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BRICS ampliam presença no Sul Global e, segundo análise de especialista do Quincy Institute, já superam o G7 em produção econômica, enquanto consolidam o Novo Banco de Desenvolvimento como instrumento próprio de financiamento e se preparam para nova cúpula em Nova Délhi

BRICS ampliam presença no Sul Global e, segundo análise de especialista do Quincy Institute, já superam o G7 em produção econômica, enquanto consolidam o Novo Banco de Desenvolvimento como instrumento próprio de financiamento e se preparam para nova cúpula em Nova Délhi

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BRICS ampliam presença no Sul Global e, segundo análise de especialista do Quincy Institute, já superam o G7 em produção econômica, enquanto consolidam o Novo Banco de Desenvolvimento como instrumento próprio de financiamento e se preparam para nova cúpula em Nova Délhi

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 04/09/2026 às 21:43

Atualizado em 04/09/2026 às 21:45

Economia

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BRICS ampliaram presença no Sul Global e, segundo Sarang Shidore, já superam o G7 em produção econômica, enquanto o Novo Banco de Desenvolvimento completa dez anos e o bloco prepara nova cúpula em Nova Délhi.

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Segundo Sarang Shidore, do Quincy Institute, o BRICS já supera o G7 em produção econômica, ampliou sua presença pelo Sul Global e consolidou o Novo Banco de Desenvolvimento como instrumento próprio de financiamento. O bloco agora se prepara para nova cúpula em Nova Délhi, nos dias 12 e 13 setembro.

O BRICS, formado originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e posteriormente ampliado com cinco novos membros, já teria superado o G7 em produção econômica e criado o primeiro grande agrupamento verdadeiramente transcontinental constituído fora do núcleo das economias ricas ocidentais, segundo avaliação de Sarang Shidore, diretor do Programa Sul Global do Quincy Institute for Responsible Statecraft.

Segundo reportagem do Brasil 247, publicada em 2 de setembro de 2026, a análise de Shidore foi repercutida pela agência Tass e originalmente apresentada em artigo publicado pela revista Foreign Policy. O especialista também destacou a expansão geográfica do grupo e o papel do Novo Banco de Desenvolvimento como um dos resultados mais concretos da articulação entre seus integrantes.

Shidore afirma que seria um erro classificar o BRICS como fracasso

BRICS ampliaram presença no Sul Global e, segundo Sarang Shidore, já superam o G7 em produção econômica, enquanto o Novo Banco de Desenvolvimento completa dez anos e o bloco prepara nova cúpula em Nova Délhi.

A análise reconhece a existência de turbulências recentes no agrupamento, mas rejeita a interpretação de que elas seriam suficientes para considerar o projeto malsucedido.

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“Apesar das recentes turbulências, seria um erro chamar o BRICS de fracasso”, escreveu Sarang Shidore no artigo.

Para o especialista, os resultados acumulados em menos de duas décadas mostram que o bloco construiu uma articulação internacional capaz de ultrapassar sua composição inicial.

Bloco criou agrupamento transcontinental fora do Ocidente rico

Shidore aponta a dimensão geográfica como uma das principais transformações do BRICS.

Segundo ele, o grupo conseguiu criar “o primeiro clube verdadeiramente transcontinental fora do Ocidente rico”, reunindo países e parceiros de diferentes partes do mundo.

O especialista afirma ainda que a configuração atual inclui todas as regiões do Sul Global.

BRICS teria superado G7 em produção econômica

BRICS ampliaram presença no Sul Global e, segundo Sarang Shidore, já superam o G7 em produção econômica, enquanto o Novo Banco de Desenvolvimento completa dez anos e o bloco prepara nova cúpula em Nova Délhi.

A comparação econômica aparece como outro ponto central da avaliação.

Segundo Shidore, o BRICS já superou o G7 em termos de produção econômica, resultado que ele utiliza para sustentar a ideia de que o agrupamento alcançou relevância estrutural dentro da economia mundial.

A afirmação é apresentada na fonte como avaliação do especialista, sem detalhamento adicional sobre a metodologia ou o indicador utilizado nessa comparação.

Formação original reunia cinco grandes economias emergentes

O núcleo original do BRICS era composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Nos últimos anos, o agrupamento ampliou sua composição com cinco novos membros e reforçou sua presença política e geográfica em diferentes regiões do Sul Global.

