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Prestes a completar um ano, o incêndio que destruiu a Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina segue sem culpados apresentados, sem motivação revelada e sem pronunciamento da Polícia Civil, com imagens mostrando mais de uma pessoa participando do crime

Prestes a completar um ano, o incêndio que destruiu a Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina segue sem culpados apresentados, sem motivação revelada e sem pronunciamento da Polícia Civil, com imagens mostrando mais de uma pessoa participando do crime

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Prestes a completar um ano, o incêndio que destruiu a Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina segue sem culpados apresentados, sem motivação revelada e sem pronunciamento da Polícia Civil, com imagens mostrando mais de uma pessoa participando do crime

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 15/08/2026 às 11:09

Atualizado em 15/08/2026 às 11:18

Construção

Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina foi incendiada em 23/09/2025 e o caso está prestes a completar um ano sem culpados, motivação ou resposta oficial

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A Estátua da Liberdade da Havan na Avenida Honorato Viana virou cinzas na madrugada de 23 de setembro de 2025, quando câmeras flagraram dois suspeitos ateando fogo por volta das 2h, o inquérito por dano e incêndio dolosos foi aberto, mas nenhum resultado público da investigação foi apresentado desde então

O incêndio que destruiu a Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, está prestes a completar um ano sem que a população saiba quem cometeu o crime nem por quê. O caso voltou ao debate público local em agosto de 2026, quando o Blog do Didi Galvão, de Petrolina, cobrou publicamente uma resposta das autoridades sobre a investigação, em texto publicado no dia 4.

O ataque aconteceu na madrugada de 23 de setembro de 2025, na unidade da rede localizada na Avenida Honorato Viana, uma das principais vias da cidade. Câmeras de segurança registraram dois suspeitos chegando ao local por volta das 2h e ateando fogo ao monumento, que ficou reduzido à estrutura metálica. Quase onze meses depois, nenhum culpado foi apresentado e nenhuma motivação foi divulgada oficialmente.

Madrugada de 23 de setembro reduziu o símbolo à estrutura metálica

Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina foi incendiada em 23092025 e o caso está prestes a completar um ano sem culpados, motivação ou resposta oficial

O crime foi rápido e ficou inteiramente documentado. Nas imagens das câmeras de segurança, os dois suspeitos aparecem chegando à frente da loja por volta das 2h da madrugada de terça-feira, ateando fogo à réplica e deixando o local logo depois que as chamas começam a subir pelo monumento.

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O Corpo de Bombeiros foi acionado ainda de madrugada e conseguiu conter o fogo, mas não havia mais o que salvar. A réplica da Estátua da Liberdade foi completamente consumida pelas chamas e restou apenas a armação metálica interna, esqueleto exposto do que era o cartão de visitas da loja de Petrolina. A perícia esteve no local no início da manhã do mesmo dia para recolher os primeiros elementos da investigação.

Inquérito apura dano e incêndio dolosos desde o primeiro dia

A resposta formal do Estado veio nas primeiras horas. A Polícia Civil de Pernambuco instaurou inquérito para apurar os crimes de dano e incêndio dolosos, classificação usada quando há intenção deliberada de provocar a destruição, e iniciou o trabalho para identificar os autores registrados pelas câmeras.

É justamente esse inquérito que está no centro da cobrança atual. Desde a abertura da investigação, em setembro de 2025, nenhum suspeito foi apresentado publicamente, nenhuma prisão foi divulgada e nenhuma motivação foi confirmada pelas autoridades. As imagens disponíveis mostram mais de uma pessoa participando da ação, o que, na avaliação da imprensa local, torna a ausência de resultados ainda mais difícil de explicar diante dos recursos tecnológicos de investigação disponíveis hoje.

Luciano Hang classificou o ataque como ato de intolerância

O dono da Havan, o empresário Luciano Hang, reagiu na manhã seguinte ao incêndio. “Em que país estamos vivendo? Onde as pessoas não aceitam o contraditório. Isto é mais um ato de intolerância contra a Havan”, declarou o empresário, que também afirmou que um ato criminoso como aquele não poderia ficar impune e que a empresa acompanharia as autoridades para acelerar as investigações.

A mobilização incluiu um apelo direto à população. Hang publicou o vídeo do ataque nas próprias redes sociais e divulgou o telefone 0800 517 0051 para quem tivesse informações sobre os criminosos. Em nota oficial, a Havan classificou o episódio como incêndio criminoso e informou que colaborava com as autoridades para identificar e responsabilizar os envolvidos.

Réplica é marca registrada da rede e já foi alvo em outros estados

A estátua destruída não era um enfeite qualquer. A réplica da Estátua da Liberdade é o símbolo característico das lojas da Havan, rede varejista fundada em Brusque, em Santa Catarina, e instalada em unidades por todo o país. Segundo a Revista Oeste, o monumento virou marca da empresa em 1995, depois que uma criança de 7 anos sugeriu a Hang a instalação da estátua durante uma visita à megaloja catarinense.

O episódio de Petrolina também não foi inédito na história da rede. Outras réplicas da Estátua da Liberdade de unidades da Havan já haviam sido incendiadas nos estados de São Paulo e Rondônia em anos anteriores, conforme registrou o Poder360. Nenhum desses precedentes, porém, tinha o ingrediente que o caso pernambucano carrega hoje: um ano prestes a se fechar sem qualquer resposta pública.

Onze meses depois, cobrança pública cresce em Petrolina

A proximidade do aniversário do crime reacendeu o assunto na cidade. No texto de 4 de agosto de 2026, o Blog do Didi Galvão lembrou que setembro é o mês da Independência do Brasil e do aniversário de Petrolina, comemorado no dia 21, e questionou por que, com tantos avanços tecnológicos, a resolução do caso demora tanto.

A cobrança do veículo local é objetiva. O blog pede que, antes do primeiro aniversário do incêndio, as autoridades se pronunciem, apresentem os culpados à Justiça e que a Polícia Civil de Pernambuco convoque a imprensa para informar o andamento das investigações. As perguntas que o texto deixa no ar são as mesmas que a população de Petrolina repete desde setembro de 2025: quem foram os criminosos flagrados pelas câmeras e o que motivou o ataque.

Aniversário do crime se aproxima sem nenhuma resposta oficial

Entre a madrugada em que dois vultos incendiaram o símbolo da loja e o agosto de 2026 em que a imprensa local cobra explicações, quase um ano se passou sem prisões, sem nomes e sem versão oficial sobre a motivação. O caso da Estátua da Liberdade da Havan de Petrolina virou um teste público de eficiência da investigação criminal: as imagens existem, os suspeitos aparecem nelas, e mesmo assim o inquérito completa aniversário em silêncio. Se a resposta virá antes de 23 de setembro, como pede a cidade, é a pergunta que segue aberta.

E para você, o que explica um crime filmado por câmeras de segurança ficar quase um ano sem culpados apresentados? Conte nos comentários se acredita que o caso ainda será resolvido antes do aniversário do incêndio.

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Havan


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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