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Novo Honda City 2027 chega ao Brasil com motor 1.5 de 126 cv, câmbio CVT e novo visual; hatch e sedã estreiam juntos, enquanto híbrido de até 27,3 km/l não vem
Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 26/08/2026 às 19:36
Atualizado em 26/08/2026 às 19:37
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Linha renovada deve chegar às concessionárias entre outubro e novembro, com mudanças na dianteira, nas rodas e no interior; equipamentos apresentados na Ásia ainda dependem de confirmação para o mercado brasileiro, assim como preços e versões definitivas.
O Honda City 2027 deve chegar às concessionárias brasileiras entre outubro e novembro, com hatch e sedã lançados simultaneamente e mudanças concentradas no visual, enquanto o conjunto formado pelo motor 1.5 aspirado e pelo câmbio CVT será mantido.
A Autoesporte apurou que a rede de concessionários já foi avisada sobre o lançamento das duas carrocerias, embora a Honda ainda não tenha divulgado oficialmente os preços nem detalhado todos os equipamentos que serão oferecidos na atualização brasileira.
Os modelos renovados vinham sendo observados em testes no país desde o fim de 2025, e o desenho atualizado foi apresentado posteriormente na Ásia, antecipando alterações externas e internas que deverão aparecer nos carros destinados ao mercado nacional.
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Motor 1.5 de 126 cv será mantido
A principal continuidade está sob o capô: o City deve preservar o motor 1.5 aspirado flex de injeção direta, que na configuração brasileira entrega 126 cv de potência com gasolina ou etanol e torque máximo de 15,8 kgfm com etanol.
Com gasolina, o torque é de 15,5 kgfm, enquanto a transmissão permanece automática do tipo CVT, com sete marchas simuladas, conjunto já conhecido nas duas carrocerias e compatível com as especificações divulgadas pela Honda Automóveis para o modelo atual.
Os preços da linha 2027 ainda não foram definidos, e os valores atuais servem apenas como referência: o hatch parte de R$ 117.500 e chega a R$ 155.300, enquanto o sedã começa nos mesmos R$ 117.500 e alcança R$ 153.200.
A expectativa é que a estrutura da gama permaneça próxima da atual, com versões LX, EX, EXL e Touring nas duas carrocerias e uma opção de proposta mais esportiva reservada ao hatch, mas a composição definitiva depende do anúncio da fabricante.
Frente muda e traseira recebe novo desenho
A atualização externa segue o estilo mostrado na Ásia, com para-choque dianteiro redesenhado, grade mais ampla, filete luminoso e faróis mais estreitos, além de um novo recorte no capô para acompanhar as modificações feitas na parte frontal.
Nas laterais, o formato das portas e das janelas permanece praticamente inalterado, mas as rodas de 16 polegadas recebem novos desenhos e podem adotar acabamento diamantado ou pintura preta, dependendo da configuração escolhida.
O sedã também ganha para-choque traseiro mais pronunciado e lanternas com acabamento translúcido, enquanto o City Hatch recebe alterações equivalentes na dianteira e um novo para-choque traseiro, mantendo as diferenças próprias entre os dois tipos de carroceria.
A reestilização, portanto, não representa uma troca de geração para o City brasileiro, mas uma atualização visual e de equipamentos sobre o modelo já comercializado no país, preservando sua base mecânica.
Interior asiático antecipa equipamentos possíveis
No mercado asiático, o City renovado recebeu uma central multimídia de 10,1 polegadas, maior que a tela de 8 polegadas utilizada atualmente no Brasil, além de iluminação ambiente e mudanças no desenho do console central.
Dependendo da versão, a atualização apresentada no exterior inclui ainda câmera com visão de 360 graus, bancos dianteiros ventilados e acionamento específico para o sistema de câmeras, recursos que ainda não estão confirmados para o City 2027 brasileiro.
O pacote de assistência à condução também foi ampliado no modelo asiático, com funções como frenagem automática de emergência, controle de cruzeiro adaptativo e auxílio de permanência em faixa, reunidas dentro do conjunto de tecnologias Honda Sensing.
Parte dessas funções já está disponível no City vendido no Brasil, mas a quantidade de equipamentos e a distribuição entre as versões da linha 2027 só deverão ficar claras quando a Honda apresentar oficialmente a configuração nacional.
Híbrido de 27,3 km/l fica de fora
A diferença mais importante em relação a alguns mercados asiáticos estará na motorização, porque o City e:HEV não está previsto para esta atualização brasileira, deixando hatch e sedã com o conhecido motor 1.5 aspirado flex.
O sistema híbrido combina um motor 1.5 de ciclo Atkinson com duas máquinas elétricas e uma bateria de alta tensão, além de alternar automaticamente entre diferentes formas de propulsão conforme a necessidade de funcionamento.
Na Índia, a Honda Cars India informa potência combinada de 126 cv e consumo homologado de 27,26 km/l para o e:HEV, valor que corresponde a aproximadamente 27,3 km/l quando arredondado para uma casa decimal.
A tecnologia híbrida está prevista para chegar ao Brasil em outro produto da marca, com estreia apontada para a próxima geração do HR-V em 2028, em vez de ser incorporada agora às duas carrocerias do City.
Antes do lançamento previsto entre outubro e novembro, ainda faltam a divulgação dos preços, a confirmação definitiva das versões e a relação completa de equipamentos que diferenciará o Honda City 2027 dos modelos atualmente encontrados nas concessionárias.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

