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Menino super gênio de só 4 anos já lia aos 18 meses e, com QI 141, já domina tabuadas, estuda conteúdos complicados e já entrou em duas instituições de superdotados reconhecidas
Escrito por Romário Pereira de Carvalho
Publicado em 17/08/2026 às 12:58
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Menino começou a ler aos 18 meses, alcançou percentis acima de 99,7 em testes de inteligência e hoje estuda biologia celular e fisiologia humana em cursos para alunos superdotados da Northwestern University aos quatro anos
Aos 4 anos, Arjun Vishal Prajapati alcançou QI Total de 141 na escala Stanford-Binet, entrou para Mensa e Intertel e se qualificou para o Davidson Young Scholars. A criança, que começou a ler aos 18 meses, também estuda conteúdos de biologia celular e fisiologia humana pela Northwestern University.
Arjun Vishal Prajapati alcançou percentil 99,7 em teste de inteligência
A avaliação de Arjun foi realizada por psicólogos clínicos licenciados no Canadá, por meio da Escala de Inteligência Stanford-Binet, Quinta Edição, conhecida como SB5.
O resultado apontou QI Total, ou QIT, de 141, colocando o menino no percentil 99,7 entre os avaliados pelo teste.
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Em áreas específicas, os resultados foram ainda maiores. O Índice de Memória de Trabalho chegou a 146, acima do percentil 99,9, enquanto o QI Não Verbal atingiu 149, acima do percentil 99,99.
Os resultados também permitiram sua qualificação para o Davidson Young Scholars, programa direcionado a crianças com altas habilidades.
Aos 4 anos, menino passa a integrar Mensa e Intertel
Com os resultados obtidos nas avaliações, Arjun Vishal Prajapati tornou-se integrante de duas organizações voltadas a pessoas com altas pontuações em testes de inteligência: Mensa e Intertel.
A Mensa aceita pessoas que estejam entre os 2% com melhores resultados em testes de inteligência reconhecidos.
A Intertel possui critério ainda mais restrito e geralmente admite participantes classificados entre o 1% superior.
A entrada nessas organizações considera avaliações psicométricas supervisionadas, e não simplesmente o desempenho escolar da criança.
No caso de Arjun, a dupla qualificação aconteceu aos 4 anos, acompanhada pelos resultados obtidos no teste Stanford-Binet.
Leitura começou aos 18 meses e matemática virou interesse central
Segundo seus pais, os primeiros sinais de interesse pelo aprendizado surgiram antes mesmo de Arjun entrar na escola. Aos 18 meses, ele começou a ler de maneira independente.
Quando chegou aos 2 anos, já lia placas de trânsito, cardápios de restaurantes e mapas.
A matemática tornou-se uma de suas principais áreas de interesse. Aos 4 anos, Arjun trabalha com tabuadas de multiplicação até 20, padrões numéricos e conceitos matemáticos normalmente associados ao Grade 5.
O interesse, segundo o relato familiar, não se limita a encontrar resultados. O menino procura compreender por que os números se comportam de determinada maneira.
Entre suas perguntas aparecem temas como infinito, o que poderia ter existido antes do Big Bang e o resultado conceitual de infinito menos infinito.
Biologia, espaço e corpo humano também fazem parte dos estudos
A curiosidade de Arjun também envolve o funcionamento do corpo humano. Ele busca compreender, por exemplo, como o oxigênio percorre o organismo e por que números pares e ímpares apresentam comportamentos diferentes.
Outros assuntos de interesse incluem buracos negros, espaço profundo e conceitos relacionados ao infinito.
Arjun está matriculado em cursos voltados a estudantes com altas habilidades pela Northwestern University, nos quais estuda biologia celular e fisiologia humana.
Fora dos estudos, pratica futebol, basquete, natação e yoga. Também gosta de pintura, toca piano e aprende francês e espanhol.
Seus pais são Dr Vishal V. Prajapati, médico de Vadodara, e Mahita, advogada formada pela National Law School of India que posteriormente concluiu um LLM nos Estados Unidos.
Segundo Dr Prajapati, a família procura não impor pressão acadêmica. Ele afirma que os pais oferecem livros, visitas a museus, conversas e oportunidades para que o filho explore seus próprios interesses.
Arjun afirma querer se tornar médico-cientista no futuro, combinando medicina e pesquisa.
Esta matéria foi elaborada com base nas informações presentes no material-base fornecido, com dados, números e declarações preservados conforme o conteúdo consultado.
Fonte
https://timesofindia.indi
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

