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Rio Branco registra 87 áreas de risco e mais de 44 mil moradores em situação de vulnerabilidade

Rio Branco registra 87 áreas de risco e mais de 44 mil moradores em situação de vulnerabilidade

Um estudo do Serviço Geológico do Brasil (SGB) revelou que Rio Branco possui 87 áreas classificadas com risco geológico e hidrológico, onde vivem cerca de 44.068 pessoas. Apresentado nesta quarta-feira (5), o Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) identificou também 11.017 imóveis situados em terrenos vulneráveis a inundações, deslizamentos, erosão fluvial e rastejo de solo.

De acordo com o levantamento, as inundações — provocadas principalmente pelas cheias recorrentes do rio Acre e de seus afluentes — representam quase 60% dos processos de risco na capital.

Concentração em áreas de risco alto e muito alto

A maior parte da população afetada vive em locais de risco alto: são 51 setores que abrigam 35.924 moradores distribuídos em 8.981 imóveis. Outras 14 áreas foram enquadradas como de risco muito alto, concentrando 3.560 pessoas e 890 residências. Já nos 22 setores de risco médio, vivem 4.584 moradores em 1.146 imóveis.

Bairros com maior volume de moradores em áreas de risco alto e muito alto:

As áreas de risco muito alto estão localizadas principalmente nos bairros Dom Giocondo, Novo Horizonte, 6 de Agosto, Taquari e na região do Igarapé da Judia, na Avenida Durval Camilo. O relatório esclarece que um mesmo bairro pode figurar em múltiplas categorias devido às variações nas características do terreno e no grau de vulnerabilidade das ocupações.

Base para políticas públicas

Elaborado em parceria com o Ministério das Cidades e com suporte da Defesa Civil Municipal, o PMRR baseou-se em três etapas de campo realizadas entre junho de 2025 e fevereiro de 2026. O documento técnico servirá de diretriz para o planejamento urbano, captação de recursos e implementação de ações preventivas contra desastres naturais na capital acreana.

(Com informações do portal ac24horas)


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

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