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BYD Dolphin Mini com menos de um mês de uso apresenta falhas em sequência, segundo proprietário que trabalha com aplicativo, para de carregar no Wallbox e acende alertas elétricos, ABS e LVPS, até concessionária atribuir o problema a possível ação de roedores e cobrar R$ 18,8 mil pelo conserto

BYD Dolphin Mini com menos de um mês de uso apresenta falhas em sequência, segundo proprietário que trabalha com aplicativo, para de carregar no Wallbox e acende alertas elétricos, ABS e LVPS, até concessionária atribuir o problema a possível ação de roedores e cobrar R$ 18,8 mil pelo conserto

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BYD Dolphin Mini com menos de um mês de uso apresenta falhas em sequência, segundo proprietário que trabalha com aplicativo, para de carregar no Wallbox e acende alertas elétricos, ABS e LVPS, até concessionária atribuir o problema a possível ação de roedores e cobrar R$ 18,8 mil pelo conserto

Escrito por Carla Teles

Publicado em 04/09/2026 às 17:55

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BYD Dolphin Mini de motorista de aplicativo falha no Wallbox; garantia é negada e reparo de R$ 18,8 mil vira disputa.

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O BYD Dolphin Mini de um motorista de aplicativo em Goiânia apresentou falhas com menos de 30 dias, deixou de carregar no Wallbox e exibiu alertas elétricos, ABS e LVPS; após diagnóstico, a rede autorizada atribuiu os danos a agente externo e apresentou orçamento de R$ 18,8 mil pelo reparo.

Um BYD Dolphin Mini com menos de um mês de uso passou a apresentar uma sequência de problemas relatados por um motorista de aplicativo de Goiânia, em Goiás. A reclamação foi publicada em 4 de maio de 2026 e descreve falha no ar-condicionado, recusa de carregamento pelo Wallbox e o surgimento de alertas no painel antes de o veículo ser levado à rede autorizada em Aparecida de Goiânia.

Quatro dias depois, em 8 de maio, a BYD respondeu publicamente que a análise realizada pela rede autorizada não identificou defeitos decorrentes de fabricação ou montagem. Segundo a empresa, os danos encontrados resultaram da ação de agentes externos e, por isso, o reparo ficou fora da cobertura da garantia.

BYD Dolphin Mini começou a apresentar problemas em menos de um mês

Imagem: Reprodução.

Segundo o proprietário, a primeira anormalidade ocorreu quando o ar-condicionado deixou de funcionar repentinamente em um domingo. O veículo havia sido adquirido havia menos de 30 dias e era utilizado como ferramenta de trabalho.

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O consumidor afirmou depender do BYD Dolphin Mini para exercer atividade como motorista de aplicativo. Por isso, além da preocupação com um carro praticamente novo, a indisponibilidade passou a ter impacto direto sobre sua rotina profissional.

Carro deixou de aceitar carga pelo Wallbox

Menos de uma semana depois da falha no ar-condicionado, o proprietário relatou um problema diferente. Ao conectar o automóvel ao Wallbox, o sistema não iniciou o carregamento normalmente.

Quando ligou o painel, apareceram três avisos mencionados na reclamação: falha no sistema elétrico, ABS e LVPS. A fonte não detalha tecnicamente a origem de cada alerta nem permite afirmar que todos tenham sido provocados pela mesma causa.

Veículo foi levado à rede autorizada em Aparecida de Goiânia

Diante da sequência de alertas, o motorista encaminhou o BYD Dolphin Mini para avaliação em uma concessionária localizada em Aparecida de Goiânia.

Segundo seu relato, havia uma previsão inicial de 48 horas para o diagnóstico, mas o prazo não teria sido cumprido. O consumidor também reclamou da dificuldade de obter informações enquanto permanecia sem o automóvel utilizado para trabalhar.

Diagnóstico apontou ação de agente externo

Imagem: Reprodução.

Depois da análise, o proprietário afirmou ter recebido a informação de que havia danos no chicote dianteiro do veículo relacionados a um agente externo. Na reclamação, ele menciona possíveis roedores como hipótese que teria sido apresentada durante o atendimento.

