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Arqueólogos encontram esqueleto de cerca de 1.600 anos escondido dentro de enorme jarro em fortaleza romana na Bulgária, com duas facas e cinto ao lado do corpo em cenário marcado por incêndio e ataque

Arqueólogos encontram esqueleto de cerca de 1.600 anos escondido dentro de enorme jarro em fortaleza romana na Bulgária, com duas facas e cinto ao lado do corpo em cenário marcado por incêndio e ataque

3 min de leitura

Arqueólogos encontram esqueleto de cerca de 1.600 anos escondido dentro de enorme jarro em fortaleza romana na Bulgária, com duas facas e cinto ao lado do corpo em cenário marcado por incêndio e ataque

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 11/09/2026 às 12:28

Atualizado em 11/09/2026 às 12:31

Ciência e Tecnologia

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Arqueólogos encontram restos mortais de homem e armas escondidos em jarro romano durante ataque à fortaleza em Deultum, na Bulgária.

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Arqueólogos encontraram restos humanos dentro de um grande jarro romano na antiga colônia de Deultum, na Bulgária. O homem estava acompanhado por duas facas de ferro e um cinto. Cinzas, paredes queimadas e outros vestígios sugerem que ele pode ter buscado abrigo durante um ataque à fortaleza romana em chamas

No sítio arqueológico da antiga colônia romana de Deultum, no sudeste da Bulgária, pesquisadores encontraram os restos mortais de um homem, duas facas de ferro e um cinto escondidos dentro de um enorme jarro de armazenamento. As evidências apontam que o indivíduo buscou abrigo no recipiente durante um ataque à fortaleza.

Arqueólogos encontram restos mortais de homem e armas escondidos em jarro romano durante ataque à fortaleza em Deultum, na Bulgária.

O cenário de combate e refúgio em Deultum

O achado ocorreu no interior de um dolium, um grande jarro de armazenamento posicionado em uma torre de portão da fortaleza.

O arqueólogo Lyudmil Vagalinski, da Academia Búlgara de Ciências, explicou que a presença de cinzas sob a ossada indica que o homem tentou se proteger no local após o início de um incêndio devastador.

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Soldados romanos estabelecidos na colônia enfrentaram constantes confrontos contra hunos e tribos germânicas orientais ao longo dos séculos IV e V d.C.

O ambiente ao redor do jarro revelou cinzas, brasas, paredes enegrecidas e vidro derretido, confirmando o cenário de destruição pelo fogo durante a invasão.

Indícios de defesa e evacuação de emergência

Junto aos restos humanos, os arqueólogos resgataram duas facas de ferro e um cinto. Uma das armas continuava presa ao cinto da vítima, enquanto a outra estava posicionada entre suas pernas.

A disposição dos objetos sugere que o homem permaneceu pronto para se defender até os momentos finais.

A escavação na torre do portão também revelou moedas de bronze e ossos queimados de animais domésticos misturados ao entulho.

Segundo Vagalinski, esses vestígios indicam que a população local recebeu alertas sobre o ataque iminente e buscou recolher o gado para a proteção das muralhas antes da invasão.

A reconstrução da fortaleza após o ataque

A análise da estrutura mostra que o combate provocou o desabamento total da torre. No entanto, o ponto militar não foi abandonado em definitivo após a tragédia.

Após o encerramento do ataque, os habitantes de Deultum nivelaram as ruínas da torre destruída. Sobre os escombros e o jarro soterrado, a comunidade construiu um novo piso em um nível mais elevado para dar continuidade às atividades na colônia romana.

Esta matéria foi elaborada com base em informações de Live Science, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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