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Mãe se chamou de ‘egoísta’ por ter a filha aos 18 em meio à pobreza, chorou prometendo mudar tudo, economizou durante 18 anos e ajuda a pagar a universidade dos sonhos da jovem, aceita pela concorrida NYU em Nova York

Mãe se chamou de ‘egoísta’ por ter a filha aos 18 em meio à pobreza, chorou prometendo mudar tudo, economizou durante 18 anos e ajuda a pagar a universidade dos sonhos da jovem, aceita pela concorrida NYU em Nova York

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Mãe se chamou de ‘egoísta’ por ter a filha aos 18 em meio à pobreza, chorou prometendo mudar tudo, economizou durante 18 anos e ajuda a pagar a universidade dos sonhos da jovem, aceita pela concorrida NYU em Nova York

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 13/08/2026 às 13:15

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Mãe poupou durante 18 anos e ajudou a filha a chegar à NYU, onde estudará biologia após vencer uma seleção com taxa de aceitação de um dígito.

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Jeanice Perez cresceu cercada por instabilidade financeira em Las Vegas e começou a poupar pequenas quantias quando Jordyn ainda era criança. A mãe, hoje criadora de conteúdo e professora de formação, organizou uma reserva para o ensino superior enquanto a filha buscava bolsas, auxílio financeiro e uma vaga na NYU.

A mãe Jeanice Perez tinha 18 anos quando engravidou de Jordyn e passou a olhar para a própria infância como um caminho que não queria repetir. Criada em meio à pobreza e à insegurança financeira em Las Vegas, nos Estados Unidos, ela decidiu que a filha teria uma casa emocionalmente segura e mais possibilidades de escolha.

Em 2 de julho de 2026, a aprovação de Jordyn na NYU já era pública. A jovem havia colocado a universidade como primeira opção e se preparava para estudar biologia com trajetória voltada à área da saúde. A conquista encerrou uma etapa de planejamento familiar, enquanto Jeanice deixava Nevada e organizava a nova rotina em Nova York.

Jeanice Perez cresceu aprendendo a fazer o pouco dinheiro durar

Segundo informações do portal People, na infância, Jeanice Perez conviveu com a falta de dinheiro como parte permanente da rotina. As decisões familiares eram orientadas pela necessidade de pagar contas e garantir comida, sem que o ensino superior aparecesse como um percurso claramente apresentado pelos adultos ao redor.

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Essa experiência influenciou a promessa feita durante a gravidez, quando Jeanice ainda não tinha um plano pronto nem estabilidade. A prioridade da futura mãe era oferecer a Jordyn uma vida diferente tanto no aspecto financeiro quanto no emocional, sem limitar essa mudança apenas à renda.

Educação virou um projeto quando Jordyn ainda era criança

Jeanice Perez com sua filha Jordyn em um jogo de futebol.
imagem:de Jeanice Perez

À medida que Jordyn crescia, Jeanice Perez passou a tratar a educação como uma escolha que deveria permanecer aberta. O objetivo não estava restrito a uma universidade tradicional: escola técnica, formação profissionalizante e faculdade comunitária também faziam parte das possibilidades consideradas para o ensino superior.

A mãe precisou entender um sistema que não conhecera na juventude. Em vez de contar com um roteiro familiar, ela reuniu informações ao longo dos anos e tentou preparar a filha para avaliar cursos, instituições e formas de financiamento. O plano foi construído gradualmente, conforme surgiam recursos e novas decisões.

Reserva combinou poupança de alto rendimento e pequenos investimentos

Jeanice Perez separou o que conseguia em uma conta de poupança de alto rendimento e também investiu quantias pequenas. Não há valor total divulgado, periodicidade fixa nem indicação de que o dinheiro tenha sido mantido escondido. O ponto central foi a continuidade de uma reserva criada muito antes da inscrição na NYU.

O esforço financeiro não eliminou as dúvidas. Conforme a entrada no ensino superior se aproximava, a mãe e Jordyn ainda precisaram compreender bolsas de estudo, formulários de auxílio e oportunidades disponíveis. A economia acumulada funcionou como uma parte do planejamento, não como a única fonte confirmada para pagar a formação.

