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Venezuela fecha acordo energético de 25 anos com os Estados Unidos, mira produção de 1,5 milhão de barris por dia e coloca 17 campos de petróleo no centro de uma nova relação bilionária
Escrito por Roberta Souza
Publicado em 31/08/2026 às 16:39
Atualizado em 31/08/2026 às 16:40
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Governo interino venezuelano afirma que pacto preserva soberania sobre os recursos naturais e pretende recuperar produção e receitas; acordo envolve 17 campos estratégicos e abre caminho para novos projetos em uma das maiores reservas de petróleo do planeta.
A Venezuela anunciou um acordo energético de 25 anos com os Estados Unidos que pretende recuperar parte da capacidade de sua indústria petrolífera e elevar a produção nacional para 1,5 milhão de barris por dia. A presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, apresentou a duração do pacto e afirmou que o modelo preserva a soberania do país sobre seus recursos naturais, segundo a Reuters, que publicou as informações em 30 de agosto de 2026. O acordo coloca 17 campos de petróleo no centro da primeira fase e prevê uma expansão posterior para oito blocos ainda não desenvolvidos.
O tamanho da operação chama atenção porque a Venezuela reúne as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, mas produz muito menos do que seu potencial geológico permitiria.
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Durante anos, falta de investimentos, problemas de gestão, deterioração da infraestrutura e sanções limitaram a capacidade do setor.
Agora, Caracas aposta em capital e participação americana para mudar esse cenário.
Entretanto, o acordo também provoca questionamentos sobre controle, tributação, transparência e retorno financeiro.
Assim, o pacto não representa apenas uma negociação para retirar mais petróleo do subsolo.
Ele reorganiza parte da relação energética entre Venezuela e Estados Unidos pelos próximos 25 anos.
Acordo entre Venezuela e Estados Unidos terá duração de 25 anos
Delcy Rodríguez anunciou publicamente um dos detalhes mais importantes do novo arranjo: a duração será de 25 anos.
Isso transforma o pacto em um compromisso de longo prazo.
Além disso, o período permite desenvolver campos que exigem investimentos elevados antes de aumentar significativamente a produção.
Segundo a Reuters, o objetivo envolve revitalizar a indústria petrolífera venezuelana e elevar as receitas do governo.
Rodríguez classificou o acordo como histórico.
Ao mesmo tempo, a presidente interina destacou que a Venezuela continuará soberana sobre seus recursos naturais.
Esse ponto possui grande importância política.
Afinal, o petróleo representa um dos ativos estratégicos mais importantes do país e sustenta parcela fundamental de suas exportações.
Portanto, qualquer acordo que amplie a participação estrangeira inevitavelmente levanta discussões sobre quem controla as reservas, quem opera os campos e como os resultados financeiros serão divididos.
Primeira etapa coloca 17 campos de petróleo no centro do acordo
O pacto começa com 17 campos estratégicos de petróleo.
Essas áreas concentram a primeira fase do plano para elevar a produção venezuelana.
Além disso, o acordo prevê uma etapa posterior com oito blocos greenfield, ou seja, áreas que ainda exigem desenvolvimento para iniciar ou ampliar a produção.
Portanto, o projeto combina dois movimentos.
Primeiro, parceiros pretendem extrair mais petróleo de ativos já conhecidos.
Depois, novos investimentos poderão abrir outras frentes de produção.
Essa estratégia reduz parte do tempo necessário para obter os primeiros resultados, já que campos existentes possuem infraestrutura e conhecimento geológico acumulado.
Por outro lado, recuperar ativos antigos também exige recursos.
Poços, sistemas de produção, oleodutos, terminais e instalações precisam operar com confiabilidade para sustentar um aumento duradouro.
Venezuela quer chegar a 1,5 milhão de barris de petróleo por dia
A meta operacional oferece uma dimensão concreta da ambição.
O acordo pretende levar a Venezuela a 1,5 milhão de barris por dia.
A produção atual gira em torno de 1,25 milhão de barris diários, segundo atualização da Reuters publicada em 31 de agosto sobre os novos contratos energéticos em negociação no país.
Assim, alcançar a meta significaria acrescentar aproximadamente 250 mil barris por dia ao nível atual.
Isso equivale a um avanço de cerca de 20%.
Contudo, o aumento não acontecerá automaticamente.
Empresas precisarão investir na recuperação de campos, perfuração, manutenção e infraestrutura.
Além disso, o petróleo venezuelano apresenta desafios técnicos específicos.
Grande parte das reservas concentra óleo pesado e extrapesado, especialmente na Faixa do Orinoco.
Por isso, produzir, transportar e processar esses barris pode exigir mais recursos do que operações com petróleo leve.
Acordo envolve algumas das maiores reservas de petróleo do planeta
A Venezuela ocupa uma posição singular no mercado energético.
