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Aos 53 anos, artista autodidata transforma troncos gigantes em esculturas realistas usando apenas motosserra, trabalha até 3 dias em cada peça sem desenho prévio e já criou obras de 6,7 metros que podem valer até US$ 9,5 mil; após quase 30 anos na profissão, admite que faz com a ferramenta “tudo o que não deveria”

Aos 53 anos, artista autodidata transforma troncos gigantes em esculturas realistas usando apenas motosserra, trabalha até 3 dias em cada peça sem desenho prévio e já criou obras de 6,7 metros que podem valer até US$ 9,5 mil; após quase 30 anos na profissão, admite que faz com a ferramenta “tudo o que não deveria”

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Aos 53 anos, artista autodidata transforma troncos gigantes em esculturas realistas usando apenas motosserra, trabalha até 3 dias em cada peça sem desenho prévio e já criou obras de 6,7 metros que podem valer até US$ 9,5 mil; após quase 30 anos na profissão, admite que faz com a ferramenta “tudo o que não deveria”

Escrito por Carla Teles

Publicado em 04/09/2026 às 16:52

Atualizado em 04/09/2026 às 16:55

Construção

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Simon Bogg, artista autodidata, cria esculturas de madeira com motosserra e transforma arte com motosserra em obras gigantes. Imagem: SWNS

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Simon Bogg, de Louth, em Lincolnshire, aprendeu sozinho a esculpir madeira com motosserra e transformou a técnica em profissão. Aos 53 anos, produz animais monumentais, trabalha até três dias em peças complexas, usa fotos como referência e vende algumas esculturas por valores entre US$ 6,8 mil e US$ 9,5 mil.

A motosserra que Simon Bogg aprendeu a controlar sem formação artística formal acabou se tornando sua principal ferramenta de trabalho. Aos 53 anos, o britânico transforma grandes blocos de madeira em cavalos, corujas, rinocerontes, texugos, elefantes e outras esculturas, algumas delas tão grandes que chegam a 6,7 metros de altura.

A história foi publicada pelo Good News Network em 29 de agosto de 2026, a partir de informações da agência SWNS. Bogg vive em Louth, no condado inglês de Lincolnshire, e afirma trabalhar com esse tipo de escultura há quase 30 anos, sendo aproximadamente 15 deles em dedicação integral à atividade.

Tudo começou quando a mãe pediu um cogumelo de madeira

Antes de viver da arte, Simon Bogg trabalhava na construção civil. A mudança começou quando sua mãe perguntou se ele conseguiria fazer um cogumelo de madeira. Até aquele momento, segundo seu relato, ele nunca havia produzido uma escultura utilizando motosserra.

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Bogg pegou a ferramenta da própria mãe e passou uma tarde de domingo tentando executar a ideia. Uma semana depois, o experimento que havia começado como um pedido familiar já havia gerado cinco encomendas.

Ele produziu os cinco cogumelos, depois tentou esculpir um urso e decidiu levar trabalhos para uma feira rural. Segundo o artista, todas as peças expostas naquela ocasião foram vendidas.

A sequência acabou transformando um teste improvisado em atividade profissional. Quase três décadas depois, Bogg estima produzir, em média, três esculturas por semana, embora o tempo necessário varie conforme o tamanho e a complexidade.

Esculturas surgem sem desenho detalhado antes dos cortes

Uma característica do processo é a ausência de um projeto minucioso desenhado sobre a madeira antes do início. Bogg afirma trabalhar de maneira livre, removendo material gradualmente até a forma desejada começar a aparecer.

Nas esculturas mais complexas, ele utiliza uma fotografia como referência visual, mas não faz um mapeamento detalhado da peça. O método consiste em observar o bloco, retirar o que considera excedente e desenvolver as formas diretamente com a motosserra.

Esse processo exige que decisões sobre proporção e volume sejam tomadas enquanto o trabalho avança. A fonte não descreve o uso de moldes, sistemas digitais ou desenhos técnicos para orientar os cortes.

Também não há informação suficiente para afirmar que absolutamente todas as etapas de acabamento sejam feitas exclusivamente com a ferramenta. O elemento documentado é que a motosserra está no centro do método utilizado por Bogg para construir suas esculturas de madeira.

Peças mais complexas podem exigir três dias de trabalho

Imagem: SWNS

As esculturas variam bastante em dificuldade. Nos trabalhos mais elaborados, Bogg pode passar até três dias em jornadas de aproximadamente oito horas para transformar o tronco na forma planejada.

Cavalos, pássaros, rinocerontes, texugos e elefantes aparecem entre os animais citados pela fonte. Quanto maior o nível de detalhe e a dimensão da obra, maior tende a ser o tempo dedicado ao corte e à modelagem.

