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Aos 7 anos, menino raspa a própria cabeça para que o melhor amigo com leucemia não se sinta o único sem cabelo na escola, passa a vender cachecóis para custear o tratamento caro e entrega ao colega o pouco mais de US$ 200 que juntou com os primeiros 20 vendidos

Aos 7 anos, menino raspa a própria cabeça para que o melhor amigo com leucemia não se sinta o único sem cabelo na escola, passa a vender cachecóis para custear o tratamento caro e entrega ao colega o pouco mais de US$ 200 que juntou com os primeiros 20 vendidos

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Aos 7 anos, menino raspa a própria cabeça para que o melhor amigo com leucemia não se sinta o único sem cabelo na escola, passa a vender cachecóis para custear o tratamento caro e entrega ao colega o pouco mais de US$ 200 que juntou com os primeiros 20 vendidos

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 04/09/2026 às 17:42

Atualizado em 04/09/2026 às 17:43

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Vincent Butterfield, de 7 anos, raspou a cabeça para o amigo Zac Gossage, com leucemia, não se sentir o único sem cabelo na escola, e vendeu cachecóis para ajudar no tratamento.

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Vincent Butterfield, aluno da Central Elementary School, em Union, Missouri, apareceu na escola de boina e revelou a cabeça raspada em solidariedade a Zac Gossage, em quimioterapia contra a leucemia. Com apoio da família, vendeu mais de 20 cachecóis e repassou pouco mais de 200 dólares ao amigo em 2014

Vincent Butterfield, de 7 anos, aluno da Central Elementary School, em Union, no estado americano do Missouri, raspou a cabeça para que o melhor amigo, Zac Gossage, em tratamento contra a leucemia, não se sentisse estranho na escola. Depois, começou a vender cachecóis e entregou a Zac um pouco mais de 200 dólares para ajudar a pagar o tratamento.

As informações foram publicadas pelo site ACI Digital em 31 de janeiro de 2014, a partir de reportagem do noticiário local WTNH, canal 8, que entrevistou os dois meninos e a professora deles.

Diagnóstico de Zac Gossage fez Vincent começar a perguntar sobre a doença

Vincent Butterfield, de 7 anos, raspou a cabeça para o amigo Zac Gossage, com leucemia, não se sentir o único sem cabelo na escola, e vendeu cachecóis para ajudar no tratamento.

Quando Vincent soube que o amigo Zac Gossage tinha sido diagnosticado com câncer, começou a fazer muitas perguntas sobre o tema. Foi assim, segundo a ACI Digital, que ele aprendeu duas coisas: que o amigo ficaria sem cabelo e que o tratamento seria muito caro.

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Esses dois pontos explicam as duas atitudes que vieram depois. A perda do cabelo levou à cabeça raspada; o custo do tratamento levou aos cachecóis.

“Uma briga entre as células brancas e as vermelhas”: a explicação do menino de 7 anos

Em suas próprias palavras, Vincent explicou que a doença “é uma briga entre as células brancas e as vermelhas”, conforme informou o WTNH canal 8.

A frase resume o que um aluno de 7 anos entendeu da leucemia depois de perguntar aos adultos. A reportagem não informa quem respondeu às perguntas do menino.

Quimioterapia frequente, mas sem faltar à escola “porque assim eu posso brincar com Vincent”

Vincent Butterfield, de 7 anos, raspou a cabeça para o amigo Zac Gossage, com leucemia, não se sentir o único sem cabelo na escola, e vendeu cachecóis para ajudar no tratamento.

Zac precisa ir com muita frequência ao hospital para as sessões de quimioterapia. Mesmo assim, o menino não falta à escola.

“Porque assim eu posso brincar com Vincent”, assinalou Zac, ao explicar por que continua indo às aulas entre uma sessão e outra.

“Estou bem”: a resposta de Zac cada vez que a professora pergunta

Cada vez que a professora pergunta a Zac como ele está, o menino responde com entusiasmo: “estou bem”.

A rotina de sala de aula seguia, segundo a reportagem, com o aluno em tratamento presente e a professora acompanhando o estado dele. Foi diante dessa mesma professora que Vincent preparou a surpresa.

A surpresa chegou à escola escondida debaixo de uma boina

Um dia, Vincent chegou ao colégio com a cabeça coberta por uma boina. Ele disse à professora que tinha uma surpresa para Zac.

Quando tirou a boina, mostrou a cabeça raspada. A ACI Digital não informa a data exata do episódio nem quem raspou o cabelo do menino.

“Fiz isso para que não sentisse que ele é o único sem cabelo”

“Fiz isso para que não sentisse que ele é o único sem cabelo”, expressou Vincent, segundo a publicação.

O gesto respondia diretamente ao que ele havia aprendido sobre a quimioterapia: o amigo perderia o cabelo. Com a cabeça raspada, Zac deixava de ser o único aluno careca da turma.

Tratamento caro levou Vincent a vender cachecóis com apoio da família

A outra informação que Vincent absorveu, a de que o tratamento seria muito caro, virou uma segunda iniciativa. Com o apoio da família, ele decidiu vender cachecóis para ajudar a pagar o tratamento médico do amigo.

A reportagem não detalha quem fabricava os cachecóis, o preço de cada um nem onde eram vendidos. O que está registrado é o apoio dos familiares e o resultado da venda.

Mais de 20 cachecóis vendidos e pouco mais de 200 dólares entregues a Zac

Com a venda de mais de 20 cachecóis, Vincent conseguiu um pouco mais de 200 dólares. O valor foi entregue por ele ao melhor amigo, para o tratamento.

A quantia dá uma média de cerca de 10 dólares por peça, considerando os números informados pela ACI Digital. A publicação não diz se as vendas continuaram depois dessa primeira entrega.

Quem o conhece diz que Vincent ensina pelo exemplo

Os que conhecem Vincent assinalam que ele, apesar de ser muito novo, ensina com o exemplo o valor da amizade, da entrega e da solidariedade, segundo a ACI Digital.

A ajuda ao amigo, conforme a publicação, não foi apenas econômica. Ela veio também em gestos, como a cabeça raspada, descritos pela reportagem como fruto de “um coração puro e sincero”.

Em janeiro de 2014, Zac seguia em quimioterapia e na sala de aula ao lado de Vincent

Quando a reportagem foi publicada, em 31 de janeiro de 2014, Zac Gossage continuava em tratamento de quimioterapia, com idas frequentes ao hospital, e mantinha a presença na Central Elementary School, em Union.

Vincent Butterfield já havia entregue ao amigo os pouco mais de 200 dólares dos cachecóis. A ACI Digital não informa a evolução do quadro de saúde de Zac depois daquela data.

Na sua opinião, atitudes como a de Vincent Butterfield nascem do exemplo que a criança recebe em casa, ou surgem de forma espontânea na amizade entre duas crianças de 7 anos? Deixe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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