Poucos países possuem tamanha quantidade de petróleo comprovado no subsolo.
Entretanto, possuir reservas não significa conseguir transformá-las imediatamente em produção.
Essa diferença ajuda a explicar a importância do acordo.
O país precisa de capital, equipamentos, tecnologia e capacidade operacional para recuperar parte de sua indústria.
Já os Estados Unidos ganham acesso estratégico a uma quantidade gigantesca de petróleo relativamente próxima de suas refinarias.
Segundo a Reuters, o acordo anunciado envolve acesso americano a cerca de 65 bilhões de barris recuperáveis dentro das áreas contempladas.
O número exige uma distinção importante.
Ele não significa que 65 bilhões de barris serão imediatamente produzidos ou transferidos aos Estados Unidos.
Trata-se do volume de recursos associado ao acordo e sujeito a desenvolvimento, recuperação e condições comerciais durante décadas.
Estados Unidos terão participação majoritária no arranjo
Uma atualização publicada pela Reuters em 31 de agosto acrescentou um elemento importante.
Segundo os termos divulgados e analisados por especialistas, os Estados Unidos deverão deter uma participação de aproximadamente 55% no acordo, enquanto a estrutura envolve os 17 campos já anunciados.
Esse percentual ajuda a explicar por que o pacto gerou debate.
Por um lado, a Venezuela precisa atrair capital externo para recuperar a produção.
Por outro, entregar participação majoritária dentro de um acordo energético dessa dimensão levanta dúvidas políticas e jurídicas.
Delcy Rodríguez sustenta que a Venezuela preservará a soberania sobre seus recursos naturais.
Entretanto, especialistas consultados pela Reuters questionam detalhes do contrato e pedem maior transparência sobre o modelo.
Portanto, existe uma diferença entre propriedade constitucional dos recursos no subsolo e participação econômica ou operacional nos projetos que extraem esses recursos.
Produção dos 17 campos considera recuperação de aproximadamente 20%
Os campos incluídos no acordo ficam principalmente na Faixa Petrolífera do Orinoco e na região do Lago de Maracaibo.
Essas duas áreas possuem importância histórica para a indústria venezuelana.
Segundo informações publicadas pela Reuters em 31 de agosto, o planejamento considera uma taxa de recuperação de aproximadamente 20% ao longo dos 25 anos.
Esse dado também ajuda a colocar os bilhões de barris em perspectiva.
Uma jazida pode conter enormes quantidades de petróleo.
Entretanto, operadores normalmente conseguem retirar apenas uma fração do volume existente, dependendo da geologia, tecnologia e viabilidade econômica.
Por isso, a indústria utiliza fatores de recuperação.
Quanto maior a eficiência dos métodos empregados, maior pode ser a quantidade de petróleo efetivamente produzida.
Governo venezuelano espera centenas de bilhões em receitas
O impacto financeiro também aparece entre os principais argumentos do governo.
Segundo os números divulgados e reportados pela Reuters, o acordo poderá gerar aproximadamente US$ 209 bilhões em receitas, considerando uma referência de US$ 65 por barril.
Além disso, a estrutura projetada direcionaria cerca de US$ 19 por barril diretamente à Venezuela.
Esses cálculos, porém, dependem de diversas condições.
Primeiro, a produção precisa realmente crescer.
Depois, o petróleo precisa encontrar compradores.
Além disso, o preço internacional varia continuamente.
Consequentemente, US$ 209 bilhões representam uma projeção associada ao cenário do acordo, e não dinheiro já recebido pelo governo venezuelano.
Ainda assim, a escala ajuda a explicar o interesse de Caracas.
Depois de anos de dificuldades econômicas, recuperar receitas petrolíferas pode alterar significativamente as contas públicas do país.
Petróleo venezuelano também pode abastecer reserva estratégica dos Estados Unidos
O acordo ganhou outra dimensão no fim de semana.
O presidente americano, Donald Trump, anunciou que pretende usar petróleo venezuelano para recompor a Reserva Estratégica de Petróleo dos Estados Unidos (SPR).
A reserva americana estava em aproximadamente 290 milhões de barris em 21 de agosto, seu menor nível em cerca de 44 anos, segundo a Reuters.
Portanto, Washington não enxerga o acordo apenas como investimento internacional.
O petróleo venezuelano também pode assumir função estratégica dentro da segurança energética americana.
Contudo, ainda existe uma questão de prazo.
A Venezuela precisa aumentar sua capacidade antes que novos volumes relevantes cheguem ao mercado.
Assim, o anúncio político pode ocorrer rapidamente, enquanto a resposta física dos campos exige meses ou anos de investimento.
Chevron prepara expansão dentro do novo ambiente energético venezuelano
A movimentação também alcança empresas internacionais.
