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Mãe desempregada vive com companheiro e filhos em barraco improvisado com lonas e toalhas, sem banheiro, camas ou móveis, enquanto menino de 11 anos recolhe latinhas para ajudar em casa, até campanha comprar e reformar imóvel onde os pais e as crianças ganham quartos próprios
Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges
Publicado em 29/08/2026 às 08:51
Atualizado em 29/08/2026 às 08:52
Construção
Canal
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A família de Davi vivia em um barraco improvisado em Manaus, sem banheiro, camas ou móveis, enquanto o menino de 11 anos recolhia latinhas para ajudar em casa. Uma campanha arrecadou recursos, comprou e reformou um imóvel, onde os pais e as crianças passaram a ter quartos próprios e individuais.
Davi, de 11 anos, vivia com a mãe, o padrasto e os irmãos em um barraco improvisado com lonas e toalhas, dentro de uma ocupação em Manaus, no Amazonas. Sem banheiro, camas ou móveis, a família enfrentava dificuldades para garantir necessidades básicas, enquanto o menino recolhia latinhas depois da escola para ajudar em casa.
As informações foram divulgadas pela plataforma VOAA, responsável pela campanha criada em parceria com Ketlen, do perfil Gestos de Bondade. Depois da arrecadação, a iniciativa informou que uma casa foi comprada para a família, passou por reformas e recebeu móveis antes da mudança definitiva.
Barraco improvisado não tinha banheiro, camas nem móveis
A família vivia em condições descritas pela campanha como de extrema pobreza.
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O espaço era improvisado com lonas e toalhas e não possuía banheiro, cama ou mobiliário adequado para os moradores.
Davi precisava usar banheiro de uma vizinha
A ausência de instalações sanitárias afetava diretamente a rotina das crianças.
Para usar o banheiro, Davi precisava pedir autorização a uma vizinha. O menino relatou sentir vergonha quando precisava recorrer à casa ao lado para fazer suas necessidades.
Banho era tomado com roupa e água fria em um balde
A falta de banheiro também obrigava a família a improvisar na hora do banho.
Segundo a campanha, eles tomavam banho com roupa e utilizando um balde com água fria, já que não havia estrutura adequada dentro do barraco.
Menino dormia sobre um pedaço de espuma
A ausência de camas atingia todos os moradores.
Davi dormia em um pedaço de espuma e dizia sonhar com uma cama que pudesse atender também às necessidades dos familiares.
Aos 11 anos, Davi recolhia latinhas depois da escola
O menino passou a procurar materiais recicláveis para ajudar na renda da casa.
Depois das aulas, Davi recolhia latinhas e utilizava o dinheiro obtido para contribuir com a alimentação dos irmãos mais novos.
Arroz para os irmãos estava entre as preocupações do menino
A dificuldade para colocar comida em casa fazia parte de sua rotina.
Davi afirmou que não gostava de ver os irmãos chorando de fome e passou a ajudar a família com o que conseguia arrecadar por meio da coleta de latinhas.
Arine estava desempregada e cuidava dos filhos
A mãe de Davi, Arine, não estava trabalhando no período relatado pela campanha.
Ela permanecia responsável pelos filhos pequenos, incluindo uma das crianças que, segundo a fonte, tem autismo.
Rodrigo fazia bicos em oficina e recebia pouco
O companheiro de Arine, Rodrigo, também contribuía com a manutenção da família.
Ele realizava trabalhos temporários em oficina, mas a renda obtida era descrita como insuficiente para retirar a família daquela situação.
Pai de Davi não pagava pensão, segundo a campanha
A fonte afirma ainda que o pai biológico de Davi não contribuía financeiramente.
Segundo o relato publicado pela campanha, ele havia desaparecido e não pagava pensão ao menino.
Davi sonhava com frutas, calculadora e brinquedos para os irmãos
Os desejos apresentados pelo garoto eram simples e ligados à rotina familiar.
Davi gostava de frutas e dizia querer comer maçã e abacaxi. Também desejava uma calculadora para estudar matemática e carrinhos para brincar junto com os irmãos.
Campanha foi criada para tirar família do barraco
video: VOAA
A situação levou à criação de uma vaquinha na plataforma VOAA.
A campanha tinha como objetivo conseguir recursos para oferecer à família uma moradia com condições adequadas para dormir, tomar banho e utilizar banheiro sem depender de vizinhos.
Arrecadação permitiu comprar uma casa própria
Assista o vídeo
As atualizações posteriores da campanha informaram que o objetivo avançou além da intenção inicial.
Com os recursos obtidos, uma casa foi comprada para Davi e sua família.
A nova moradia deveria substituir o barraco e retirar os moradores de um local descrito como sujeito a riscos de alagamento e desabamento.
Imóvel passou por reformas antes da mudança
A compra não encerrou imediatamente o processo.
A casa adquirida passou por reformas, enquanto os móveis necessários também eram providenciados para preparar o imóvel antes da chegada definitiva da família.
Davi e o irmão ganharam quarto próprio
Depois da conclusão das obras, a distribuição dos espaços mudou completamente a rotina familiar.
Davi e o irmão passaram a ter um quarto próprio, em contraste com o período em que não havia sequer camas adequadas no barraco.
Irmã menor e pais também passaram a ter quartos separados
A nova residência também garantiu espaços próprios para os demais integrantes.
A irmã mais nova recebeu seu quarto, enquanto Arine e Rodrigo passaram a contar com um cômodo destinado ao casal.
Menino voltou a estudar e ganhou escrivaninha
Uma atualização posterior informou também mudança na rotina escolar.
Davi voltou a estudar e ganhou uma escrivaninha, acrescentando ao novo quarto um espaço destinado às atividades escolares.
Família saiu do barraco após compra e reforma da nova casa
Assista o vídeo
A campanha transformou a situação habitacional relatada inicialmente pela família em Manaus.
Davi, que aos 11 anos recolhia latinhas depois da escola enquanto vivia sem banheiro, camas e móveis, passou a morar com a mãe, o padrasto e os irmãos em uma casa comprada e reformada, onde os moradores receberam quartos próprios.
Na sua opinião, o que mais chama atenção nessa história: Davi ajudar a família recolhendo latinhas aos 11 anos, a mobilização da campanha ou a transformação da nova casa depois da reforma? Deixe sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