Em média, o artista afirma concluir aproximadamente três esculturas por semana. Isso não significa que todas demandem o mesmo esforço: peças menores podem ser concluídas mais rapidamente, enquanto trabalhos de grande escala ocupam vários dias.

A matéria não apresenta uma tabela fixa relacionando tamanho, horas de trabalho e preço. Portanto, os valores e prazos divulgados devem ser tratados como exemplos do trabalho de Bogg, e não como padrão obrigatório para cada encomenda.

Madeira vem de jardins locais e até dos Pireneus

A matéria também detalha a origem da matéria-prima. Bogg utiliza tanto madeira retirada de jardins locais quanto cedro importado da região dos Pireneus.

Esses blocos podem assumir formas muito diferentes conforme a encomenda. O desafio começa antes dos detalhes finais, porque o artista precisa imaginar o animal dentro de um pedaço bruto de madeira e remover material sem poder recolocá-lo depois.

Entre as criações mostradas pela reportagem estão um cervo de grande porte, um cavalo empinado e um elefante. Corujas também aparecem entre os trabalhos mais procurados pelos compradores.

A fonte não informa o peso médio dos troncos, a quantidade de madeira descartada em cada projeto ou o custo do material. Esses dados, portanto, não podem ser estimados com segurança.

Maior escultura chegou a 6,7 metros de altura

O trabalho de maior escala citado pela reportagem atingiu 22 pés de altura, equivalentes a aproximadamente 6,7 metros. A dimensão coloca algumas criações de Bogg muito além do porte de objetos decorativos convencionais.

O tamanho das peças é uma das características que o próprio artista diz apreciar. Ele afirmou à SWNS que prefere trabalhos grandes e projetos que outras pessoas consideram difíceis ou mesmo impossíveis de realizar.

Essa preferência também aparece no tipo de animal representado. Cervos, cavalos e elefantes permitem explorar corpos, patas, cabeças e volumes em uma escala muito maior do que as esculturas menores.

Apesar disso, as peças populares não são necessariamente as gigantes. As corujas estão entre as esculturas mais procuradas e podem partir de valores próximos de US$ 150, dependendo do nível de detalhes.

Algumas obras podem chegar a US$ 9,5 mil

No extremo superior do catálogo, algumas esculturas de Simon Bogg são avaliadas entre aproximadamente US$ 6,8 mil e US$ 9,5 mil, valores correspondentes a £5 mil e £7 mil citados na reportagem.

O elefante produzido mais recentemente à época da publicação, por exemplo, foi estimado pelo próprio artista em cerca de US$ 6,8 mil. O valor varia de acordo com fatores como porte e complexidade.

Isso significa que não seria correto afirmar que todas as obras feitas com motosserra custam milhares de dólares. Há uma diferença considerável entre as corujas menores, que podem começar na faixa de US$ 150, e as grandes encomendas.

A escala comercial acompanha a variedade física do trabalho, indo de peças menores vendidas por algumas centenas de dólares a esculturas monumentais que alcançam vários milhares.

Trabalho prolongado com motosserra também cobra esforço físico

O domínio da ferramenta não elimina os riscos. Bogg reconhece que utiliza a motosserra de maneiras incomuns para conseguir cortes e formas que normalmente não estariam associados ao uso convencional do equipamento.

Ele próprio resumiu o caráter pouco usual do processo ao dizer que, em seu trabalho artístico, acaba fazendo com a ferramenta muitas coisas que normalmente não deveriam ser feitas. A declaração foi apresentada pela reportagem como reconhecimento dos riscos envolvidos na atividade, e não como orientação de uso.

Horas segurando uma motosserra também trazem desgaste físico. Bogg menciona dores nas costas, incômodo nos punhos, vibração persistente e risco à audição entre os efeitos associados às longas jornadas.

Por isso, a história deve ser entendida como descrição do método desenvolvido por um profissional experiente ao longo de quase três décadas, não como demonstração de que técnicas semelhantes sejam seguras para pessoas sem treinamento, proteção ou experiência com esse tipo de equipamento.

Quase 30 anos depois, um pedido simples virou profissão

O caminho de Simon Bogg começou com um cogumelo pedido pela mãe e avançou para encomendas, feiras, esculturas monumentais e cerca de 15 anos de dedicação profissional em tempo integral.

Hoje, a mesma motosserra que ele aprendeu a usar por conta própria serve para produzir obras que vão de pequenas corujas a estruturas de 6,7 metros, com algumas peças alcançando valores próximos de US$ 9,5 mil.

O artista afirma gostar especialmente dos trabalhos grandes e das ideias consideradas difíceis. Depois de quase 30 anos, o método permanece baseado em observação, cortes sucessivos e pouca preparação gráfica antes de começar.

O que mais chama sua atenção nessa técnica: trabalhar sem desenho detalhado, transformar troncos em animais realistas, criar peças de 6,7 metros ou conseguir valores de até US$ 9,5 mil? Conte nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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