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Aos 8 anos, Menina pergunta por que sua escola não tinha parquinho, pede ajuda à mãe para fabricar pulseiras de miçangas, começa a vender os acessórios, mobiliza comerciantes e voluntários e transforma um espaço vazio em área de R$ 1.800 com três balanços e duas gangorras para centenas de alunos

Aos 8 anos, Menina pergunta por que sua escola não tinha parquinho, pede ajuda à mãe para fabricar pulseiras de miçangas, começa a vender os acessórios, mobiliza comerciantes e voluntários e transforma um espaço vazio em área de R$ 1.800 com três balanços e duas gangorras para centenas de alunos

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Aos 8 anos, Menina pergunta por que sua escola não tinha parquinho, pede ajuda à mãe para fabricar pulseiras de miçangas, começa a vender os acessórios, mobiliza comerciantes e voluntários e transforma um espaço vazio em área de R$ 1.800 com três balanços e duas gangorras para centenas de alunos

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 02/09/2026 às 16:21

Atualizado em 02/09/2026 às 16:22

Curiosidades

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Ana Laura Petenucci, de 8 anos, vendeu pulseiras de miçangas e mobilizou comerciantes e voluntários para construir por R$ 1.800 um parquinho com três balanços e duas gangorras em escola de Loanda.

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Ana Laura Petenucci, de 8 anos, transformou a falta de parquinho em iniciativa própria em Loanda, no Paraná. Vendendo pulseiras de miçangas e mobilizando comerciantes, familiares e voluntários, ajudou a construir por R$ 1.800 um espaço com três balanços e duas gangorras para mais de 320 alunos da escola municipal.

Ana Laura Petenucci, de 8 anos, moradora de Loanda, no noroeste do Paraná, começou a fabricar e vender pulseiras de miçangas depois de perguntar por que a escola onde estudava não possuía um parquinho. A iniciativa saiu da conversa familiar, mobilizou empresários, amigos e voluntários e terminou com a transformação de uma área vazia em espaço de recreação.

Segundo o Jornal Metropolitano, com declarações de Ana Laura e da mãe, Amanda Pettenuci, ao g1, a construção teve custo total de R$ 1.800. A Escola Municipal Alvehi Alves de Assis recebeu três balanços e duas gangorras, enquanto a direção passou a planejar uma ampliação para atender os mais de 320 alunos da unidade.

Ana Laura perguntou por que a escola não tinha um parquinho

A iniciativa começou durante uma conversa de Ana Laura com os pais, que são empresários em Loanda.

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A menina observou que havia bastante espaço disponível na escola e perguntou por que não existia um parquinho. Em seguida, sugeriu que o avô poderia ajudar a construí-lo.

Mãe explicou que seria preciso juntar dinheiro para os materiais

Amanda Pettenuci contou que ficou surpresa com a proposta da filha e, inicialmente, chegou a duvidar que o plano pudesse dar certo.

A mãe explicou a Ana Laura que, antes da construção, seria necessário arrecadar dinheiro para comprar os materiais. Também deixou claro desde o começo que realizar o projeto não seria uma tarefa simples.

Pulseiras de miçangas viraram a forma de arrecadar recursos

Ana Laura Petenucci, de 8 anos, vendeu pulseiras de miçangas e mobilizou comerciantes e voluntários para construir por R$ 1.800 um parquinho com três balanços e duas gangorras em escola de Loanda.
foto: Elvis Costa

Ana Laura já produzia acessórios para uso próprio e decidiu aproveitar essa habilidade.

A menina perguntou à mãe se ela poderia ajudá-la a fabricar pulseiras e outros acessórios de miçangas. Amanda concordou porque havia um objetivo específico para o dinheiro arrecadado.

Menina pesquisou modelos de parquinhos na internet

O projeto avançou para uma etapa de planejamento.

Ana Laura procurou na internet inspirações de tipos de parquinhos que poderiam ser instalados no espaço disponível dentro da escola.

A família, então, começou a procurar amigos que pudessem orientar a construção.

Primeira venda aconteceu durante reunião com amigos da família

Amanda reuniu em casa amigos que trabalhavam com marcenaria na cidade.

