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Menina de 3 anos sai sozinha de casa ás 1h30 madrugada vestindo apenas uma fralda, é encontrada chorando e com muito frio na rua e funcionários de empresa de energia usam os próprios uniformes para aquecê-la; Mãe estava no baile funk

Menina de 3 anos sai sozinha de casa ás 1h30 madrugada vestindo apenas uma fralda, é encontrada chorando e com muito frio na rua e funcionários de empresa de energia usam os próprios uniformes para aquecê-la; Mãe estava no baile funk

7 min de leitura

Menina de 3 anos sai sozinha de casa ás 1h30 madrugada vestindo apenas uma fralda, é encontrada chorando e com muito frio na rua e funcionários de empresa de energia usam os próprios uniformes para aquecê-la; Mãe estava no baile funk

Escrito por Valdemar Medeiros

Publicado em 24/08/2026 às 12:19

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Menina encontrada sozinha na rua de madrugada – Reprodução

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Menina de 3 anos foi encontrada sozinha, descalça e apenas de fralda às 1h30 em Santo André. Funcionários da Enel improvisaram proteção contra o frio até a chegada da PM.

Na madrugada de 3 de agosto de 2025, uma menina de apenas 3 anos apareceu caminhando sozinha pela Rua Peró Vaz, no bairro Vila Luzita, em Santo André, no ABC Paulista. Eram aproximadamente 1h30, e a criança estava descalça, vestindo somente uma fralda, chorando e procurando pela mãe. Segundo reportagens do SBT News e da CNN Brasil baseadas no boletim de ocorrência e em informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, a mãe, de 19 anos, havia deixado a filha dormindo sozinha em casa para ir a um baile funk.

O que poderia ter se transformado em uma ocorrência ainda mais grave mudou quando funcionários ligados à Enel, que realizavam serviços na região durante a madrugada, perceberam a menina. Diante do frio, improvisaram proteção utilizando os próprios uniformes e permaneceram com ela enquanto a Polícia Militar era acionada.

Moradores também apareceram com roupas e meias. Cerca de cinco minutos depois, uma viatura chegou ao local. A mãe retornaria somente por volta das 4h, segundo os relatos publicados sobre o caso.

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Menina de 3 anos apareceu sozinha na rua por volta de 1h30

As câmeras de segurança da região registraram uma cena que chamou atenção pela vulnerabilidade da criança.

A menina caminhava pela Rua Peró Vaz, em Vila Luzita, sem nenhum adulto ao lado, usando apenas uma fralda. Ela estava descalça, chorava e chamava pela mãe enquanto avançava pela calçada durante a madrugada.

Segundo a CNN Brasil, o boletim de ocorrência situa o momento em aproximadamente 1h30 da madrugada.

Não havia, naquele instante, qualquer responsável acompanhando a criança.

Funcionários da Enel perceberam que havia algo errado

Uma equipe que prestava serviços relacionados à Enel estava trabalhando na região quando percebeu a movimentação.

O SBT News identificou um dos trabalhadores como Rafael Cruz, colaborador de uma empresa terceirizada. De acordo com seu relato, o grupo já prestava atenção à rua depois de observar um automóvel branco circulando repetidamente pelo local. Pouco depois, eles perceberam a menina.

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O cenário imediatamente causou preocupação. Uma criança de 3 anos, desacompanhada, usando apenas fralda e caminhando durante a madrugada exigia intervenção rápida.

Os trabalhadores se aproximaram e passaram a cuidar dela enquanto tentavam entender de onde havia vindo.

A criança estava com tanto frio que os trabalhadores improvisaram roupas

O relato de Rafael Cruz fornece uma das imagens mais fortes da ocorrência. Ao SBT News, ele afirmou que a menina estava “roxa de frio” e repetia que queria a mãe. A expressão descreve a percepção do trabalhador naquele momento, não um diagnóstico médico.

Sem roupas infantis disponíveis, os funcionários improvisaram.

Eles utilizaram uniformes da própria empresa para cobrir e aquecer a criança enquanto aguardavam ajuda. A CNN também confirmou que os trabalhadores improvisaram uma proteção para a menina porque ela aparentava estar com muito frio.

Menina encontrada sozinha na rua de madrugada – Reprodução

Uma situação cotidiana de manutenção elétrica havia se transformado, em poucos minutos, em uma operação improvisada de proteção de uma criança.

Moradores apareceram com roupas de frio e meias

A mobilização não ficou restrita aos trabalhadores. Depois que a presença da criança foi percebida, moradores da Rua Peró Vaz também começaram a ajudar. Segundo o SBT News, pessoas da vizinhança levaram roupas de frio e meias para proteger a menina.

Enquanto isso, a Polícia Militar já havia sido acionada.

A reportagem informa que uma viatura chegou aproximadamente cinco minutos depois. Os funcionários explicaram aos policiais como haviam encontrado a criança e as equipes começaram a tentar localizar os responsáveis e identificar de qual residência ela havia saído.

