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Aos 81 anos, pecuarista trata bois na carriola três vezes ao dia, confina 18 animais por 106 dias e alcança média de 18,55 arrobas por carcaça em Rondônia, sem grandes máquinas no Sítio JK

Aos 81 anos, pecuarista trata bois na carriola três vezes ao dia, confina 18 animais por 106 dias e alcança média de 18,55 arrobas por carcaça em Rondônia, sem grandes máquinas no Sítio JK

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Aos 81 anos, pecuarista trata bois na carriola três vezes ao dia, confina 18 animais por 106 dias e alcança média de 18,55 arrobas por carcaça em Rondônia, sem grandes máquinas no Sítio JK

Escrito por Alisson Ficher

Publicado em 19/09/2026 às 15:44

Atualizado em 19/09/2026 às 15:46

Agronegócio

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Ivo José da Costa mantém o confinamento no Sítio JK há 12 anos e participa diretamente da alimentação do rebanho. O lote levado ao abate era de criação própria e reuniu animais jovens, de zero e dois dentes, com acabamento de gordura entre 2+ e 3-.

Aos 81 anos, Ivo José da Costa continua envolvido diretamente na rotina do confinamento mantido no Sítio JK, em Rolim de Moura (RO). O produtor distribui manualmente a alimentação dos bovinos com uma carriola, três vezes por dia.

O trabalho foi apresentado pelo Giro do Boi ao mostrar um lote de 18 bois da propriedade que permaneceu 106 dias em confinamento. Depois desse período, os animais alcançaram média de 18,55 arrobas por carcaça, equivalente a 278,25 quilos.

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Todos os bois eram de criação e produção própria do Sítio JK. Ivo realiza confinamento na propriedade há 12 anos e, mesmo aos 81, mantém entre suas tarefas diárias o fornecimento do trato aos animais.

A operação descrita não depende de grandes máquinas para levar a alimentação aos cochos. O serviço é feito com a carriola nos três tratos diários, rotina mantida durante a terminação do lote apresentado.

Lote era de criação própria e tinha animais jovens

Pecuarista de 81 anos trata bois na carriola em Rondônia, confinou 18 animais por 106 dias e alcançou média de 18,55 arrobas no Sítio JK.

Além do período de 106 dias no confinamento, a idade dos bovinos apareceu entre as características destacadas do lote. Os 18 animais foram classificados nas categorias de zero e dois dentes, indicação de que eram bois jovens no momento do abate.

O acabamento de gordura ficou entre as classificações 2+ e 3-. Esse dado acompanha o resultado de peso obtido depois da terminação e ajuda a descrever a condição das carcaças entregues pelo produtor.

A média informada foi de 278,25 quilos por carcaça. Considerando a equivalência de 15 quilos utilizada na conversão para arrobas de carcaça, esse peso corresponde exatamente às 18,55 arrobas divulgadas para o lote.

Aplicada aos 18 bois, a média representa aproximadamente 5.008,5 quilos de carcaça no conjunto dos animais. O número é resultado direto da multiplicação do peso médio informado pela quantidade de bovinos enviados ao abate.

A frequência do fornecimento também permite dimensionar a atividade diária realizada pelo pecuarista. Três tratos por dia ao longo de 106 dias correspondem a 318 distribuições de alimentação, caso a rotina relatada tenha sido mantida sem interrupções durante todo o confinamento.

Pecuarista de 81 anos trata bois na carriola em Rondônia, confinou 18 animais por 106 dias e alcançou média de 18,55 arrobas no Sítio JK.

O dado não representa o número de deslocamentos individuais feitos por Ivo nem permite calcular o volume de alimento movimentado, porque essas informações não foram divulgadas. Ele indica apenas quantas rodadas de trato resultam da frequência e do período apresentados no relato.

Nutrição teve acompanhamento durante a terminação

O caso foi apresentado por Matheus Roz, originador da unidade da Friboi de Rolim de Moura, que acompanhou o embarque do lote. A participação dele aparece no relato que levou a rotina do Sítio JK ao quadro Giro pelo Brasil.

O manejo nutricional contou ainda com o suporte de Wellyton Pelengrine Costa, supervisor de vendas da Marília Nutri. O profissional acompanhou as exigências nutricionais da boiada durante o processo descrito na propriedade.

Esse acompanhamento compunha o manejo de um lote cuja alimentação era levada aos cochos manualmente pelo próprio produtor. O material divulgado, porém, não informa a composição da dieta, o consumo diário dos animais ou o peso de entrada no confinamento.

Pecuarista de 81 anos trata bois na carriola em Rondônia, confinou 18 animais por 106 dias e alcançou média de 18,55 arrobas no Sítio JK.

Sem esses dados, não é possível calcular quanto os bovinos ganharam de peso especificamente nos 106 dias nem determinar indicadores como ganho médio diário ou conversão alimentar. Também não foram apresentados custos de alimentação, mão de obra ou outras despesas da terminação.

Por essa razão, as 18,55 arrobas por carcaça medem o peso médio alcançado no abate, mas não permitem, sozinhas, estabelecer a rentabilidade econômica do confinamento. O resultado disponível descreve o desempenho final do lote, não o custo necessário para obtê-lo.

O embarque apresentado reuniu 18 bois jovens produzidos no próprio Sítio JK e terminados durante 106 dias. Matheus Roz acompanhou a saída dos animais, enquanto Wellyton Pelengrine Costa prestou o suporte nutricional associado ao manejo realizado na propriedade.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

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