antiga casa tem aproximadamente 768 metros quadrados e foi adquirida da massa falida da antiga indústria de tecidos Carlos Renaux.

Segundo relatos citados pela reportagem, o imóvel teria sido a primeira residência de Santa Catarina a possuir sistema de ar-condicionado. A informação reforça a imagem de uma propriedade marcada por soluções incomuns para sua época.

Propriedade ocupa área de 55 mil metros quadrados

A residência está localizada dentro de um terreno com 55 mil metros quadrados e vegetação abundante.

A área está sendo transformada em um grande parque histórico e cultural. O projeto combina a recuperação do imóvel com a organização de um acervo relacionado a Carlos Renaux.

Parque deverá receber o público

O espaço encontrava-se em fase final de restauração na data da publicação e deveria ser aberto ao público em breve.

A fonte não informa a data definitiva da inauguração nem as regras de visitação. A presença do Mercedes-Benz deverá ampliar o conjunto de elementos capazes de contar a história local.

Acervo reúne móveis e documentos

A Casa do Cônsul já reúne móveis, documentos, fotografias e objetos ligados ao antigo morador.

Esses materiais ajudam a reconstruir diferentes aspectos de sua trajetória. Quando organizados em conjunto, permitem observar relações entre vida doméstica, indústria, política e desenvolvimento urbano.

Carro acrescenta dimensão tecnológica

O automóvel amplia o acervo para além de documentos e objetos de uso interno da residência.

Ele acrescenta uma peça ligada à mobilidade e à engenharia. O Mercedes-Benz permite mostrar como tecnologia, prestígio e circulação se encontravam na Brusque dos anos 1930.

Aquisição mira patrimônio local

A compra foi apresentada como parte de uma iniciativa de preservação da memória de Carlos Renaux e da cidade.

Embora o veículo seja de origem alemã, sua passagem por Brusque lhe atribuiu uma história local. O valor cultural não está apenas no fabricante, mas na relação construída com a comunidade.

Luciano Hang já havia comprado a residência

Antes de adquirir o carro, Luciano Hang comprou a antiga casa do cônsul, pertencente à massa falida da indústria têxtil Carlos Renaux.

A aquisição permitiu iniciar a recuperação do imóvel e do terreno. O automóvel surge como uma extensão desse projeto, reunindo novamente uma peça pessoal ao espaço onde viveu seu antigo proprietário.

Carro e casa voltam ao mesmo conjunto

Quando for levado para a Casa do Cônsul, o Mercedes-Benz voltará a ser associado fisicamente à residência de Carlos Renaux.

Essa reunião permite apresentar os objetos dentro de um contexto mais completo. A casa explica o ambiente, enquanto o automóvel revela hábitos, possibilidades econômicas e escolhas tecnológicas do período.

Projeto preserva memória industrial

Carlos Renaux teve ligação com a indústria têxtil, atividade importante para o desenvolvimento de Brusque.

A preservação da residência e de seus objetos também registra parte dessa história econômica. O parque poderá funcionar como ponto de contato entre patrimônio arquitetônico, memória empresarial e cultura urbana.

Relíquia exige conservação contínua

Mesmo depois da restauração, o carro precisará de controle de umidade, limpeza adequada e acompanhamento de componentes sujeitos ao desgaste.

Veículos históricos possuem materiais variados, como metais, tecidos, madeira, borracha e pintura. A conservação depende de cuidados permanentes, e não apenas de uma intervenção inicial.

Exposição poderá destacar engenharia

A apresentação do automóvel pode explorar aspectos como suspensão, sinalização, motorização e desenho da carroceria.

Esses elementos permitem que o visitante compreenda por que o modelo teve importância na época. A exposição também pode estabelecer comparações com tecnologias utilizadas nos carros atuais.

Quase um século separa os dois momentos

O Mercedes-Benz circulou por Brusque na década de 1930 e deverá retornar ao público em um espaço histórico quase cem anos depois.

Entre esses dois períodos, o automóvel deixou de ser um meio cotidiano de transporte e passou a ser tratado como patrimônio. A mudança mostra como objetos funcionais podem ganhar valor cultural com o passar das gerações.

Restauração prepara nova fase da relíquia

A recuperação em Curitiba representa a etapa necessária antes da integração ao parque de 55 mil metros quadrados.

Após o trabalho, o carro deverá deixar de permanecer apenas como propriedade particular e passar a compor uma narrativa acessível aos visitantes da Casa do Cônsul.

Patrimônio reúne casa, parque e automóvel

O projeto conecta uma residência de 768 metros quadrados, um terreno amplo, documentos históricos e um veículo fabricado em 1931.

Para Luciano Hang, a compra do Mercedes-Benz completa parte do acervo ligado a Carlos Renaux. Você acredita que carros históricos devem permanecer em coleções particulares ou ser expostos em espaços abertos ao público? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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