Na resposta pública posterior, porém, a BYD adotou formulação mais ampla. A montadora afirmou apenas que os danos identificados decorreram da ação de agentes externos, sem especificar na manifestação do Reclame Aqui qual agente teria provocado o problema.

BYD disse não ter encontrado defeito de fabricação ou montagem

A posição da empresa foi registrada em resposta ao consumidor em 8 de maio. De acordo com a BYD, a avaliação feita pela rede autorizada concluiu que o automóvel não apresentava defeitos originados na fabricação ou na montagem.

Essa conclusão foi determinante para a análise da garantia. Como a montadora classificou o dano como decorrente de causa externa, a empresa informou que peças e serviços necessários ao reparo seriam de responsabilidade do proprietário.

Orçamento chegou a R$ 18,8 mil

O motorista relatou ter recebido um orçamento de R$ 18.800 para executar o reparo necessário. O valor chamou sua atenção principalmente porque o BYD Dolphin Mini tinha menos de um mês de uso.

Na consideração final publicada na plataforma, ele voltou a contestar o preço e a negativa de garantia. O consumidor afirmou que parte relevante do orçamento estaria relacionada ao chicote e outra parcela à mão de obra, mas os valores discriminados não aparecem confirmados pela empresa na resposta reproduzida pela fonte.

Motorista afirmou perder cerca de R$ 400 por dia

Além do custo do reparo, o proprietário relacionou a paralisação do veículo à perda de renda. Segundo seu próprio cálculo, estava deixando de faturar cerca de R$ 400 por dia enquanto permanecia sem sua principal ferramenta de trabalho.

Ele também mencionou a oferta de um carro reserva movido a combustível, mas afirmou que essa alternativa prejudicaria sua margem por causa dos gastos com gasolina. Trata-se da avaliação econômica apresentada pelo próprio motorista na reclamação.

Garantia virou principal ponto do impasse

O consumidor solicitou que o reparo fosse realizado pela garantia do BYD Dolphin Mini, argumentando que o automóvel tinha pouquíssimo tempo de uso e que não deveria arcar com um prejuízo próximo de R$ 20 mil naquele momento.

A BYD, por outro lado, citou sua política de garantia e reiterou que a cobertura contempla reparos necessários para corrigir defeitos em materiais ou serviços fornecidos pela montadora. Na avaliação da empresa, esse caso não se enquadraria nessa condição por envolver dano externo.

Reclamação terminou marcada como não resolvida

Após a resposta da empresa, o consumidor registrou sua consideração final e manteve a avaliação negativa do atendimento. Na plataforma, o caso permaneceu identificado como “não resolvido”.

A montadora respondeu novamente reiterando a mesma conclusão: não teria sido constatado defeito de fabricação ou montagem, e os custos permaneceriam sob responsabilidade do proprietário devido à classificação do dano como decorrente de agente externo.

Caso expõe diferença entre falha apresentada e causa atribuída

O episódio envolve dois pontos que precisam ser separados. Há, de um lado, o relato de que o BYD Dolphin Mini apresentou problemas com menos de 30 dias de uso, incluindo falha de climatização, recusa de carregamento e alertas no painel.

De outro, existe a discussão sobre a origem desses problemas. A fonte não permite concluir de forma independente que roedores tenham provocado os danos, nem comprova defeito de fabricação. O que está documentado é o conflito entre a interpretação do consumidor e o diagnóstico adotado pela rede autorizada e pela montadora.

BYD Dolphin Mini deixa proprietário diante de orçamento de R$ 18,8 mil

O caso começou com um carro praticamente novo utilizado diariamente por um motorista de aplicativo e terminou, segundo a reclamação, com o BYD Dolphin Mini parado, um orçamento de R$ 18,8 mil e a negativa de cobertura pela garantia depois que a rede atribuiu os danos a uma causa externa.

A situação levanta uma discussão relevante sobre expectativa de garantia, diagnóstico técnico e custos inesperados em veículos novos. Na sua opinião, em um caso como esse, quem deveria apresentar provas mais detalhadas sobre a origem do dano: o consumidor, a concessionária ou a própria montadora? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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