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Navio japonês com mais de 1 mil corpos é encontrado por sonar no Pacífico 80 anos após naufrágio na Segunda Guerra Mundial

Navio japonês com mais de 1 mil corpos é encontrado por sonar no Pacífico 80 anos após naufrágio na Segunda Guerra Mundial

2 min de leitura

Navio japonês com mais de 1 mil corpos é encontrado por sonar no Pacífico 80 anos após naufrágio na Segunda Guerra Mundial

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 01/08/2026 às 10:48

Atualizado em 01/08/2026 às 10:49

Ciência e Tecnologia

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Imagem: Divulgação

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Pesquisadores localizaram os destroços do navio japonês na costa de Luzon, onde a embarcação afundou em 1944 transportando cerca de 1.200 prisioneiros britânicos e holandeses confinados em condições precárias durante a guerra

O Hofuku Maru, navio japonês que transportava cerca de 1.200 prisioneiros de guerra, foi localizado no fundo do Oceano Pacífico, na costa oeste da ilha de Luzon, nas Filipinas. A descoberta ocorreu aproximadamente 80 anos após o naufrágio, registrado em 21 de setembro de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial.

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Hofuku Maru foi identificado por sonar

Os destroços foram encontrados por pesquisadores da Fundação Hellships Memorial. A identificação envolveu dados de sonar, mapeamento do fundo do mar e confirmação visual das características da embarcação.

Segundo as informações divulgadas, os elementos observados no local coincidem com os registros históricos do navio.

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A fundação também prepara a divulgação de documentos, varreduras de sonar e imagens produzidas durante a expedição.

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Navio transportava britânicos e holandeses

O Hofuku Maru levava aproximadamente mil britânicos e 200 holandeses quando foi atingido por bombas e torpedos lançados por aeronaves dos Estados Unidos.

A embarcação não apresentava identificação visual indicando que transportava prisioneiros de guerra. Após o ataque, o navio afundou rapidamente e a maioria das pessoas que estava a bordo morreu.

Construído no Japão em 1918, o cargueiro fazia parte de um grupo de embarcações utilizadas para transportar prisioneiros em condições de superlotação.

Os detentos permaneciam confinados nos porões, sem ventilação adequada e com falta de suprimentos de comida e água durante as viagens.

Destroços serão tratados como túmulo de guerra

O navio tinha 5.857 toneladas, 117,35 metros de comprimento e alcançava velocidade máxima de 18,5 km/h, equivalente a 10 nós.

A Fundação Hellships Memorial informou que o local será classificado como túmulo de guerra e memorial dedicado às vítimas. O grupo também busca o reconhecimento formal do espaço por meio de canais diplomáticos.

Esta matéria foi elaborada com base em informações da Revista Galileu e da Fundação Hellships Memorial, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

Fonte

https://jovempan.com.br/m


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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