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Vitória toma de Balneário Camboriú o posto de metro quadrado mais caro do Brasil, chega a R$ 15.448 por m² e ainda vê Vila Velha disparar 15,57% em 12 meses

Vitória toma de Balneário Camboriú o posto de metro quadrado mais caro do Brasil, chega a R$ 15.448 por m² e ainda vê Vila Velha disparar 15,57% em 12 meses

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Vitória toma de Balneário Camboriú o posto de metro quadrado mais caro do Brasil, chega a R$ 15.448 por m² e ainda vê Vila Velha disparar 15,57% em 12 meses

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 06/08/2026 às 00:33

Curiosidades

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Vista aérea de Vitória, capital capixaba que alcançou R$ 15.448 por metro quadrado e retomou a liderança nacional no ranking do FipeZAP.

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Capital capixaba volta ao topo do ranking nacional em julho de 2026, enquanto Vila Velha registra a maior valorização entre 56 cidades monitoradas pelo FipeZAP.

Uma mudança importante aconteceu no mercado imobiliário brasileiro em julho de 2026, colocando novamente o Espírito Santo no centro das atenções.

Vitória voltou a ocupar o posto de cidade com o metro quadrado residencial mais caro do Brasil, segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial.

O preço médio anunciado na capital capixaba chegou a R$ 15.448 por metro quadrado, superando duas cidades catarinenses conhecidas pelos imóveis de alto padrão.

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Itapema apareceu logo atrás, com R$ 15.403 por m², enquanto Balneário Camboriú registrou R$ 15.295 por m².

O resultado também colocou Vitória à frente de grandes capitais brasileiras, como Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Vitória volta ao topo do metro quadrado mais caro do Brasil

Os números de julho de 2026 mostram uma disputa apertada entre Vitória, Itapema e Balneário Camboriú.

A diferença entre as três cidades é pequena, mas suficiente para colocar a capital capixaba na liderança do levantamento.

Vitória registrou R$ 15.448 por m², enquanto Itapema apresentou R$ 15.403.

Balneário Camboriú, por sua vez, ficou em terceiro lugar entre essas cidades, com valor médio de R$ 15.295 por metro quadrado.

O levantamento considera os preços médios anunciados de imóveis residenciais disponíveis para venda.

Capital capixaba supera grandes mercados imobiliários

A posição de Vitória chama atenção também quando comparada com algumas das maiores cidades brasileiras.

Florianópolis apresentou valor médio de R$ 13.461 por metro quadrado.

São Paulo apareceu com R$ 12.099 por m², enquanto o Rio de Janeiro registrou R$ 11.131.

Brasília, por sua vez, apresentou preço médio de R$ 10.238 por metro quadrado.

Dessa forma, Vitória ficou acima de importantes mercados imobiliários do país dentro da amostra analisada pelo FipeZAP.

Vila Velha dispara 15,57% em apenas 12 meses

O avanço imobiliário no Espírito Santo não ficou restrito à capital.

Vila Velha acumulou valorização de 15,57% nos últimos 12 meses, segundo o mesmo levantamento.

O percentual colocou a cidade na liderança nacional de valorização entre as 56 cidades acompanhadas pelo FipeZAP.

Com essa alta, o preço médio anunciado dos imóveis em Vila Velha chegou a R$ 11.341 por metro quadrado.

O resultado colocou a cidade na nona posição do ranking nacional.

Vila Velha também passou a registrar valores superiores aos encontrados em capitais importantes do Sudeste, incluindo Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Vista aérea de Vitória destaca a orla, a ponte, os edifícios e a baía da capital capixaba, que voltou a liderar o ranking do metro quadrado mais caro do Brasil.

Valorização em 2026 fica acima da inflação

Os números acumulados de 2026 também mostram avanço dos preços residenciais no Espírito Santo.

Entre janeiro e julho, Vitória acumulou valorização de 8,82%.

Vila Velha apresentou crescimento ainda maior, com 9,68% no mesmo período.

O desempenho colocou Vila Velha na liderança geral entre as cidades monitoradas.

No mesmo intervalo, a inflação considerada no levantamento ficou em 3,43%, utilizando dados do IPCA e da prévia do IPCA-15.

Assim, os preços anunciados nas duas cidades capixabas avançaram acima desse indicador durante o ano.

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Viviane Alves

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Ademi-ES pede cautela ao analisar os números

Apesar dos valores elevados, especialistas do setor destacam que os dados precisam ser interpretados com atenção.

O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo, Alexandre Schubert, pediu cautela na leitura dos números.

Segundo Schubert, o valor médio não representa completamente a realidade de todos os imóveis disponíveis.

O indicador não considera, de forma individual, diferenças importantes entre bairros e tipologias residenciais.

Além disso, os valores analisados são preços anunciados por proprietários interessados em vender seus imóveis.

Por esse motivo, o preço médio não deve ser utilizado isoladamente para definir quanto vale determinada propriedade.

Custo da construção também pressiona o mercado

Outro elemento apontado por Alexandre Schubert envolve o custo da construção civil no Espírito Santo.

O Custo Unitário Básico, conhecido como CUB, acumulou alta de 9,22% no período analisado.

O indicador funciona como uma referência para acompanhar a evolução dos custos envolvidos na construção de imóveis.

A valorização acumulada de Vitória, de 8,82%, ficou abaixo da variação registrada pelo CUB capixaba.

Schubert destacou que o Espírito Santo apresentou a maior variação do indicador no país.

Escassez de terrenos ajuda a explicar os preços em Vitória

A oferta limitada de terrenos também aparece entre os fatores relacionados aos valores observados na capital capixaba.

Vitória possui características territoriais que restringem a disponibilidade de novas áreas para empreendimentos imobiliários.

Segundo Alexandre Schubert, a escassez de terrenos na capital ajuda a compor os preços praticados no mercado.

Esse cenário se soma ao avanço dos custos de construção e ao comportamento dos valores anunciados pelos proprietários.

O resultado aparece diretamente no ranking de julho do Índice FipeZAP.

Espírito Santo ganha espaço no mercado imobiliário nacional

Os dados de julho de 2026 colocaram duas cidades capixabas em posições importantes do mercado imobiliário brasileiro.

Vitória terminou o período com o metro quadrado mais caro entre as cidades analisadas, alcançando R$ 15.448.

Vila Velha, enquanto isso, liderou a valorização acumulada em 12 meses, com avanço de 15,57%.

Os dois resultados mostram movimentos diferentes dentro do mesmo mercado.

Vitória se destaca pelo preço médio elevado, enquanto Vila Velha chama atenção pela velocidade de valorização dos imóveis anunciados.

Os números, porém, representam médias e precisam ser analisados considerando características específicas de cada região e propriedade.

Na sua opinião, Vitória conseguirá permanecer acima de Balneário Camboriú e Itapema no preço do metro quadrado nos próximos levantamentos? Deixe sua opinião!


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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