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Vasco pressiona em casa, mas fica só no empate com Olimpia na Sul-Americana

Vasco pressiona em casa, mas fica só no empate com Olimpia na Sul-Americana

Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF

O Vasco contou com o apoio da torcida e pressionou o Olimpia, mas não conseguiu abrir vantagem na briga por vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana. O time cruz-maltino perdeu oportunidades — algumas em boas defesas de Gastón Olveira — e ficou no empate por 0 a 0 nesta noite, em São Januário, deixando o gramado sob um misto de vaias e incentivos.

O jogo da volta será na próxima quinta-feira, no Defensores del Chaco, e os cariocas precisam da vitória para avançar no tempo regulamentar.

Os comandados de Pedro Emanuel voltam a campo no domingo, contra o Santos, em São Januário, pelo Brasileiro. Na competição nacional, a equipe vive crise e luta para sair da zona de rebaixamento.

Como foi o jogo

Presença no campo de ataque. Com o apoio da torcida, o Vasco iniciou o jogo tendo mais a bola e tendo boa presença no campo de ataque, rondando o gol defendido por Gastón Olveira. Em alguns lances esbarrou na forte marcação do Olimpia, que tentava povoar a intermediária para diminuir espaços, mas, em outras oportunidades, a equipe cruz-maltina errou na tomada de decisão para finalizar a jogada.

Movimentação ofensiva. O time de Pedro Emanuel passou a pressionar com uma linha mais alta de marcação, ditar o ritmo do duelo e a apostar na movimentação dos jogadores da frente na busca por maior espaço. O Olimpia, por outro lado, adotava uma estratégia de atrair o Vasco para sair nos contra-ataques. O time paraguaio até recuperou a bola e conseguiu avançar rapidamente em direção ao gol de Leo Jardim, mas não conseguiu encaixar boas tramas.

Reclamação. A torcida vascaína reclamou bastante da arbitragem, principalmente em lances que considerou que o Olimpia “fazia cera”, como na demora para bater o tiro de meta ou quando um jogador ficava no chão por um longo tempo.

Cenário similar. O segundo tempo mostrou um cenário bem parecido ao visto antes do intervalo: um Vasco que tinha mais a bola, empurrava o Olimpia e criava chances, mas não conseguia balançar a rede. Os lances desperdiçados aumentaram a ansiedade na arquibancada. Pedro Emanuel tentou dar mais gás e criar um “fator novo” com as entradas de Hinestroza e Spinelli, mas as jogadas passaram a ser, na maioria das vezes, bolas alçadas na área.

Tramas ‘quebradas’. O treinador vascaíno colocou ainda Ramon Rique na vaga de Thiago Mendes e Lucas Piton no lugar de Cuiabano. As tramas e triangulações que outrora fizeram o time chegar à frente com facilidade tiveram a falta de entrosamento do setor mais ofensivo como um obstáculo. Quando o time diminuiu o ritmo, a torcida teve de aparecer para empurrar a equipe.

Tudo ou nada. Nos minutos finais, o Vasco foi para o “tudo ou nada”, mas, ao mesmo tempo, que criou maior volume nos arredores da área do Olimpia, deixou o meio de campo mais espaçado, e os paraguaios chegaram a assustar.

Fonte: UOL


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por UOL.

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