Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Pai e filha passam 3 anos erguendo sozinhos, sem pedreiro e sem empreiteira, a casa gigante da família, e terminam a obra provando que a moradia dos sonhos pode nascer só do trabalho de quem vai morar nela

Pai e filha passam 3 anos erguendo sozinhos, sem pedreiro e sem empreiteira, a casa gigante da família, e terminam a obra provando que a moradia dos sonhos pode nascer só do trabalho de quem vai morar nela

5 min de leitura

Pai e filha passam 3 anos erguendo sozinhos, sem pedreiro e sem empreiteira, a casa gigante da família, e terminam a obra provando que a moradia dos sonhos pode nascer só do trabalho de quem vai morar nela

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 29/08/2026 às 22:51

Construção

Canal

Pai e filha passaram três anos construindo a própria casa com trabalho manual e, segundo a fonte, economizaram até 40% em relação a obras tradicionais.

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Pai e filha dedicaram três anos à construção de uma casa com trabalho próprio, sem contratar mão de obra profissional. O projeto avançou com compra gradual de materiais, escavação manual, argamassa artesanal e organização financeira, e a fonte afirma que a economia chegou a até 40% frente a obras tradicionais.

Um pai e sua filha passaram três anos construindo uma casa de grande porte com o próprio trabalho, assumindo as etapas da obra sem depender da contratação de uma equipe profissional. O projeto combinou execução manual, compra gradual de materiais e um cronograma adaptado à disponibilidade de tempo e recursos.

Segundo reportagem da Revista Oeste, publicada em 1º de abril de 2026 e assinada por Ellen Raquel Patriota, a construção avançou com planejamento para controlar despesas e reduzir desperdícios. A fonte não informa os nomes do pai e da filha nem identifica o local onde a casa foi erguida.

Pai e filha assumiram as etapas da construção durante três anos

Pai e filha passaram três anos construindo a própria casa com trabalho manual e, segundo a fonte, economizaram até 40% em relação a obras tradicionais.

A decisão de realizar o trabalho por conta própria eliminou uma das parcelas normalmente associadas ao custo de uma obra: o pagamento de mão de obra profissional. Pai e filha ficaram responsáveis pela execução ao longo dos três anos.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

A construção exigiu que o ritmo fosse adequado às condições disponíveis em cada período. Em vez de concentrar gastos e trabalho de uma só vez, o projeto foi distribuído ao longo dos anos.

Planejamento definiu tamanho e estrutura antes do começo da obra

Antes do início da construção, o tamanho e a estrutura da casa foram definidos, segundo a publicação. O planejamento também organizou quando cada parte deveria ser realizada e quais materiais seriam necessários.

O cronograma permaneceu flexível durante os três anos. A estratégia permitia adaptar o andamento da obra à disponibilidade de recursos financeiros e de tempo para continuar os serviços.

Materiais foram comprados gradualmente para diluir os gastos

A compra dos insumos não aconteceu de uma única vez. Os materiais foram adquiridos por etapas, reduzindo o impacto financeiro imediato e permitindo procurar condições mais favoráveis de preço.

A fonte também associa a estratégia à redução de desperdícios. Com o controle direto da construção, as aquisições acompanhavam a necessidade de cada nova fase da casa.

Fundação foi escavada manualmente

Entre as técnicas empregadas estava a escavação manual da fundação, sem depender de equipamentos avançados para essa etapa.

O método fazia parte de uma construção descrita pela reportagem como mais lenta, porém econômica. A opção pelo trabalho manual aumentava a participação direta dos dois responsáveis na execução do imóvel.

Argamassa era preparada de forma artesanal

Pai e filha também realizaram o preparo artesanal da argamassa usada na construção.

As paredes foram levantadas com alinhamento manual, enquanto a estrutura do telhado utilizou madeira simples. Essas técnicas permitiram manter a obra em andamento sem recorrer aos métodos industriais mencionados pela fonte.

Construção exigiu aprendizado de técnicas básicas

O projeto envolveu também o estudo de técnicas básicas de construção para diminuir a possibilidade de erros durante as diferentes fases da obra.

Segundo a reportagem, o processo exigiu aprendizado contínuo. A autonomia conquistada ao longo dos três anos permitiu que pai e filha mantivessem controle sobre cada etapa executada.

Materiais continuaram como principal peso no orçamento

Mesmo sem os gastos relacionados à contratação de profissionais, os materiais permaneceram como o principal componente financeiro da construção.

A reportagem menciona cimento, areia e brita entre os elementos usados na base e apresenta uma faixa de R$ 10 mil a R$ 30 mil para esses materiais. O grande volume de insumos exigiu disciplina financeira durante o projeto.

Fonte estima custo total entre R$ 30 mil e R$ 90 mil

A publicação apresenta uma faixa de R$ 30 mil a R$ 90 mil para o custo total, condicionada ao tamanho e ao padrão da casa construída.

A reportagem não fornece, porém, um valor específico efetivamente desembolsado pelo pai e pela filha. Por isso, a faixa apresentada pela fonte não pode ser tratada como o preço exato do imóvel retratado.

Economia teria chegado a até 40% frente a construções tradicionais

Segundo a Revista Oeste, a economia chegou a até 40% em comparação com construções tradicionais.

A ausência de pagamento de equipes profissionais, as compras estratégicas de materiais, a redução de desperdícios e a execução conforme a disponibilidade financeira aparecem entre os fatores associados a essa diferença.

Três anos permitiram distribuir impacto financeiro da construção

A duração da obra não significou apenas mais tempo de trabalho. Distribuir os custos durante três anos reduziu o impacto financeiro mensal, de acordo com a publicação.

A estratégia também possibilitou aguardar oportunidades melhores de compra e continuar a construção conforme os recursos se tornavam disponíveis.

Trabalho próprio deu controle completo sobre as etapas da casa

A construção autônoma permitiu que pai e filha acompanhassem diretamente todas as fases do projeto. A fonte aponta controle sobre a obra, redução dos custos e desenvolvimento de habilidades práticas entre os benefícios do processo.

A conclusão também foi associada à satisfação pessoal e a uma conexão maior com o imóvel construído. Depois de três anos de trabalho, a casa chegou às etapas finais sem a estrutura tradicional de uma equipe profissional conduzindo a execução.

Casa foi concluída depois de três anos de construção manual

Ao final do período, pai e filha concluíram o projeto iniciado três anos antes, depois de executar serviços que passaram pela fundação, preparação de argamassa, levantamento das paredes e estruturação do telhado.

A fonte apresenta a experiência como uma alternativa viável para construir com orçamento limitado, desde que o projeto seja acompanhado por planejamento, disponibilidade de tempo e trabalho próprio.

Na sua opinião, você passaria três anos construindo a própria casa para economizar nos custos de mão de obra e ter controle direto sobre cada etapa? Deixe sua opinião nos comentários.

Tags

construção da própria casa


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

Sair da versão mobile