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Mulher cava um canteiro no jardim de casa, vê algo brilhando no meio da terra e pensa que era apenas um pedaço de lata, mas descobre um anel de ouro 18 quilates com diamantes verdadeiros e uma esmeralda criada em laboratório que pode ter ficado enterrado ali por décadas

Mulher cava um canteiro no jardim de casa, vê algo brilhando no meio da terra e pensa que era apenas um pedaço de lata, mas descobre um anel de ouro 18 quilates com diamantes verdadeiros e uma esmeralda criada em laboratório que pode ter ficado enterrado ali por décadas

6 min de leitura

Mulher cava um canteiro no jardim de casa, vê algo brilhando no meio da terra e pensa que era apenas um pedaço de lata, mas descobre um anel de ouro 18 quilates com diamantes verdadeiros e uma esmeralda criada em laboratório que pode ter ficado enterrado ali por décadas

Escrito por Carla Teles

Publicado em 31/08/2026 às 20:00

Atualizado 31/08/2026 às 20:01

Curiosidades

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Mulher encontra anel de ouro no jardim; joia tem ouro 18 quilates, diamantes e esmeralda, e origem permanece um mistério.

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Em Kingston, ao sul de Hobart, Megan Ambrus encontrou um anel de ouro enquanto cavava o solo argiloso do jardim; depois de limpar a peça, levou-a a um joalheiro, que confirmou ouro 18 quilates e pequenos diamantes verdadeiros, enquanto a pedra verde foi apontada como provável esmeralda criada em laboratório.

Um simples trabalho de jardinagem terminou em uma descoberta inesperada para Megan Ambrus, moradora de Kingston, ao sul de Hobart, na Tasmânia, Austrália. Enquanto revolvia um canteiro e cavava o solo argiloso sob o gramado, ela percebeu um brilho entre a terra e encontrou um anel de ouro que inicialmente confundiu com um pequeno pedaço de lata.

O caso foi publicado pela ABC australiana em 26 de junho de 2021 e posteriormente atualizado em janeiro de 2025. Depois de limpar a joia e procurar avaliação profissional, Megan descobriu que a peça era de ouro 18 quilates, trazia pequenos diamantes considerados verdadeiros e tinha uma pedra verde apontada como provavelmente uma esmeralda criada em laboratório.

Brilho no meio da terra parecia apenas mais um pedaço de lixo

Imagem: Facebook de Megan Ambrus.

Megan estava trabalhando em um canteiro elevado quando algo refletiu a luz no meio do solo. A primeira reação não foi imaginar que havia encontrado uma joia valiosa. Ela pensou que o objeto brilhante pudesse ser simplesmente um pedaço de lata.

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A impressão fazia sentido diante das condições do terreno. Segundo seu relato, havia muito material descartado naquele solo, incluindo fragmentos de vasos e outros objetos quebrados encontrados sempre que ela cavava o jardim.

Anel de ouro apareceu debaixo do gramado

Quando observou o objeto mais de perto, Megan percebeu que não se tratava de lixo. O material que havia chamado sua atenção era um anel de ouro coberto pela terra, encontrado enquanto ela mexia no solo argiloso existente abaixo do gramado.

A descoberta surpreendeu justamente porque objetos quebrados eram comuns naquele terreno, mas uma joia não. O que parecia mais um fragmento sem importância escondia pedras e uma estrutura que justificavam uma investigação mais cuidadosa.

Limpeza revelou pedras que pareciam diamantes e uma esmeralda

Depois de retirar o anel da terra, Megan fez uma limpeza cuidadosa para enxergar melhor seus detalhes. A peça revelou uma grande pedra verde central cercada por pequenas pedras transparentes.

Visualmente, o conjunto lembrava um anel de esmeralda com diamantes, mas a aparência sozinha não era suficiente para determinar os materiais. Por isso, Megan decidiu procurar um joalheiro para descobrir exatamente o que havia encontrado.

Joalheiro confirmou ouro 18 quilates

Imagem: Facebook de Megan Ambrus.

A primeira confirmação importante foi sobre o metal. Segundo Megan relatou à ABC, o profissional que avaliou a peça afirmou que o anel de ouro era feito em ouro 18 quilates.

O exame também indicou que as pequenas pedras posicionadas ao redor da pedra verde eram diamantes verdadeiros. A descoberta, portanto, havia deixado de ser apenas uma curiosidade encontrada no quintal para se tornar uma joia composta por materiais genuínos.

Pequenos diamantes ao redor da pedra eram verdadeiros

Megan contou que o joalheiro identificou como verdadeiros os pequenos diamantes presentes nas extremidades da composição. Eles circundavam a pedra verde central e faziam parte do desenho da joia.

Isso aumentou ainda mais a surpresa provocada pelo achado. O objeto que segundos antes parecia um pedaço de lata continha ouro 18 quilates e diamantes reais, embora ainda houvesse uma questão importante sobre a pedra mais chamativa.