A Chevron negocia a migração e expansão de suas joint ventures venezuelanas para o novo marco energético do país.
Além disso, a empresa busca ampliar operações em áreas importantes da Faixa do Orinoco.
A Reuters informou em 28 de agosto que a companhia avançava nas negociações para transferir seus projetos existentes para o novo modelo.
Dois dias depois, o acordo bilateral de 25 anos ganhou destaque.
Agora, novas negociações envolvem também outras empresas internacionais.
Entre elas aparecem ONGC, Eni, GE Vernova e GeoPark, segundo informações publicadas pela Reuters nesta segunda-feira.
Portanto, o pacto com Washington integra uma transformação mais ampla do setor energético venezuelano.
Novas regras dão mais liberdade operacional às empresas estrangeiras
A Venezuela também modificou seu marco de hidrocarbonetos.
As mudanças concedem maior flexibilidade operacional aos parceiros estrangeiros.
Além disso, empresas podem obter mais autonomia para exportar e comercializar petróleo produzido nos projetos.
Esse modelo tenta resolver um problema antigo.
Grandes companhias precisam justificar investimentos de bilhões de dólares.
Para isso, normalmente exigem regras claras sobre produção, exportação, recuperação de capital e retorno financeiro.
Assim, Caracas tenta tornar seus campos novamente competitivos para investidores internacionais.
Entretanto, a estabilidade dessas regras durante 25 anos será fundamental.
A indústria petrolífera trabalha com horizontes longos.
Uma empresa pode investir hoje e recuperar parte significativa do capital somente muitos anos depois.
Falta de investimento derrubou potencial da indústria venezuelana
A Venezuela já produziu muito mais petróleo no passado.
Porém, anos de subinvestimento, problemas operacionais, gestão deficiente e sanções internacionais reduziram a capacidade do setor.
Consequentemente, várias instalações precisam de recuperação.
O desafio não envolve apenas abrir novos poços.
Operadores também precisam modernizar equipamentos, recuperar unidades de processamento e garantir logística.
Além disso, oleodutos e terminais precisam acompanhar qualquer crescimento.
Por isso, aumentar a produção em 250 mil barris diários exige investimentos ao longo de toda a cadeia.
Essa lógica aparece também em outros mercados. O setor offshore brasileiro, por exemplo, depende de plataformas gigantes capazes de processar centenas de milhares de barris diariamente. Em uma movimentação recente, dois novos FPSOs destinados ao campo de Búzios ampliam conjuntamente a capacidade em 450 mil barris por dia.
Assim, reservas gigantes só viram produção quando infraestrutura e capital chegam ao campo.
Acordo chega enquanto petróleo volta a superar US$ 90
O momento internacional também favorece o peso estratégico da negociação.
Nesta segunda-feira, 31 de agosto, o petróleo Brent fechou em US$ 90,49 por barril, após subir mais de 2,5%.
Já o WTI encerrou a sessão em US$ 85,76.
O mercado reagiu à retomada dos confrontos militares envolvendo Estados Unidos e Irã.
Além disso, as tensões voltaram a aumentar os temores sobre o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz.
Nesse ambiente, qualquer país capaz de adicionar centenas de milhares de barris ao mercado ganha importância.
Assim, a Venezuela reaparece como possível fonte de oferta adicional justamente quando conflitos no Oriente Médio pressionam preços e rotas marítimas.
Venezuela poderia adicionar 250 mil barris por dia ao mercado
Se a produção sair dos atuais 1,25 milhão para 1,5 milhão de barris diários, o aumento será de aproximadamente 250 mil barris por dia.
Em um ano completo, mantendo esse ritmo adicional, o volume corresponderia a cerca de 91 milhões de barris extras.
Esse cálculo apenas traduz a diferença diária em escala anual.
Ele não representa uma previsão de produção confirmada.
Ainda assim, mostra por que o mercado acompanha o acordo.
Um aumento dessa magnitude não redefine sozinho o mercado mundial.
Porém, em períodos de oferta apertada, cada novo volume ajuda a equilibrar preços.
Além disso, investimentos contínuos poderiam preparar a Venezuela para aumentos posteriores.
Relação com os Estados Unidos muda depois de anos de sanções
Talvez o aspecto mais marcante do acordo não esteja apenas nos barris.
Durante anos, Washington utilizou sanções econômicas para pressionar Caracas.
Agora, os dois países estruturam uma parceria energética prevista para durar um quarto de século.
Essa mudança altera a lógica da relação bilateral.
Os Estados Unidos ganham acesso a reservas gigantes.
A Venezuela recebe investimento, mercado consumidor e perspectiva de recuperação de receitas.
Ao mesmo tempo, ambos assumem riscos políticos.
Mudanças de governo podem ocorrer várias vezes durante um contrato de 25 anos.
