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Aos 10 anos, menina vende doces para a Santa Casa de São Carlos, junta R$ 195,50 com as vendas, leva uma cartinha e entrega pessoalmente a doação ao hospital para ajudar a comprar materiais e equipamentos
Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 11/09/2026 às 18:44
Atualizado em 11/09/2026 às 18:45
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Mariana escolheu a instituição porque nasceu na maternidade da Santa Casa e porque o hospital também havia atendido seu avô. A doação foi recebida pelo provedor e encaminhada ao fundo usado para custear necessidades da instituição, como materiais e equipamentos.
Mariana tinha 10 anos quando decidiu vender doces e transformar o dinheiro arrecadado em uma doação para a Santa Casa de São Carlos, no interior de São Paulo. A iniciativa reuniu R$ 195,50, quantia entregue pessoalmente ao hospital junto com uma cartinha preparada pela menina.
Em dezembro de 2023, o São Carlos em Rede publicou o caso e informou que Mariana foi recebida pelo provedor da instituição, Antônio Valério Morillas Júnior. O dinheiro seria incorporado ao fundo de doações da Santa Casa, destinado a necessidades do hospital, incluindo a compra de materiais e equipamentos.
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A escolha da instituição tinha relação direta com a história da criança. Mariana contou que nasceu na maternidade da Santa Casa e que o hospital também havia atendido seu avô quando ele ficou doente, motivos apresentados por ela para explicar o carinho pelo local e a decisão de ajudar.
A venda de doces foi o meio escolhido para formar a arrecadação. Depois de reunir os R$ 195,50, Mariana levou o valor ao hospital, entregou a carta e explicou a iniciativa durante a visita, sem que a reportagem original informe quantos produtos foram vendidos ou por quanto tempo durou a ação.
Da venda dos doces à entrega no hospital
Mariana participou de todas as etapas descritas pelo veículo: vendeu os doces, reuniu o dinheiro, escolheu a Santa Casa como beneficiária e compareceu à instituição para entregar a doação. A cartinha acompanhou a quantia e registrou a motivação da menina.
Morillas Júnior informou que o valor seguiria para o fundo de doações da Santa Casa. A publicação não associa os R$ 195,50 a um equipamento específico, mas registra que recursos desse fundo podem ser usados para adquirir materiais e equipamentos necessários ao funcionamento do hospital.
O provedor também avaliou que a atitude de Mariana poderia incentivar outras crianças e jovens a participar de iniciativas voltadas à comunidade. A manifestação foi feita durante o encontro com a menina e integrou a reação institucional à entrega do dinheiro.
A relação familiar com o hospital deu à escolha da instituição um motivo concreto. Além do próprio nascimento na maternidade, Mariana citou o atendimento recebido pelo avô quando esteve doente, conectando a doação a experiências anteriores de sua família na Santa Casa.
A entrega presencial reuniu as etapas finais da iniciativa. A menina levou o valor à instituição escolhida, apresentou sua mensagem e fez a entrega diretamente ao representante do hospital, em vez de apenas encaminhar o dinheiro por outro meio.
Como a Santa Casa usa recursos de doações
A forma de aplicação desse tipo de recurso apareceu novamente em uma prestação de contas publicada pela própria Santa Casa sobre as doações recebidas em 2025. O documento informou que contribuições destinadas à instituição ajudaram na aquisição de equipamentos e na renovação de mobiliários usados em setores de atendimento pelo Sistema Único de Saúde.
Essa prestação de contas não trata especificamente da doação feita por Mariana em 2023, mas esclarece como valores recebidos de diferentes doadores podem ser reunidos e aplicados nas necessidades do hospital. A instituição também destacou que contribuições de menor valor ganham relevância quando somadas a outras doações.
O documento posterior ajuda a situar a destinação informada por Morillas Júnior no encontro com a menina. O dinheiro entregue por Mariana não foi apresentado como pagamento de um item determinado, mas como uma contribuição que passaria a integrar o fundo usado pela Santa Casa para atender demandas de materiais e equipamentos.
A fonte original não permite atribuir aos R$ 195,50 uma compra específica. O que está registrado é o recebimento da quantia pela Santa Casa e sua incorporação ao fundo de doações mencionado pelo provedor.
A Santa Casa mantém canais próprios para receber contribuições financeiras de pessoas interessadas em apoiar a instituição. Essas formas de doação integram a estrutura de captação do hospital e permitem reunir recursos que podem ser direcionados às necessidades apresentadas pelos diferentes setores.
No caso de Mariana, a origem do dinheiro ficou definida no relato: o valor veio das vendas de doces organizadas pela menina. A reportagem não detalha participação de outras pessoas na comercialização nem descreve uma campanha maior ligada à iniciativa.
A cartinha entregue durante a visita acrescentou a explicação pessoal para a escolha da Santa Casa. Ela acompanhou a doação e registrou o vínculo mencionado por Mariana com a maternidade do hospital e com o atendimento prestado ao avô.
A contribuição foi recebida pela Santa Casa e encaminhada ao fundo de doações citado pelo provedor. A prestação de contas divulgada depois pelo hospital mostra que recursos desse tipo podem ser reunidos a outras contribuições e aplicados em equipamentos e mobiliários destinados ao atendimento.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

