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Menina de 12 anos sobrevive sozinha à queda do voo 626 no oceano, passa 9 horas à deriva agarrada à fuselagem sem água, comida ou colete salva-vidas e só depois descobre que sua mãe morreu e que outras 152 pessoas não resistiram ao acidente

Menina de 12 anos sobrevive sozinha à queda do voo 626 no oceano, passa 9 horas à deriva agarrada à fuselagem sem água, comida ou colete salva-vidas e só depois descobre que sua mãe morreu e que outras 152 pessoas não resistiram ao acidente

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Menina de 12 anos sobrevive sozinha à queda do voo 626 no oceano, passa 9 horas à deriva agarrada à fuselagem sem água, comida ou colete salva-vidas e só depois descobre que sua mãe morreu e que outras 152 pessoas não resistiram ao acidente

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 24/08/2026 às 10:40

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Bahia Bakari tinha 12 anos quando sobreviveu ao voo 626 e passou nove horas no oceano agarrada à fuselagem antes de ser resgatada.

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Bahia Bakari tinha 12 anos quando o voo 626 caiu no oceano em 2009. Lançada para fora da aeronave sem colete salva-vidas, agarrou-se a um pedaço da fuselagem e ficou nove horas à deriva, sem água nem comida, até ser resgatada. No hospital, soube que era a única sobrevivente do acidente.

Bahia Bakari tinha apenas 12 anos quando se tornou a única sobrevivente do acidente com o voo 626, em 2009. Depois de ser lançada para fora da aeronave, a menina permaneceu nove horas no oceano, agarrada a um pedaço da fuselagem, sem água, comida ou colete salva-vidas, até ser localizada por uma embarcação.

Segundo reportagem publicada pelo Diário do Comércio em 24 de agosto de 2026, com informações atribuídas ao Aventuras na História, o acidente matou 152 pessoas. Bahia voltou posteriormente para a França e descobriu no hospital que sua mãe, Aziza Aboudou, estava entre as vítimas e que ela havia sido a única pessoa a sobreviver.

Bahia era a mais velha de quatro filhos de uma família francesa

Bahia Bakari tinha 12 anos quando sobreviveu ao voo 626 e passou nove horas no oceano agarrada à fuselagem antes de ser resgatada.

Bahia é francesa e a filha mais velha entre os quatro filhos de Kasim Bakari e Aziza Aboudou.

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A viagem que terminaria no acidente começou como um período de férias. Bahia e a mãe decidiram aproveitar o verão para visitar Comores, na África Oriental, país de origem da família.

Viagem começou em Paris e passou por Marselha e pelo Iêmen

Mãe e filha saíram de Paris, na França, e seguiram para Marselha, também em território francês.

Depois, viajaram para o Iêmen, onde embarcaram no voo 626 para continuar o trajeto em direção a Comores.

Voo 626 começou a perder altitude nos momentos finais da viagem

Nos últimos momentos do percurso, a situação dentro da aeronave mudou.

Segundo as informações atribuídas ao Aventuras na História, o avião começou a perder altitude e acabou se chocando contra o mar. O impacto deixou a aeronave em pedaços.

Bahia foi lançada para fora sem colete salva-vidas

A menina foi projetada para fora da aeronave durante o acidente e caiu no oceano sem estar usando um colete salva-vidas.

Bahia tinha apenas conhecimentos básicos de natação, mas conseguiu encontrar um pedaço da fuselagem da aeronave destruída e se agarrar a ele.

Pedaço da fuselagem sustentou menina durante nove horas

O fragmento do avião se tornou o ponto de apoio de Bahia em pleno oceano.

Durante nove horas, a garota permaneceu à deriva agarrada à fuselagem, sem acesso a água e sem qualquer alimento enquanto aguardava ser encontrada.

A menina precisou resistir no mar mesmo sem domínio avançado de natação e sem equipamento de flutuação.

Embarcação privada encontrou a única sobrevivente

O resgate aconteceu quando uma embarcação privada que participava das buscas na região encontrou Bahia no oceano.

A localização encerrou as nove horas em que a menina permaneceu sozinha no mar após a destruição do voo 626.

Fraturas na pélvis e clavícula estavam entre as lesões

Bahia sobreviveu ao impacto e ao período à deriva, mas saiu do acidente com ferimentos.

A menina sofreu fraturas na pélvis e na clavícula, além de machucados no rosto e queimaduras nos joelhos.

Mesmo ferida, conseguiu permanecer agarrada aos destroços até a chegada da embarcação de resgate.

Bahia voltou para a França para reencontrar pai e irmãos

Depois do resgate, a menina retornou à França, onde estavam o pai, Kasim Bakari, e os irmãos.

Foi no hospital que Bahia recebeu a dimensão completa do que havia ocorrido durante o voo.

No hospital, soube que a mãe havia morrido

Bahia viajava acompanhada por Aziza Aboudou, mas as duas foram separadas pelo acidente.

Segundo as informações citadas pela reportagem, a menina descobriu no hospital que a mãe havia morrido e que nenhum dos demais ocupantes do voo havia sobrevivido.

Acidente de 2009 deixou 152 mortos e apenas uma sobrevivente

A queda do voo 626 deixou 152 mortos, de acordo com a publicação.

Bahia Bakari foi a única sobrevivente da tragédia. Ela tinha 12 anos quando caiu no oceano, permaneceu nove horas agarrada aos destroços e foi retirada do mar por uma embarcação particular.

Imprensa passou a chamar Bahia de “A Menina Milagrosa”

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A sobrevivência ao impacto, às lesões e às nove horas no oceano levou a história de Bahia a ganhar ampla repercussão.

A garota recebeu da imprensa o apelido de “A Menina Milagrosa”, depois de sobreviver ao acidente que matou as outras 152 pessoas que estavam no voo.

A trajetória registrada em 2009 terminou com Bahia novamente na França, ao lado do pai e dos irmãos, enquanto se recuperava das fraturas na pélvis e na clavícula, dos ferimentos no rosto e das queimaduras nos joelhos.

Para você, o que mais impressiona na sobrevivência de Bahia: resistir ao impacto da queda, permanecer nove horas sozinha no oceano ou conseguir se manter agarrada aos destroços sem colete salva-vidas? Deixe sua opinião nos comentários.

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Bahia Bakari


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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