Por isso, estabilidade jurídica terá importância semelhante à própria geologia dos campos.
Especialistas questionam transparência e estrutura jurídica do pacto
O anúncio também abriu uma discussão sobre como o acordo foi negociado.
Especialistas e advogados consultados pela Reuters em 31 de agosto levantaram dúvidas sobre transparência, legalidade e ausência de um processo competitivo convencional.
Essas críticas não anulam automaticamente o contrato.
Entretanto, mostram que o pacto ainda enfrentará escrutínio.
A economista venezuelana Luisa Palacios, da Universidade Columbia, está entre os especialistas que questionaram o impacto institucional da estrutura.
Além disso, outros analistas apontam dúvidas sobre a parcela de receitas que permanecerá com o Estado venezuelano.
Portanto, o acordo possui duas narrativas simultâneas.
Para o governo, ele oferece capital e recuperação econômica.
Para críticos, os termos exigem mais transparência antes que seja possível avaliar completamente seus benefícios.
Produzir petróleo pesado venezuelano continuará sendo um desafio
Existe ainda uma barreira que nenhum acordo político elimina.
A geologia.
Grande parte das reservas venezuelanas consiste em petróleo pesado.
Esse tipo de óleo normalmente exige processos mais complexos para produção, transporte e refino.
Além disso, campos antigos podem precisar de técnicas adicionais para elevar o fator de recuperação.
Portanto, simplesmente liberar investimentos não garante petróleo barato.
Empresas precisarão analisar individualmente cada ativo.
Preço internacional, custos operacionais e infraestrutura determinarão quais projetos fazem sentido.
Assim, os 65 bilhões de barris associados ao acordo não devem ser interpretados como 65 bilhões de barris imediatamente econômicos e disponíveis.
Venezuela tenta transformar reserva gigante em produção novamente
O contraste venezuelano permanece impressionante.
O país possui uma das maiores bases de recursos petrolíferos do planeta.
Porém, durante anos, produziu muito abaixo desse potencial.
Agora, o novo acordo tenta aproximar novamente reserva e produção.
A primeira meta é clara: 1,5 milhão de barris por dia.
A primeira fase também possui escala definida: 17 campos.
Depois, o planejamento prevê oito novas áreas.
Além disso, o horizonte chega a 25 anos.
Assim, o acordo não busca apenas um aumento temporário de exportações.
Ele tenta reconstruir parte da capacidade petrolífera venezuelana para as próximas décadas.
Outros produtores também correm para ampliar capacidade de refino
A corrida por segurança energética não acontece apenas na Venezuela.
Países produtores e importadores procuram ampliar capacidade em diferentes partes da cadeia.
No Vietnã, por exemplo, um projeto de US$ 1,5 bilhão pretende ampliar uma refinaria para processar 171 mil barris de petróleo por dia.
Enquanto isso, a Venezuela tenta recuperar a própria produção upstream.
As duas estratégias mostram lados diferentes do mesmo mercado.
Uma região precisa retirar petróleo do subsolo.
Outra precisa transformar esse óleo em gasolina, diesel, querosene e outros derivados.
Portanto, produção e refino continuam profundamente conectados.
Acordo de 25 anos pode redesenhar setor petrolífero venezuelano
O tamanho do pacto aparece quando todos os números ficam lado a lado.
São 25 anos de duração.
A primeira etapa envolve 17 campos de petróleo.
Depois, podem entrar oito novos blocos.
A produção nacional tem como alvo 1,5 milhão de barris por dia.
Além disso, o acordo envolve aproximadamente 65 bilhões de barris de recursos recuperáveis, segundo informações divulgadas pela Reuters.
O governo venezuelano projeta ainda centenas de bilhões de dólares em receitas ao longo do período, embora o resultado real dependa de produção, preços, custos e execução.
Portanto, os números impressionam.
Porém, o sucesso não dependerá apenas do tamanho das reservas.
A Venezuela precisará recuperar infraestrutura, atrair capital, manter regras estáveis e demonstrar que consegue transformar acordos assinados em barris produzidos.
Além disso, as dúvidas sobre transparência e estrutura jurídica continuarão no centro do debate.
O acordo marca, portanto, uma mudança profunda.
Depois de anos nos quais sanções e isolamento dominaram a relação energética entre Caracas e Washington, os dois países agora apostam em um projeto petrolífero com horizonte de um quarto de século.
Se os investimentos realmente chegarem aos campos e a produção alcançar 1,5 milhão de barris por dia, a Venezuela poderá voltar a ocupar um espaço muito maior no mapa energético internacional.
Você acredita que um acordo de 25 anos com os Estados Unidos conseguirá recuperar a indústria petrolífera venezuelana ou os desafios políticos, jurídicos e de infraestrutura ainda pesam mais do que o tamanho das reservas?
Fonte
Reuters
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

