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Aos 10 anos, menino de Arroio do Meio abre o próprio cofrinho no auge da pandemia, junta R$ 337 em moedas e entrega tudo ao Hospital São José para reforçar o combate à covid-19 na cidade gaúcha

Aos 10 anos, menino de Arroio do Meio abre o próprio cofrinho no auge da pandemia, junta R$ 337 em moedas e entrega tudo ao Hospital São José para reforçar o combate à covid-19 na cidade gaúcha

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Aos 10 anos, menino de Arroio do Meio abre o próprio cofrinho no auge da pandemia, junta R$ 337 em moedas e entrega tudo ao Hospital São José para reforçar o combate à covid-19 na cidade gaúcha

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 09/09/2026 às 11:22

Curiosidades

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Mathias Krein, de 10 anos, abriu o cofrinho e doou R$ 337 ao Hospital São José, de Arroio do Meio (RS), em agosto de 2020, para equipamentos de proteção contra a covid-19.

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Mathias Krein, de 10 anos, abriu o cofrinho onde guardava presentes de aniversário para comprar Lego e doou R$ 337 ao Hospital São José, de Arroio do Meio, no Rio Grande do Sul, em agosto de 2020. O valor vai para equipamentos de proteção de profissionais de saúde na pandemia

Mathias Krein, um menino de 10 anos de Arroio do Meio, no Rio Grande do Sul, abriu o próprio cofrinho e doou R$ 337 ao Hospital São José, da cidade, em plena pandemia de covid-19. O dinheiro, juntado com presentes de aniversário que ele guardava para comprar Lego, foi destinado pela instituição à compra de equipamentos de proteção para os profissionais de saúde.

As informações foram publicadas pelo JE Online em 8 de agosto de 2020, com declarações do menino, da mãe, da tia e da gerente do hospital, e com dados atribuídos ao G1 e à Secretaria Estadual da Saúde.

R$ 337 do cofrinho para o Hospital São José

Mathias Krein, de 10 anos, abriu o cofrinho e doou R$ 337 ao Hospital São José, de Arroio do Meio (RS), em agosto de 2020, para equipamentos de proteção contra a covid-19.

O valor doado por Mathias foi de R$ 337, entregue ao Hospital São José, localizado em Arroio do Meio.

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A instituição informou que usaria o dinheiro para adquirir equipamentos de proteção aos profissionais da saúde, conforme o JE Online.

“Se eu pegar o coronavírus, eu vou pra lá, né?!”

Para Mathias, a razão da doação é simples: um dia, ele pode precisar do atendimento na unidade.

“Eu vi que o hospital estava precisando. E se eu pegar o coronavírus, eu vou pra lá, né?!”, disse o menino.

Dinheiro vinha de avós e familiares, presente de aniversário para comprar Lego

Mathias é apaixonado por Lego. Quando faz aniversário, os avós e familiares dão um dinheirinho de presente, e ele vai juntando, contou a tia, Marjana Rockembach, que trabalha como enfermeira.

Os R$ 337 eram, portanto, a poupança de vários aniversários, guardada para os brinquedos de montar.

Conversa em família sobre doações e a decisão no dia seguinte

“Às vezes ficamos conversando em família, e aqueles dias falamos das doações e tal, como é importante”, relatou Marjana.

“Ele ficou pensativo e no dia seguinte ele chamou minha irmã no quarto e disse que gostaria de doar o dinheiro dele, que ele já tinha bastante Lego e assim poderia ajudar”, completou a tia.

Mãe professora lembra: “tirou todo o dinheiro”

A mãe de Mathias, a professora Magda Rockembach, recorda com emoção o momento em que o filho a chamou para conversar e contar que iria doar o dinheiro.

Segundo ela, a família havia conversado sobre a importância das doações, sem esperar nada. “Ele disse que tinha uma coisa para dar e tirou todo o dinheiro”, declarou.

Verba vai para equipamentos de proteção dos profissionais

O Hospital São José destinou o valor à compra de equipamentos de proteção para os profissionais da saúde, item central no atendimento durante a pandemia.

Niúra Rodrigues da Silva, gerente de Recursos Financeiros e Materiais do hospital, classificou a ajuda como necessária, mas afirmou que a quantia é menos importante do que o gesto de solidariedade.

Gerente do hospital: “gratidão imensa para nós e para a comunidade”

“É uma gratidão imensa para nós e para a comunidade; porque uma criança de apenas 10 anos já levar essa importância que é cuidar da saúde”, disse Niúra Rodrigues da Silva.

Para a gerente, o valor de R$ 337 pesa menos do que o exemplo dado por um menino de 10 anos.

Arroio do Meio tinha 22 casos e incidência entre as mais altas do RS

A cidade de Arroio do Meio possuía 22 casos confirmados de covid-19, segundo a Secretaria Estadual da Saúde, na data da reportagem.

A incidência por 100 mil habitantes era uma das mais elevadas do estado, acima de municípios como Porto Alegre e Bento Gonçalves, que estavam entre os cinco com mais registros no Rio Grande do Sul.

Em agosto de 2020, o dinheiro já estava com o hospital

Segundo informações do G1 citadas pelo JE Online, o dinheiro de Mathias já estava com o Hospital São José em 8 de agosto de 2020.

A doação de R$ 337 entrou no caixa da instituição no momento em que Arroio do Meio registrava uma das maiores incidências de covid-19 do Rio Grande do Sul.

Na sua opinião, o gesto de Mathias Krein deveria inspirar campanhas de doação nas escolas, ou é um caso isolado que nasceu das conversas dentro de casa? Deixe sua opinião nos comentários.

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menino de 10 anos doa cofrinho para hospital em Arroio do Meio


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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