Esmeralda provavelmente foi criada em laboratório

A grande pedra verde foi avaliada de maneira diferente. Segundo o relato de Megan e a análise apresentada posteriormente pelo mestre joalheiro Chris Hood, ela provavelmente é uma esmeralda criada em laboratório, também chamada de esmeralda sintética ou criada.

Isso não significa que a pedra seja simplesmente plástico ou vidro. Esmeraldas criadas podem apresentar composição e propriedades semelhantes às de materiais naturais, mas são produzidas em ambiente controlado em vez de se formarem naturalmente no subsolo.

Pedra criada poderia sobreviver milhares de anos naquele solo

Chris Hood explicou à ABC que uma esmeralda criada continua podendo apresentar beleza e durabilidade significativas. Segundo ele, uma pedra desse tipo poderia permanecer durante milhares de anos no solo da Tasmânia e sair visualmente praticamente igual.

A principal característica que ela não possui em comparação com uma esmeralda natural é a raridade. Para o especialista, essa diferença altera profundamente a avaliação financeira de uma joia, embora não elimine sua resistência ou aparência.

Especialistas apresentaram estimativas diferentes sobre a idade do anel

A época de fabricação da peça não foi estabelecida de forma definitiva. Megan relatou que o primeiro joalheiro consultado considerou que o anel de ouro poderia ter sido produzido entre as décadas de 1940 e 1960, período em que aquele estilo teria sido popular.

Chris Hood apresentou outra possibilidade. Observando o tipo de fabricação, descrito como uma montagem fundida ou estampada, ele considerou que a peça provavelmente poderia ser da década de 1980, quando joias semelhantes também estavam em evidência.

Ninguém sabe por quanto tempo a joia ficou enterrada

Essa divergência impede afirmar exatamente quantos anos o anel passou sob a terra. Megan também disse que não sabia como a joia havia chegado ao jardim nem há quanto tempo permanecia naquele ponto.

Por isso, embora seja possível que o objeto tenha ficado enterrado durante décadas, não existe uma data comprovada para sua perda. A própria história do imóvel oferece apenas pistas, não uma resposta definitiva.

Apartamento havia sido construído em 1975

Megan informou que se mudou para o apartamento em 2013 e que o imóvel havia sido construído em 1975. Ela conhecia ainda uma história sobre uma antiga moradora que teria vivido ali por muitos anos.

Segundo Megan, essa mulher era idosa, aparentemente não tinha família e morreu enquanto ainda residia no local. A possibilidade levou a atual moradora a imaginar se o anel de ouro poderia ter pertencido a ela, mas não há comprovação dessa hipótese.

Possível antiga dona virou uma das pistas do mistério

A história da antiga residente oferece uma explicação plausível para a presença da joia no jardim, mas permanece somente como possibilidade. Não há registro apresentado pela fonte que ligue diretamente aquela mulher ao anel encontrado por Megan.

A peça poderia ter sido perdida por diferentes pessoas ao longo dos anos. Sem documentação, inscrição identificável ou alguém capaz de comprovar a propriedade, a origem do anel permaneceu aberta.

Descoberta atraiu pessoas dizendo ser donas da joia

Depois que Megan compartilhou a história nas redes sociais, o interesse rapidamente aumentou. Segundo ela, começaram a surgir contatos de pessoas que afirmavam ter alguma relação com a peça ou demonstravam interesse em comprá-la.

Mesmo diante dessas abordagens, Megan afirmou que queria descobrir quem era o verdadeiro proprietário original do anel, independentemente de quanto a joia pudesse valer.

Megan decidiu não usar o anel encontrado no jardim

Além da preocupação com a procedência, havia um problema prático: a joia era um pouco grande para ela. Megan disse que não pretendia colocá-la no dedo por receio de perder novamente uma peça que já havia passado por uma história tão improvável.

O comentário criou uma coincidência curiosa. Depois de encontrar o anel de ouro enterrado no jardim, ela temia que a peça pudesse escapar de sua mão, desaparecer outra vez e acabar sendo encontrada por outra pessoa muitos anos no futuro.

Um pedaço de “lata” virou ouro, diamantes e um mistério sem dono

A sequência começou com um brilho quase ignorado no meio da terra. Megan cavava um jardim cheio de restos de objetos quando retirou do solo uma peça que revelou ouro 18 quilates, pequenos diamantes verdadeiros e uma provável esmeralda criada em laboratório.

O que permanece sem resposta é talvez a parte mais intrigante: ninguém conseguiu estabelecer definitivamente quem perdeu a joia ou por quanto tempo ela esteve enterrada. Se você encontrasse um anel de ouro como esse no jardim da sua própria casa, tentaria localizar o antigo dono ou consideraria que a peça deveria ficar com quem a encontrou? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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