Até aquele momento, a menina ainda estava sem a mãe.

A criança havia conseguido sair de casa enquanto estava sozinha

Uma informação posterior ajudou a reconstruir como a menina chegou à rua.

Em entrevista ao SBT News, o padrasto da mãe disse que o portão da residência apresentava problema para fechar e que a criança teria conseguido passar por uma abertura depois de ficar sozinha em casa.

Segundo ele, normalmente a menina permanecia com a avó materna quando a jovem saía. Naquela madrugada, entretanto, a avó estava trabalhando.

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A mãe teria deixado a filha dormindo e saído da residência. A criança acordou, não encontrou a mãe e conseguiu deixar o imóvel.

A avó apareceu cerca de uma hora depois do resgate

A busca por familiares continuou depois que a Polícia Militar chegou. Segundo o SBT News, aproximadamente uma hora após a localização da menina, a avó materna apareceu.

O boletim de ocorrência citado pela Folha de S.Paulo relata que a Polícia Militar acolheu a criança, conseguiu identificar a mãe e providenciou seu contato. A mãe, no entanto, não estava em casa naquele momento.

O caso começou então a deixar de ser apenas uma ocorrência envolvendo criança perdida e passou a ser tratado pelas autoridades como possível abandono de incapaz.

A mãe retornou por volta das 4h e admitiu ter ido a um baile funk

As reportagens convergem sobre o que ocorreu depois. A mãe, então com 19 anos, retornou por volta das 4h da madrugada. Segundo informações atribuídas à polícia e ao boletim de ocorrência, ela admitiu ter deixado a filha dormindo sozinha para participar de um baile funk nas proximidades.

Conselho Tutelar encontrou registros anteriores de denúncias

O caso ganhou uma dimensão adicional quando o Conselho Tutelar foi chamado. Segundo a Folha de S.Paulo, o órgão informou que já existiam outras denúncias de abandono envolvendo a mesma mulher.

A CNN Brasil também informou que a avó materna declarou às autoridades que aquela não teria sido a primeira ocorrência do tipo e que já havia procurado o Conselho Tutelar anteriormente.

Após analisar a situação, o Conselho determinou o acolhimento institucional da menina.

Esse encaminhamento tinha caráter de proteção. Não significa, pelas informações disponíveis nas reportagens consultadas, uma decisão definitiva sobre guarda ou poder familiar.

Mãe foi presa em flagrante por abandono de incapaz

A jovem foi conduzida ao 6º Distrito Policial de Santo André. O caso foi registrado como abandono de incapaz, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública reproduzidas pela CNN, Folha e Portal iG.

A mãe foi presa em flagrante. Enquanto a situação policial seguia seu curso, a prioridade das autoridades de proteção à infância passou a ser definir onde a menina permaneceria.

O Conselho Tutelar decidiu pelo acolhimento institucional, considerando as circunstâncias da madrugada e a existência relatada de denúncias anteriores.

A identidade da criança foi preservada nas principais reportagens, como determina a proteção de menores envolvidos em ocorrências dessa natureza.

Funcionários transformaram uniformes de trabalho em proteção contra o frio

A repercussão do caso acabou concentrada em dois momentos distintos. O primeiro foi a imagem registrada pelas câmeras: uma criança de 3 anos, descalça e usando apenas fralda, caminhando pela rua às 1h30 da madrugada enquanto chamava pela mãe.

O segundo aconteceu poucos minutos depois, quando trabalhadores que deveriam estar ocupados com serviços de energia perceberam a situação e mudaram completamente de prioridade.

Não havia cobertor infantil disponível. Não havia responsáveis por perto. Eles utilizaram seus uniformes para aquecer a menina até que outras pessoas e a polícia chegassem.

A intervenção permitiu que a criança permanecesse protegida enquanto sua origem era investigada.

Ocorrência terminou com criança acolhida e investigação policial

Depois de toda a sequência, a menina não voltou imediatamente para a mesma situação em que estava antes de sair de casa.

O Conselho Tutelar determinou o acolhimento institucional, enquanto o caso policial continuou sob investigação no 6º Distrito Policial de Santo André. A mãe foi presa em flagrante, posteriormente liberada por ordem judicial e passou a responder pelo caso em liberdade conforme as informações disponíveis logo após a ocorrência.

O episódio ocorreu em uma rua residencial de Santo André e durou poucas horas, mas reuniu uma sucessão incomum de circunstâncias.

Uma criança de 3 anos acordou sem a mãe, conseguiu deixar a residência, caminhou sozinha pela madrugada usando apenas uma fralda e acabou encontrada por trabalhadores que estavam no lugar certo no momento decisivo.

Quando perceberam o estado da menina, eles fizeram o que estava ao alcance naquele instante: transformaram os próprios uniformes de trabalho em roupas improvisadas para protegê-la do frio e permaneceram ao seu lado até a chegada da polícia.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Valdemar Medeiros.

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