A fonte não identifica nominalmente esses cinco novos integrantes.

Expansão reforçou caráter global do agrupamento

A entrada de novos membros ampliou uma articulação que inicialmente estava concentrada nas cinco economias fundadoras.

Segundo a análise apresentada, essa expansão ajudou o BRICS a construir uma presença verdadeiramente transcontinental e a incorporar diferentes regiões do chamado Sul Global.

Esse movimento é citado por Shidore como um dos resultados relevantes alcançados pelo grupo.

Financiamento ao desenvolvimento aparece entre principais conquistas

O especialista identifica uma área específica como exemplo de resultado concreto.

Para Shidore, o financiamento ao desenvolvimento representa “uma de suas histórias de sucesso mais claras”.

Essa avaliação está diretamente relacionada à criação e ao funcionamento do Novo Banco de Desenvolvimento.

Novo Banco de Desenvolvimento criou mecanismo próprio do bloco

O Novo Banco de Desenvolvimento, o NDB, foi criado pelos países do BRICS para financiar projetos de desenvolvimento.

A instituição é apresentada na fonte como uma alternativa e um complemento às estruturas financeiras internacionais tradicionalmente dominadas pelas potências ocidentais.

Sua existência deu ao agrupamento um instrumento próprio dentro da área de financiamento.

NDB já completou dez anos de operação

O banco alcançou uma década de funcionamento.

Segundo Shidore, o NDB completou dez anos de operação mantendo elevadas classificações de crédito e demonstrando capacidade para financiar iniciativas em economias emergentes.

Os projetos mencionados pela fonte estão ligados principalmente a desenvolvimento e infraestrutura.

Banco mantém elevadas classificações de crédito, segundo especialista

A avaliação positiva do NDB não se limita ao tempo de funcionamento.

Shidore destacou que a instituição preservou elevadas classificações de crédito, elemento utilizado por ele para sustentar a avaliação de que o financiamento ao desenvolvimento está entre os resultados concretos do BRICS.

O banco aparece, portanto, como uma das estruturas institucionais construídas pelo grupo ao longo de sua trajetória.

Diferenças internas não impediriam resultados estruturais

A análise também aborda as divergências políticas e econômicas existentes entre os integrantes.

Shidore contraria a interpretação de que essas diferenças inviabilizariam o BRICS como instrumento capaz de influenciar a ordem internacional.

Para ele, a expansão transcontinental e a consolidação de mecanismos próprios de financiamento mostram que o grupo já produziu resultados estruturais relevantes.

Crescimento reflete maior peso dos países emergentes

A evolução econômica do BRICS em relação ao G7 é apresentada pela fonte dentro de uma transformação mais ampla da economia mundial.

Esse movimento envolve o aumento do peso de países emergentes e a tentativa das nações do Sul Global de ampliar sua influência em instituições internacionais.

A busca envolve especialmente os espaços ligados à governança econômica e ao financiamento.

Nova Délhi receberá próxima cúpula nos dias 12 e 13 de setembro

A próxima etapa política do bloco já tem local e datas definidos.

A nova cúpula do BRICS está marcada para 12 e 13 de setembro, em Nova Délhi, na Índia.

O encontro deverá ocorrer em um momento no qual a expansão do agrupamento, seu peso econômico e a atuação de mecanismos como o Novo Banco de Desenvolvimento ocupam lugar central na discussão sobre sua presença internacional.

BRICS chega à cúpula com expansão e financiamento no centro do debate

A avaliação de Sarang Shidore apresenta o BRICS como um agrupamento que, apesar das diferenças entre seus integrantes, ampliou sua presença pelo Sul Global, teria ultrapassado o G7 em produção econômica e construiu uma instituição própria de financiamento que já completou dez anos.

A cúpula de Nova Délhi, marcada para 12 e 13 de setembro, será a próxima reunião de alto nível do grupo em meio a esse processo de ampliação geográfica, econômica e institucional.

Na sua opinião, o que representa a mudança mais importante no peso internacional do BRICS: a expansão pelo Sul Global, a comparação econômica com o G7 ou a consolidação do Novo Banco de Desenvolvimento? Deixe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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