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Xuxa e Angélica unem forças com Whindersson Nunes, empresas do setor pet e voluntários para transformar galpão de Porto Alegre em abrigo para mais de 400 animais resgatados, oferecer atendimento veterinário e procurar tutores separados pelas enchentes no RS
Escrito por Caio Aviz
Publicado em 27/08/2026 às 19:14
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A iniciativa Procura-se Um Amigo reuniu Xuxa, Angélica, Whindersson Nunes, Anderson Baumgartner e Junno para acolher mais de 400 animais em Porto Alegre. Instalado em um galpão com suporte veterinário, o projeto procurava reencontrar os pets com seus tutores e viabilizar a adoção daqueles que não fossem reconhecidos.
As apresentadoras Xuxa e Angélica participaram de uma mobilização criada para ajudar centenas de animais resgatados durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024.
Ao lado do humorista Whindersson Nunes, do empresário Anderson Baumgartner e do ator e cantor Junno Andrade, elas integraram a iniciativa Procura-se Um Amigo.
Com apoio de empresas do setor pet e de uma equipe de voluntários, a ação transformou um galpão de Porto Alegre em abrigo para mais de 400 animais. O trabalho incluía acolhimento, atendimento veterinário, procura pelos tutores e encaminhamento para adoção.
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Segundo informações publicadas pela GZH, o projeto também planejava encontrar outros espaços e ampliar o atendimento para cidades afetadas pelas chuvas.
Xuxa e Angélica participaram da mobilização pelos animais
Xuxa e Angélica usaram a própria influência para fortalecer a divulgação da iniciativa e ampliar a rede de apoio aos animais atingidos pelas enchentes.
A participação das apresentadoras ocorreu ao lado de Whindersson Nunes, Anderson Baumgartner e Junno. Juntos, eles ajudaram a dar visibilidade ao trabalho realizado por voluntários e empresas parceiras.
A mobilização tinha um objetivo definido: oferecer uma estrutura segura aos animais retirados de áreas alagadas e trabalhar para que cada um pudesse voltar para sua família.
Procura-se Um Amigo surgiu durante as enchentes no Rio Grande do Sul
A iniciativa foi organizada em meio à calamidade provocada pelas fortes chuvas no estado.
Além das milhares de pessoas obrigadas a deixar suas casas, muitos animais ficaram presos, desapareceram ou acabaram separados de seus tutores durante as operações de retirada.
Depois do resgate, surgia outro desafio: encontrar locais com espaço, alimentação, assistência veterinária e condições adequadas para manter os animais protegidos.
Foi nesse cenário que o Procura-se Um Amigo estruturou seu abrigo em Porto Alegre.
Galpão de Porto Alegre foi transformado em abrigo
A operação passou a funcionar em um galpão localizado na Rua Cristiano Fischer, número 420, em Porto Alegre.
O espaço foi preparado para receber mais de 400 animais resgatados. A estrutura permitia que os pets permanecessem protegidos enquanto a equipe tentava localizar suas famílias.
O galpão também se tornou um ponto de apoio para pessoas interessadas em colaborar com o projeto, oferecer lar temporário ou ajudar na manutenção dos animais.
Mais de 400 animais foram acolhidos pela iniciativa
A ação foi criada com capacidade para abrigar mais de 400 animais retirados das regiões afetadas pelas enchentes.
Cães e gatos resgatados chegavam ao espaço depois de enfrentar situações de risco, contato prolongado com a água, frio, fome e afastamento de seus responsáveis.
O acolhimento não terminava com a chegada ao galpão. Cada animal precisava receber cuidados e permanecer identificado para que a busca pelo tutor pudesse começar.
Empresas do setor pet forneceram apoio à estrutura
O projeto contou com a participação de empresas como Petlove, Petz e Pet Food Solution, conforme informou a GZH.
A parceria ajudou a oferecer os recursos necessários para manter o abrigo em funcionamento e garantir melhores condições aos animais acolhidos.
Em uma operação desse tamanho, eram necessários alimentos, produtos de higiene, medicamentos, equipamentos e outros materiais usados diariamente pelos voluntários.
O apoio empresarial se somou à mobilização das personalidades, dos profissionais e das pessoas que contribuíram com doações.
Animais receberam suporte veterinário no abrigo
Uma das prioridades da iniciativa era oferecer assistência veterinária aos animais resgatados.
Muitos chegavam fragilizados e precisavam ser examinados antes de permanecer no abrigo ou serem encaminhados para um lar temporário.
O suporte veterinário ajudava a identificar possíveis ferimentos e problemas de saúde, além de garantir condições mais seguras para a recuperação dos pets.
O atendimento também era fundamental antes de qualquer reencontro ou processo de adoção.
Voluntários procuravam os tutores dos animais resgatados
Depois do acolhimento, uma equipe de voluntários iniciava a procura pelos responsáveis de cada animal.
O objetivo principal era promover o reencontro entre os pets e as famílias separadas pela enchente. Para pessoas que haviam perdido suas casas e diversos bens, localizar o animal de estimação representava a recuperação de uma parte importante da vida familiar.
Anderson Baumgartner afirmou à GZH que famílias que perderam tanto conseguiam amenizar parte do sofrimento quando reencontravam seus animais.
O empresário também destacou a importância da participação de Xuxa, Angélica, Whindersson Nunes e Junno na mobilização.
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Caio Aviz
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Adoção seria o caminho quando o tutor não fosse localizado
Nem todos os animais poderiam ter seus responsáveis encontrados imediatamente.
Quando as tentativas de localização não tivessem resultado, a iniciativa trabalharia para encontrar uma nova família e proporcionar um lar seguro ao animal.
A adoção aparecia como uma alternativa posterior ao período de buscas, especialmente para os pets que permanecessem sem identificação ou não fossem reconhecidos pelos antigos tutores.
O projeto também recebia manifestações de pessoas dispostas a oferecer lar temporário enquanto as buscas continuavam.
Iniciativa buscava novos espaços para ampliar o atendimento
A atuação não deveria ficar limitada ao galpão instalado em Porto Alegre.
Os responsáveis pelo Procura-se Um Amigo procuravam outros locais que pudessem funcionar como abrigo e receber mais animais resgatados.
O planejamento incluía expandir a operação para outras cidades gaúchas gravemente afetadas pelas chuvas.
A ampliação dependeria da disponibilidade de espaços, voluntários, doações e empresas interessadas em participar da rede de apoio.
Mobilização reuniu influência pública, empresas e voluntários
A iniciativa aproximou personalidades conhecidas nacionalmente, companhias do segmento pet, profissionais veterinários e voluntários em torno do mesmo objetivo.
Xuxa e Angélica ajudaram a dar visibilidade à mobilização, enquanto a estrutura montada em Porto Alegre ofereceu acolhimento aos animais retirados das enchentes.
Whindersson Nunes, Anderson Baumgartner e Junno também integraram a ação, que já havia ajudado centenas de pets e pretendia continuar os resgates enquanto houvesse necessidade.
Entre atendimentos veterinários, buscas por tutores, lares temporários e processos de adoção, o Procura-se Um Amigo tentou reconstruir vínculos rompidos pela calamidade.
Para você, o que mais chama atenção nessa mobilização: a transformação do galpão em abrigo, o acolhimento de mais de 400 animais ou o trabalho dos voluntários para reencontrar cada pet com sua família? Deixe sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Caio Aviz.

