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Novo celular da Motorola, o Moto G Max, estreia na Índia com bateria de silício-carbono de 7.000 mAh, tela Full HD+ de 120 Hz e câmera Sony de 50 MP, 32 MP para selfies e Snapdragon 6s Gen 4
Escrito por Ruth Rodrigues
Publicado em 15/08/2026 às 10:12
Ciência e Tecnologia
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Moto G Max lançado na Índia tem bateria de 7.000 mAh, tela de 120 Hz, Snapdragon 6s Gen 4 e câmera principal Sony de 50 MP.
A Motorola apresentou na Índia um novo Moto G Max que aposta principalmente em autonomia para disputar espaço entre os celulares intermediários. O aparelho recebeu uma bateria de silício-carbono de 7.000 mAh, tela de 120 Hz e processador Snapdragon 6s Gen 4, formando um conjunto bem diferente daquele encontrado no modelo comercializado atualmente no Brasil.
A capacidade da bateria é o ponto que mais chama atenção. Enquanto a versão brasileira possui 5.200 mAh, o aparelho destinado ao mercado indiano adiciona 1.800 mAh ao componente, aumento que pode favorecer usuários que passam longos períodos longe da tomada utilizando redes sociais, vídeos, navegação e outros aplicativos.
Moto G Max indiano troca velocidade de carga por bateria maior
A Motorola adotou estratégias diferentes para os dois mercados. No Brasil, o Moto G Max utiliza bateria menor, mas suporta carregamento de 33 W. Já o lançamento indiano reduz ligeiramente a potência de recarga para 30 W em troca de uma célula consideravelmente maior.
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Na comparação direta apresentada para os dois modelos, a diferença fica concentrada justamente na autonomia e no carregamento:
- Moto G Max vendido no Brasil: bateria de 5.200 mAh e carregamento de 33 W;
- Moto G Max apresentado na Índia: bateria de silício-carbono de 7.000 mAh e carregamento de 30 W;
- Diferença de capacidade: a variante indiana dispõe de 1.800 mAh adicionais.
O uso de silício-carbono permite elevar a densidade energética da bateria sem exigir que o smartphone cresça na mesma proporção da capacidade. Com isso, a Motorola consegue entregar os 7.000 mAh mantendo a proposta de um aparelho intermediário convencional.
Versão brasileira já conseguiu passar de 17 horas reproduzindo vídeos
A autonomia do modelo vendido no Brasil oferece uma referência para dimensionar o potencial da nova bateria. Em testes realizados pelo Canaltech, o aparelho com 5.200 mAh permaneceu aproximadamente 17 horas e 20 minutos reproduzindo vídeos antes de encerrar a avaliação.
Em outra situação de uso moderado, o smartphone terminou um dia com cerca de 20% de carga restante. Como o novo Moto G Max possui uma bateria consideravelmente maior, a expectativa é que consiga ampliar esse período, embora o resultado real dependa também do consumo da tela, do processador e da forma como cada usuário utiliza o aparelho.
Tela de 120 Hz acompanha proposta de uso prolongado
Na parte frontal, o celular apresentado na Índia possui display de 6,72 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Essa frequência permite movimentos mais fluidos na interface, especialmente durante rolagem de páginas, animações do sistema e jogos compatíveis.
O painel alcança brilho máximo informado de 1.050 nits. Assim, o Moto G Max tenta combinar a bateria de grande capacidade com características de tela normalmente valorizadas em celulares intermediários, sem limitar a proposta apenas à autonomia.
Snapdragon 6s Gen 4 trabalha com memória LPDDR5X
O desempenho fica sob responsabilidade do Snapdragon 6s Gen 4. A Motorola também utiliza memória do padrão LPDDR5X e armazenamento UFS 3.1, tecnologias voltadas a melhorar a velocidade na abertura de aplicativos, transferência de arquivos e execução de tarefas do sistema.
A combinação coloca o novo Moto G Max em uma configuração que procura equilibrar autonomia e desempenho, em vez de utilizar a bateria de 7.000 mAh como único argumento comercial. O aparelho chega ao segmento intermediário com um conjunto pensado para uso diário prolongado.
Câmera principal utiliza sensor Sony de 50 MP
No conjunto fotográfico, a Motorola instalou uma câmera principal de 50 MP equipada com o sensor Sony LYTIA 600. A traseira recebe ainda uma câmera ultrawide de 8 MP para fotografias com campo de visão mais amplo.
Na frente, o Moto G Max utiliza uma câmera de 32 MP destinada a selfies e videochamadas. Dessa forma, a fabricante combina um sensor principal Sony com uma câmera frontal de resolução elevada, ampliando o foco do aparelho para além de bateria e desempenho.
A nova versão indiana mostra uma estratégia diferente daquela adotada pela Motorola no Brasil. Ao aumentar a capacidade para 7.000 mAh e manter tela de 120 Hz, Snapdragon 6s Gen 4 e câmera Sony de 50 MP, o Moto G Max passa a colocar a autonomia no centro de sua proposta sem abandonar características importantes de um smartphone intermediário.
Fonte
Canaltech
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Ruth Rodrigues.

