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Bolsa Família completa três anos sem correção e pode continuar com valor mínimo de R$ 600 em 2027, depois que proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso deixou reajuste de fora e reservou R$ 157,1 bilhões para atender aproximadamente 19,3 milhões de famílias

Bolsa Família completa três anos sem correção e pode continuar com valor mínimo de R$ 600 em 2027, depois que proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso deixou reajuste de fora e reservou R$ 157,1 bilhões para atender aproximadamente 19,3 milhões de famílias

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Bolsa Família completa três anos sem correção e pode continuar com valor mínimo de R$ 600 em 2027, depois que proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso deixou reajuste de fora e reservou R$ 157,1 bilhões para atender aproximadamente 19,3 milhões de famílias

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 01/09/2026 às 10:33

Atualizado em 01/09/2026 às 10:35

Economia

Canal

Bolsa Família pode continuar com piso de R$ 600 em 2027 após proposta orçamentária deixar reajuste de fora e prever R$ 157,1 bilhões para cerca de 19,3 milhões de famílias.

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O Bolsa Família deve seguir sem reajuste em 2027 após a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso não prever aumento. O programa mantém piso de R$ 600 desde 2023, enquanto o orçamento estimado para o próximo ano é de R$ 157,1 bilhões para cerca de 19,3 milhões de famílias.

O Bolsa Família pode chegar a 2027 mantendo o valor mínimo de R$ 600 por família, sem correção pelo quarto ano consecutivo. A proposta de orçamento para o próximo ano enviada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso não incluiu aumento no benefício e estimou R$ 157,1 bilhões em despesas com o programa.

As informações foram publicadas pelo NSC Total em 1º de setembro de 2026, em reportagem de Alexia Elias. Segundo a publicação, a equipe econômica discute a manutenção dos valores atuais depois de três anos sem reajuste desde a reformulação do programa, realizada em março de 2023.

Bolsa Família mantém piso de R$ 600 desde março de 2023

Bolsa Família pode continuar com piso de R$ 600 em 2027 após proposta orçamentária deixar reajuste de fora e prever R$ 157,1 bilhões para cerca de 19,3 milhões de famílias.

O valor mínimo de R$ 600 por família foi estabelecido quando o Bolsa Família foi relançado pelo governo federal em março de 2023.

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Desde então, segundo a fonte, o programa não recebeu reajuste nesse piso. A ausência de aumento na proposta orçamentária para 2027 indica que o valor pode permanecer no mesmo patamar no próximo ano.

Proposta para 2027 foi enviada ao Congresso sem aumento

O projeto de orçamento encaminhado ao Congresso na segunda-feira, dia 31, não prevê qualquer reajuste no Bolsa Família.

A ausência da correção no texto apresentado pelo governo é o principal indicativo de que o benefício mínimo poderá continuar em R$ 600 em 2027.

Orçamento previsto para o programa cai para R$ 157,1 bilhões

A proposta estima R$ 157,1 bilhões em despesas com o Bolsa Família durante 2027.

O montante é inferior aos R$ 158,6 bilhões propostos para 2026, uma diferença de R$ 1,5 bilhão entre os dois valores apresentados.

Recursos eram de R$ 167,2 bilhões em 2025

A comparação com 2025 mostra uma redução ainda maior no volume destinado ao programa.

Naquele ano, a referência apresentada pela fonte era de R$ 167,2 bilhões. Para 2027, portanto, a estimativa apresentada é R$ 10,1 bilhões menor.

Cerca de 19,3 milhões de famílias recebiam o benefício

O Bolsa Família atendia aproximadamente 19,3 milhões de famílias no último mês considerado pela reportagem.

O número representa cerca de 100 mil famílias a mais do que no ano anterior, quando aproximadamente 19,2 milhões participavam do programa.

Crianças de até 6 anos podem receber adicional de R$ 150

O piso de R$ 600 não é necessariamente o valor final recebido por todas as famílias.

O programa prevê adicional de R$ 150 para crianças de até 6 anos, de acordo com a composição familiar e as regras aplicáveis ao benefício.

Gestantes, nutrizes e jovens têm adicional de R$ 50

Outro complemento previsto é de R$ 50.

Esse valor é destinado a gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, conforme os critérios do programa.

Benefício Renda de Cidadania considera R$ 142 por integrante

O cálculo também utiliza o chamado Benefício Renda de Cidadania.

A parcela corresponde a R$ 142 por integrante do domicílio. Depois desse cálculo, podem ser acrescentados os benefícios destinados às crianças pequenas, gestantes, nutrizes e jovens.

Renda máxima para entrada é de R$ 218 por pessoa

Uma das condições apresentadas para participar do Bolsa Família é a renda familiar por pessoa.

O limite informado é de R$ 218 mensais por integrante da família.

O cumprimento desse critério, entretanto, não elimina outras etapas necessárias para a entrada no programa.

Cadastro Único é obrigatório para análise

A família interessada precisa estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico.

O registro permite que a situação familiar seja analisada de acordo com os critérios do Bolsa Família.

A inscrição no CadÚnico, porém, não garante entrada automática no programa, porque cada benefício social possui regras próprias.

Pagamentos de setembro começam em 17 de setembro

O calendário informado para setembro de 2026 começa com os beneficiários cujo Número de Identificação Social termina em 1.

O pagamento para esse grupo está marcado para 17 de setembro, e os depósitos seguem de maneira escalonada até o fim do mês.

NIS final 1 a 5 recebe entre os dias 17 e 23

Os cinco primeiros grupos estão distribuídos ao longo da primeira parte do calendário.

O cronograma informado é: NIS final 1 em 17 de setembro; final 2 em 18; final 3 em 21; final 4 em 22; e final 5 em 23 de setembro.

NIS final 6 a 0 recebe entre 24 e 30 de setembro

Os demais pagamentos seguem até o último dia previsto no calendário.

O NIS final 6 recebe em 24 de setembro; final 7 em 25; final 8 em 28; final 9 em 29; e final 0 em 30 de setembro.

Caixa Tem permite movimentar o benefício sem sair de casa

Os beneficiários podem acessar os valores pelo aplicativo Caixa Tem.

O cartão do programa também pode ser utilizado para compras na função débito e para saques em unidades lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências da Caixa.

Nos terminais de autoatendimento, a fonte informa que o saque também pode ser feito sem cartão quando o beneficiário possui identificação biométrica previamente cadastrada.

Valor mínimo pode permanecer em R$ 600 durante 2027

A proposta enviada ao Congresso mantém, até o momento, o Bolsa Família sem reajuste previsto para 2027 e reserva R$ 157,1 bilhões para o programa.

Se o orçamento avançar sem alteração nesse ponto, o piso de R$ 600, vigente desde março de 2023, continuará sendo a referência mínima para cerca de 19,3 milhões de famílias, além dos adicionais previstos de acordo com a composição de cada núcleo familiar.

Na sua opinião, o valor mínimo de R$ 600 deveria ser reajustado em 2027 após três anos sem correção ou deveria permanecer no patamar atual? Deixe sua opinião nos comentários.

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beneficioBOLSA FAMÍLIA


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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