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Menina percebe colega sendo humilhado toda vez que pede lápis e materiais emprestados, usa a última parte de sua própria mesada para comprar canetas, marcadores e lápis de cor e entrega tudo ao estudante para que ele consiga fazer as tarefas sem precisar pedir novamente

Menina percebe colega sendo humilhado toda vez que pede lápis e materiais emprestados, usa a última parte de sua própria mesada para comprar canetas, marcadores e lápis de cor e entrega tudo ao estudante para que ele consiga fazer as tarefas sem precisar pedir novamente

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Menina percebe colega sendo humilhado toda vez que pede lápis e materiais emprestados, usa a última parte de sua própria mesada para comprar canetas, marcadores e lápis de cor e entrega tudo ao estudante para que ele consiga fazer as tarefas sem precisar pedir novamente

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 20/08/2026 às 08:48

Curiosidades

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Erian Pierre usou o restante de sua mesada para comprar canetas, marcadores e lápis de cor a um colega que sofria bullying ao pedir materiais emprestados.

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Erian Pierre percebeu que um colega era alvo de bullying ao pedir materiais escolares emprestados e decidiu agir. Com o que restava de sua mesada, comprou canetas, marcadores e lápis de cor para que o menino pudesse realizar as tarefas sem depender novamente dos colegas que se recusavam a ajudá-lo.

Erian Pierre percebeu que um menino de sua turma enfrentava situações recorrentes de bullying relacionadas à falta de material escolar. Quando precisava de itens para realizar as tarefas e recorria aos próprios colegas, encontrava recusas, era ignorado e continuava exposto às provocações.

As informações foram publicadas pelo Goalcast, em reportagem assinada por Lindsey Staub. O relato mostra que Erian decidiu usar o dinheiro que ainda restava de sua própria mesada para comprar os materiais de que o colega precisava e reduzir sua dependência dos estudantes que se recusavam a compartilhar os itens.

Colega precisava pedir materiais emprestados para conseguir fazer as tarefas

O menino recorria aos colegas quando precisava de algum material escolar durante as atividades. A situação, porém, havia se transformado em motivo de constrangimento dentro da turma.

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Christan, irmã de Erian, contou que alguns estudantes ignoravam os pedidos, fingiam não possuir o material solicitado ou simplesmente se recusavam a emprestá-lo. O problema ocorria enquanto o garoto tentava conseguir os itens necessários para realizar as tarefas.

Um dos estudantes chegou a pedir que ninguém entregasse nada ao menino

Erian Pierre usou o restante de sua mesada para comprar canetas, marcadores e lápis de cor a um colega que sofria bullying ao pedir materiais emprestados.

A reação dos colegas não se limitava a negar os pedidos. Segundo o relato da irmã de Erian, um estudante chegou a gritar: “Parem de dar coisas para ele!”

A atitude deixava o menino em uma posição ainda mais vulnerável sempre que precisava recorrer à turma. Erian acompanhou a situação e decidiu que poderia ajudá-lo de outra maneira, eliminando a necessidade de pedir repetidamente os mesmos materiais.

Erian decidiu gastar o que ainda restava de sua própria mesada

Erian Pierre usou o restante de sua mesada para comprar canetas, marcadores e lápis de cor a um colega que sofria bullying ao pedir materiais emprestados.

Erian utilizou a parte restante de sua mesada para comprar materiais escolares para o colega. O dinheiro, que poderia ser utilizado por ela para outros fins, foi direcionado aos itens de que o menino precisava na escola.

A intenção era permitir que ele tivesse seus próprios materiais e pudesse realizar as atividades sem depender de estudantes que o ignoravam ou recusavam ajuda. A iniciativa também buscava evitar que novos pedidos o colocassem novamente diante das mesmas situações de bullying.

Canetas, marcadores e lápis de cor formaram o conjunto comprado pela menina

Entre os itens adquiridos por Erian estavam canetas, marcadores e lápis de cor. A menina reuniu os materiais com o dinheiro disponível em sua mesada e os destinou ao colega.

O gesto atacava diretamente a dificuldade que desencadeava aquelas situações na sala: a necessidade de solicitar itens emprestados. Com seu próprio conjunto, o menino teria condições de realizar as tarefas sem precisar recorrer continuamente aos demais alunos.

Irmã fotografou Erian com os materiais e publicou a atitude na internet

A irmã de Erian ficou orgulhosa da decisão e registrou a menina junto aos materiais comprados. A fotografia foi posteriormente publicada na internet.

Na publicação, Christan explicou que Erian havia utilizado o que restava da mesada justamente para que o colega não precisasse mais se preocupar em pedir ajuda às pessoas que se recusavam a ajudá-lo.

Menino passou a ter seus próprios itens para realizar as atividades escolares

Os materiais entregues por Erian deram ao estudante uma alternativa à rotina de pedir objetos emprestados durante as tarefas. O problema relatado não era apenas a falta dos itens, mas a reação que esses pedidos provocavam entre alguns colegas.

A compra feita com a mesada permitiu que ele passasse a contar com canetas, marcadores e lápis de cor próprios. Dessa forma, a circunstância que repetidamente o colocava diante das recusas dos outros estudantes foi reduzida.

Erian decidiu intervir depois de acompanhar o bullying dentro da própria turma

Erian não era responsável pela situação enfrentada pelo colega, mas resolveu agir depois de percebê-la. A decisão foi tomada a partir de algo que ela conseguia fazer diretamente: usar suas próprias economias para comprar os materiais.

A iniciativa não envolveu uma grande estrutura ou campanha. A menina identificou uma necessidade concreta de alguém que estudava com ela e utilizou os recursos que tinha disponíveis naquele momento para oferecer uma solução prática.

Última parte da mesada deu ao colega uma forma de não depender mais dos empréstimos

A ação de Erian Pierre mudou uma parte específica da rotina escolar do menino: a necessidade de recorrer aos colegas para conseguir materiais durante as atividades. Os objetos comprados com o restante da mesada foram entregues para que ele pudesse fazer as tarefas com seus próprios itens.

O relato não informa o valor gasto nem detalha o que aconteceu posteriormente com os estudantes envolvidos no bullying. O resultado descrito é que o garoto passou a ter os materiais necessários e, assim, uma oportunidade de não precisar voltar a pedir ajuda aos colegas que antes se recusavam a compartilhá-los.

Na sua opinião, atitudes de colegas podem fazer diferença no combate ao bullying dentro da escola quando um estudante está sendo isolado ou humilhado? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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