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Menina aprende o alfabeto sozinha aos 18 meses, começa a ler aos 2 anos e, antes de completar 3, alcança o percentil 99 no teste Stanford-Binet, entra para a Mensa e conquista o recorde de integrante feminina mais jovem da organização de alto QI

Menina aprende o alfabeto sozinha aos 18 meses, começa a ler aos 2 anos e, antes de completar 3, alcança o percentil 99 no teste Stanford-Binet, entra para a Mensa e conquista o recorde de integrante feminina mais jovem da organização de alto QI

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Menina aprende o alfabeto sozinha aos 18 meses, começa a ler aos 2 anos e, antes de completar 3, alcança o percentil 99 no teste Stanford-Binet, entra para a Mensa e conquista o recorde de integrante feminina mais jovem da organização de alto QI

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 21/08/2026 às 06:36

Atualizado em 21/08/2026 às 06:37

Ciência e Tecnologia

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Isla McNabb aprendeu o alfabeto aos 18 meses, começou a ler aos 2 anos, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet e tornou-se a integrante feminina mais jovem da Mensa.

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Isla McNabb, de Crestwood, Kentucky, aprendeu o alfabeto sozinha aos 18 meses e começou a ler aos 2 anos. Perto dos dois anos e meio, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet, entrou para a Mensa e recebeu o recorde de integrante feminina mais jovem da organização mundial de alto QI.

Isla McNabb, de Crestwood, no Kentucky, Estados Unidos, começou a demonstrar habilidades de aprendizagem ainda nos primeiros anos de vida. Aos 18 meses, aprendeu sozinha o alfabeto; aos 2 anos, já lia palavras e, antes de completar 3, obteve pontuação no percentil 99 para sua idade nas Escalas de Inteligência Stanford-Binet.

As informações foram publicadas pelo Guinness World Records em 27 de novembro de 2023, em reportagem de Aliciamarie Rodriguez. O resultado permitiu que Isla ingressasse na Mensa e recebesse o título de membro mais jovem da Mensa na categoria feminina, conforme o recorde registrado pela organização.

Aos 7 meses, Isla já identificava objetos mostrados em livros

Isla McNabb aprendeu o alfabeto aos 18 meses, começou a ler aos 2 anos, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet e tornou-se a integrante feminina mais jovem da Mensa.
imagem: guiness world

Os pais de Isla, Jason McNabb e Amanda, perceberam desde cedo que a filha demonstrava um nível elevado de concentração. Inicialmente, porém, eles não consideraram seu desenvolvimento muito diferente do esperado.

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Jason contou que, aos 7 meses, a menina já conseguia selecionar determinados objetos em livros ilustrados quando alguém pedia que os identificasse.

Com 1 ano, menina começou a aprender cores, números e letras

Isla McNabb aprendeu o alfabeto aos 18 meses, começou a ler aos 2 anos, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet e tornou-se a integrante feminina mais jovem da Mensa.
imagem: guiness world

A evolução tornou-se mais perceptível quando Isla completou aproximadamente 1 ano de idade. Nessa fase, ela começou a aprender cores, números e o alfabeto.

A capacidade de absorver informações continuou avançando rapidamente. Aos 18 meses, segundo a família, Isla já havia aprendido o alfabeto por conta própria.

Leitura começou aos 2 anos e surpreendeu os próprios pais

Isla McNabb aprendeu o alfabeto aos 18 meses, começou a ler aos 2 anos, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet e tornou-se a integrante feminina mais jovem da Mensa.
video: guiness world

Aos 2 anos, Isla começou a ler. Uma demonstração ocorreu justamente em seu segundo aniversário, quando sua tia, Crystal, presenteou a menina com um bloco de notas apagável.

Jason escreveu a palavra “vermelho”, e Isla conseguiu lê-la. O pai então testou outras palavras, entre elas “azul”, “amarelo”, “gato” e “cachorro”, e a filha voltou a pronunciá-las corretamente.

Letras de brinquedo apareciam organizadas ao lado dos objetos da casa

Isla McNabb aprendeu o alfabeto aos 18 meses, começou a ler aos 2 anos, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet e tornou-se a integrante feminina mais jovem da Mensa.
imagem: guiness world

Os pais também passaram a encontrar letras coloridas de brinquedo posicionadas perto de objetos correspondentes dentro da residência.

Próximo de uma cadeira, Isla havia organizado as letras que formavam a palavra CADEIRA. Junto ao sofá, apareceu SOFÁ, e até o gato da família, chamado Booger, foi encontrado com as letras formando GATO ao lado.

Família decidiu procurar avaliação depois das demonstrações em casa

As associações espontâneas feitas pela menina levaram Amanda a sugerir que a filha fosse submetida a uma avaliação.

Quando Isla se aproximava dos dois anos e meio, uma psicóloga especializada em crianças superdotadas realizou o teste. Jason afirmou que a profissional normalmente não avaliava crianças tão pequenas, mas abriu uma exceção depois de conhecer as habilidades relatadas pela família.

Stanford-Binet colocou Isla no percentil 99 para sua idade

O desempenho nas Escalas de Inteligência Stanford-Binet colocou Isla no percentil 99 de inteligência para sua faixa etária.