Jordyn conciliou candidatura à NYU com a rotina do ensino médio

Jeanice Perez e sua filha Jordyn comemorando a aprovação dela na NYU.
imagem: de Jeanice Perez

Jordyn enviou a candidatura para a NYU enquanto ainda cumpria compromissos escolares e participava do conselho estudantil. No dia da decisão, ela deixou uma reunião da entidade, voltou para casa e conferiu o resultado, inicialmente sem acreditar que havia conquistado a vaga desejada.

Depois da confirmação, a estudante retomou a programação da escola. A reação mostrou como um resultado de grande peso para a família surgiu em meio a uma rotina adolescente comum. A admissão representou o encontro entre o desempenho de Jordyn e anos de preparação financeira e emocional conduzidos em casa.

Taxa de admissão confirma a alta concorrência da NYU

Jeanice Perez com sua filha Jordyn na formatura do ensino médio.
imagem: de Jeanice Perez

A entrada na NYU ocorreu em uma instituição que recebe mais de 100 mil candidaturas de graduação. A universidade informa atualmente uma taxa geral de aceitação de 8%, enquanto a turma de 2029 teve 7,7% dos mais de 120 mil candidatos admitidos no campus de Nova York.

Jeanice mencionou uma taxa de 7% ao descrever a seleção enfrentada por Jordyn, equivalente à recusa aproximada de 93 em cada 100 candidatos. Como a instituição ainda não publicou um percentual específico vinculado à turma da jovem, o dado seguro é que a NYU mantém uma seleção na faixa de um dígito.

Biologia será o primeiro passo para uma possível carreira na odontologia

Jordyn pretende cursar biologia com preparação voltada à área da saúde. O plano de longo prazo é tentar uma vaga em uma faculdade de odontologia, etapa que dependerá do desempenho na graduação e de futuras exigências acadêmicas. A aprovação atual, portanto, inicia uma nova formação, mas não garante antecipadamente o destino profissional.

A mudança também reorganizou a vida de Jeanice Perez. A mãe deixou Las Vegas e passou a morar em Nova York, onde trabalha em tempo integral como criadora de conteúdo. Formada para lecionar no ensino médio, ela pretende voltar à sala de aula depois de obter a certificação exigida pelo estado.

Experiência passou a orientar famílias que desconhecem o sistema universitário

video: redes sociais/instagram/ Jeanicejperez

Ao relatar a própria trajetória nas redes sociais, Jeanice Perez reuniu quase 2 milhões de seguidores e começou a conversar com jovens mães e estudantes. O conteúdo combina maternidade, pobreza, planejamento e os obstáculos enfrentados por famílias que chegam ao processo de ingresso sem orientação anterior sobre o ensino superior.

Entre os pontos destacados por ela estão a necessidade de pesquisar bolsas, entender o FAFSA e não esperar uma grande sobra mensal para começar uma reserva. A orientação parte de sua experiência pessoal, e as condições variam entre famílias e instituições. No caso da NYU, candidatos que solicitam auxílio dentro do prazo podem ser avaliados para bolsas e outras modalidades de apoio financeiro.

Relação segura entre mãe e filha permanece como a principal conquista

video: redes sociais/tiktok

Apesar da importância da vaga, Jeanice Perez não resume o resultado da maternidade à entrada no ensino superior. Ela considera central ter construído um ambiente no qual Jordyn pudesse conversar, desenvolver confiança e tomar decisões sem reproduzir a relação distante que Jeanice viveu com a própria mãe.

O novo capítulo reúne conquistas acadêmicas, planejamento financeiro e apoio familiar, mas não transforma uma história individual em fórmula aplicável a todas as famílias. A trajetória mostra que acesso à informação, tempo para poupar, bolsas e suporte emocional podem atuar juntos.

Na sua opinião, qual desses fatores mais impede hoje um jovem de chegar à universidade: renda, orientação, qualidade da escola ou acesso a auxílio financeiro? Conte nos comentários qual deveria ser enfrentado primeiro.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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