A intenção era ouvir sugestões sobre como começar o projeto e quais caminhos seriam necessários para transformar a ideia em uma estrutura real.

Durante esse encontro, Ana Laura realizou sua primeira venda dos acessórios de miçangas.

Comerciantes ofereceram materiais por preços mais baixos

A iniciativa começou a circular entre empresários da região.

Alguns comerciantes decidiram colaborar oferecendo materiais com valores reduzidos, diminuindo o custo necessário para colocar o projeto em prática.

Assentos dos balanços foram doados

Parte dos componentes chegou sem custo para a iniciativa.

Segundo a fonte, os assentos dos balanços foram doados, somando-se às outras formas de apoio recebidas pela menina e sua família.

Familiares e amigos entraram como voluntários na construção

Familiares e amigos participaram diretamente da construção
Foto: Amanda Pettenuci

O projeto também contou com mão de obra voluntária.

Familiares e amigos participaram diretamente da construção, reunindo os materiais obtidos e trabalhando para transformar o espaço vazio da escola em área de recreação.

Construção começou em agosto e custou R$ 1.800

Amanda informou que a montagem começou em agosto, depois que materiais e voluntários foram reunidos.

O custo total chegou a R$ 1.800, valor que incluiu os recursos necessários para instalar os brinquedos com o apoio conquistado pela iniciativa.

Espaço vazio ganhou três balanços e duas gangorras

Ana Laura Petenucci, de 8 anos, vendeu pulseiras de miçangas e mobilizou comerciantes e voluntários para construir por R$ 1.800 um parquinho com três balanços e duas gangorras em escola de Loanda.
foto: Elvis Costa
Foto: Amanda Pettenuci

A área que anteriormente não possuía brinquedos passou a ter uma nova função.

Foram instalados três balanços e duas gangorras, formando o primeiro conjunto de equipamentos do parquinho idealizado por Ana Laura.

Mais de 320 alunos passaram a ter novo espaço de recreação

Ana Laura Petenucci, de 8 anos, vendeu pulseiras de miçangas e mobilizou comerciantes e voluntários para construir por R$ 1.800 um parquinho com três balanços e duas gangorras em escola de Loanda.
foto: Elvis Costa

A Escola Municipal Alvehi Alves de Assis atende mais de 320 estudantes, segundo sua diretora, Michely Colnago.

Com os novos brinquedos, o espaço passou a ser utilizado pelas centenas de crianças matriculadas na unidade.

Ana Laura resumiu a conclusão do projeto dizendo que havia realizado o próprio sonho e também o de muitas outras crianças.

Direção decidiu ampliar o parquinho com novos brinquedos

A iniciativa da menina não encerrou os planos para a área.

Michely Colnago afirmou que o projeto incentivou a escola a ampliar o espaço lúdico destinado aos alunos.

A direção passou a planejar a construção de novos brinquedos para aumentar a estrutura disponível.

Família já participava de ações voluntárias fora da escola

Ana Laura cresceu em uma família envolvida com iniciativas de voluntariado.

Segundo Amanda, a família participa de um grupo que arrecada doações destinadas a crianças carentes de Loanda, a ribeirinhos de Calama, em Rondônia, e também a pessoas no Paraguai e em Moçambique, na África.

A mãe afirmou que esse envolvimento ajudou Ana Laura a compreender a importância de compartilhar e colaborar com outras pessoas.

Parquinho de R$ 1.800 abriu caminho para uma ampliação

O projeto iniciado com uma pergunta de Ana Laura aos pais terminou com três balanços, duas gangorras e um espaço antes vazio transformado em área recreativa para os estudantes da Escola Municipal Alvehi Alves de Assis.

A direção agora pretende ampliar o parquinho com novos brinquedos, dando continuidade a uma iniciativa que começou quando uma menina de 8 anos pediu ajuda à mãe para fabricar pulseiras e arrecadar dinheiro.

Na sua opinião, o que mais fez diferença para o projeto sair do papel: a iniciativa de Ana Laura, o apoio dos comerciantes ou o trabalho dos voluntários? Deixe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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