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Alan Rick comemora decisão do TCE e acusa governo de usar máquina pública na eleição

Alan Rick comemora decisão do TCE e acusa governo de usar máquina pública na eleição

O candidato ao governo do Acre Alan Rick (Republicanos) comemorou nesta quinta-feira, 03, a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC) e parabenizou o órgão pela investigação que, segundo ele, aponta para o uso da máquina pública na contratação de cargos comissionados durante o período eleitoral.

“Quero aqui parabenizar o nosso Tribunal de Contas, né? Uma investigação feita com muita responsabilidade e que mostra o uso da máquina para a contratação de cargos comissionados para usar essa mão de obra na eleição”, afirmou.

Na avaliação de Alan Rick, as contratações ocorrem enquanto centenas de servidores aprovados em concursos públicos aguardam convocação. Ele citou os policiais penais e outros servidores concursados como exemplos.

“Isso enquanto centenas de servidores que passaram em concursos aguardam ser convocados, como os policiais penais, como outros servidores que passaram em concurso e aguardam ser convocados. O governo usa a máquina pública, um gasto de 7 milhões de reais por mês para contratar comissionados para trabalhar na eleição”, disse.

O candidato também afirmou ter recebido denúncias sobre servidoras contratadas pelo Estado que estariam trabalhando em residências de integrantes do governo. Segundo ele, uma denúncia recente apontaria que até mesmo na residência da governadora haveria uma servidora contratada pelo Estado.

“E o mais grave são denúncias de servidoras contratadas pelo Estado trabalhando em residências de secretária, inclusive uma denúncia que acaba de chegar, que até na casa da governadora tem servidor contratado pelo Estado. A gente está pedindo para apurar, para levantar esses dados, porque isso é muito grave, é muito grave”, declarou.

Alan Rick classificou a situação como uso ostensivo da máquina pública e abuso do poder político e econômico durante a eleição. Ele defendeu que os órgãos de controle e fiscalização adotem medidas contra eventuais irregularidades.

“O uso ostensivo da máquina pública, o uso do poder, o abuso do poder político-econômico contra nós nas eleições. Isso a gente está pedindo cada vez mais dos órgãos de controle, dos órgãos fiscalizadores que punam esses atos ilegais, imorais e que atentam contra o erário público, contra a moralidade e a paridade de armas nas eleições também”, afirmou.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

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