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Astro do beisebol vê filho de 3 anos sofrer paralisia pelo corpo, acompanha a criança durante 8 dias na UTI e doa US$ 1 milhão ao hospital que salvou o menino para financiar pesquisas e espaço destinado às famílias

Astro do beisebol vê filho de 3 anos sofrer paralisia pelo corpo, acompanha a criança durante 8 dias na UTI e doa US$ 1 milhão ao hospital que salvou o menino para financiar pesquisas e espaço destinado às famílias

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Astro do beisebol vê filho de 3 anos sofrer paralisia pelo corpo, acompanha a criança durante 8 dias na UTI e doa US$ 1 milhão ao hospital que salvou o menino para financiar pesquisas e espaço destinado às famílias

Escrito por Caio Aviz

Publicado em 09/09/2026 às 12:36

Atualizado em 09/09/2026 às 12:37

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Imagem ilustrativa de Freddie Freeman em um hospital pediátrico, instituição apoiada pelo astro do beisebol após a recuperação do filho Maximus.

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Maximus, filho de Freddie Freeman, começou a perder os movimentos em julho de 2024 e precisou de ventilação mecânica e alimentação por sonda. Após a recuperação, o jogador do Los Angeles Dodgers e a esposa, Chelsea, transformaram a experiência em apoio permanente ao atendimento pediátrico.

A doença neurológica rara provocou uma paralisia progressiva, que avançou pelo corpo da criança e chegou aos ombros. Maximus foi levado ao pronto-socorro em julho de 2024 e permaneceu durante oito dias na unidade de terapia intensiva pediátrica.

O menino precisou receber ventilação mecânica e alimentação por sondas enquanto os médicos tentavam interromper o avanço da síndrome. O quadro assustou a família, mas Maximus começou a apresentar sinais de recuperação poucos dias depois de iniciar o tratamento.

Ao acompanhar a rotina da UTI e observar todos os leitos ocupados, Freddie e Chelsea conheceram de perto o trabalho realizado por médicos, enfermeiros e outros profissionais responsáveis pelo atendimento das crianças e pelo acolhimento dos familiares.

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Segundo a MLB, o jogador afirmou que a experiência mudou sua percepção sobre as dificuldades enfrentadas por famílias que convivem com emergências médicas envolvendo os filhos.

Paralisia avançou pelo corpo de Maximus

A síndrome de Guillain-Barré ocorre quando o sistema imunológico ataca os nervos. No caso de Maximus, os primeiros sintomas evoluíram rapidamente até comprometer os movimentos de grande parte do corpo.

A criança foi encaminhada ao hospital quando a paralisia já havia subido até a região dos ombros. Dentro da UTI pediátrica, os profissionais precisaram oferecer suporte respiratório e nutricional enquanto monitoravam a evolução do quadro.

Freddie se afastou temporariamente dos compromissos com o Los Angeles Dodgers para permanecer ao lado do filho. Durante aquele período, a prioridade da família deixou de ser o calendário do beisebol e passou a ser a recuperação do menino.

Depois de alguns dias de tratamento, Maximus começou a reagir. A criança recuperou gradualmente os movimentos, deixou a UTI e recebeu autorização para continuar o processo de recuperação em casa, com expectativa de restabelecimento completo.

Meses mais tarde, Freddie ajudaria os Dodgers a conquistar a World Series de 2024 e entraria para a história ao rebater o primeiro grand slam de encerramento de uma partida na competição. Para o atleta, porém, nenhuma conquista esportiva se comparava ao alívio de ver o filho fora de perigo.

Doação de US$ 1 milhão amplia atendimento e pesquisas

Após testemunharem o atendimento recebido por Maximus, Freddie e Chelsea anunciaram a doação de US$ 1 milhão à instituição que salvou a vida do menino.

O hospital, anteriormente conhecido como Children’s Hospital of Orange County, passou a integrar o sistema Rady Children’s Health. A contribuição foi destinada de maneira flexível ao atendimento pediátrico, às pesquisas e aos programas voltados às crianças e suas famílias.

Parte desse legado ganhou forma no Freddie and Chelsea Freeman Exploratorium, inaugurado na Southwest Tower da unidade de Orange. O espaço interativo foi projetado para despertar a curiosidade das crianças e aproximar os visitantes das pesquisas desenvolvidas no hospital.

O Exploratorium fica no mesmo andar do instituto responsável por mais de 600 estudos ativos, distribuídos por mais de 30 especialidades. Atividades práticas e áreas com visão para laboratórios permitem que pacientes e familiares conheçam parte da ciência envolvida na busca por novos tratamentos.

A presidente e CEO do sistema de saúde, Kimberly Chavalas Cripe, afirmou que a contribuição também ajuda a financiar serviços de apoio às famílias, pesquisas médicas e atendimento especializado, independentemente da capacidade de pagamento de cada paciente.

Freddie e Chelsea Freeman ao lado dos filhos e de representantes do hospital infantil durante a inauguração de um espaço interativo dedicado às crianças e famílias.

Espaço recebeu o nome de Freddie e Chelsea

Em fevereiro de 2026, o hospital realizou uma cerimônia de inauguração e reconhecimento da contribuição feita pelo casal. O espaço passou oficialmente a carregar os nomes de Freddie e Chelsea Freeman.

Em comunicado divulgado pelo Rady Children’s Health em Orange County, Chelsea explicou que gratidão parecia uma palavra insuficiente para descrever o sentimento pelos profissionais que ajudaram a salvar Maximus.

A experiência pessoal levou o casal a apoiar outras famílias que enfrentam internações pediátricas e precisam conciliar o medo provocado pela doença com decisões médicas, custos e mudanças repentinas na rotina.

Assim, a recuperação do menino originou uma iniciativa que ultrapassou a história da própria família. A doação passou a sustentar pesquisas, tratamentos e serviços capazes de beneficiar outras crianças atendidas na região.

Para Freddie e Chelsea, o objetivo é permitir que mais pais encontrem no hospital o mesmo apoio recebido durante os oito dias em que acompanharam Maximus na UTI.

E você, acredita que iniciativas como a de Freddie Freeman podem incentivar outras personalidades a transformar experiências familiares difíceis em apoio permanente à saúde infantil?

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Caio Aviz

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Caio Aviz.

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