Isso significa que o resultado estava entre o 1% mais alto considerado na avaliação. A pontuação também ultrapassava o requisito necessário para solicitar ingresso na Mensa.

Mensa exige resultado a partir do percentil 98

Isla McNabb aprendeu o alfabeto aos 18 meses, começou a ler aos 2 anos, alcançou o percentil 99 no Stanford-Binet e tornou-se a integrante feminina mais jovem da Mensa.
imagem: guiness world

A Mensa International é uma organização sem fins lucrativos destinada a pessoas que atingem pontuação igual ou superior ao percentil 98 em testes padronizados de inteligência aceitos pela instituição.

A entidade é apresentada como a maior e mais antiga sociedade de alto QI do mundo. Com o percentil 99 obtido no Stanford-Binet, Isla se qualificou para integrar a organização.

Entrada na Mensa ocorreu antes de Isla completar 3 anos

Isla ingressou na Mensa ainda com 2 anos, passando a deter o título reconhecido pelo Guinness World Records de membro mais jovem da Mensa na categoria feminina.

A família também viu na associação uma oportunidade de encontrar orientação. Amanda e Jason perceberam que havia poucos recursos disponíveis especificamente para crianças superdotadas tão novas.

Pais buscaram na Mensa contato com outras famílias

Jason afirmou que um dos maiores benefícios encontrados na organização foi a comunidade formada por famílias que lidavam com experiências semelhantes.

Os pais de outras crianças com altas habilidades passaram a ser fonte de informações para Amanda e Jason. Esse contato ajudou a família a compreender melhor questões educacionais e comportamentais relacionadas ao desenvolvimento da filha.

Aos 3 anos, Isla já estava matriculada na pré-escola

Quando a reportagem foi publicada, Isla tinha 3 anos e frequentava a pré-escola. Seus pais buscavam um plano educacional individualizado que pudesse atender às necessidades de aprendizagem da menina.

A família também esperava conseguir condições para que ela entrasse no jardim de infância mais cedo. Embora apresentasse desempenho acima da média em diferentes áreas, matemática e leitura estavam entre os campos de maior destaque.

Menina aprende palavras pela leitura e surpreende ao tentar pronunciá-las

Jason contou que Isla algumas vezes pronunciava determinadas palavras de maneira incorreta, levando os pais a concluir que provavelmente havia aprendido o vocabulário diretamente pela leitura, sem ouvi-lo anteriormente.

Em uma ocasião, ela disse que precisava lavar as mãos para retirar os germes, mas pronunciou a palavra de maneira diferente da habitual. O episódio mostrou à família que o vocabulário continuava sendo adquirido por caminhos que nem sempre conseguiam acompanhar.

Alfabeto em língua de sinais apareceu sem os pais ensinarem

Isla também começou a apresentar aos pais o alfabeto em Língua de Sinais Americana.

Amanda e Jason disseram não saber de onde ela havia aprendido. O episódio se somou a outras situações em que a menina demonstrava conhecimentos que os próprios familiares não lembravam de ter ensinado diretamente.

Desenvolvimento avançado também criou desafios dentro de casa

Jason reconheceu que criar uma criança com desenvolvimento intelectual tão acelerado exigiu adaptações. Em comparação com os outros filhos, estratégias simples deixaram de funcionar.

Os pais, por exemplo, não conseguiam soletrar palavras para evitar que Isla entendesse uma conversa. Quando o assunto era comprar sorvete, a menina rapidamente compreendia o que estava sendo discutido.

Pai diz que Isla se considera no mesmo nível dos adultos

Parte dos comportamentos de Isla permanecia compatível com sua idade, enquanto determinadas capacidades estavam muito mais avançadas. Para Jason, conciliar esses dois lados gerava desafios na rotina familiar.

Isla acha que está no mesmo nível que os adultos, e isso pode ser um desafio”, afirmou. O pai acrescentou que a menina não costumava aceitar facilmente uma resposta baseada apenas em “porque eu disse”.

Desenhar, estudar, ler e brincar com o gato estão entre suas atividades

Apesar da projeção causada pelo recorde, Isla mantinha atividades comuns à infância. Ela gostava de desenhar, estudar e brincar com Booger, o gato da família.

A leitura também ocupava parte importante da rotina. Entre seus livros favoritos estavam A Lagarta Muito Faminta e Pete, o Gato.

Família busca adaptar educação enquanto acompanha próximos passos de Isla

Aos 3 anos, Isla McNabb continuava na pré-escola enquanto os pais buscavam um planejamento educacional compatível com seu ritmo de aprendizagem. A expectativa era avaliar a possibilidade de antecipar sua entrada no jardim de infância.

Jason afirmou estar entusiasmado com o reconhecimento do Guinness World Records e com as oportunidades que poderiam surgir para a filha. Para ele, a quantidade de conquistas alcançadas por Isla em apenas três anos já havia surpreendido toda a família.

Na sua opinião, escolas deveriam oferecer planos educacionais específicos para crianças que demonstram habilidades muito acima da faixa etária desde os primeiros anos? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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