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Carta escrita em 1916 chega ao endereço original em Londres com mais de 100 anos de atraso e é aberta pelo morador atual, de 27 anos

Carta escrita em 1916 chega ao endereço original em Londres com mais de 100 anos de atraso e é aberta pelo morador atual, de 27 anos

4 min de leitura

Carta escrita em 1916 chega ao endereço original em Londres com mais de 100 anos de atraso e é aberta pelo morador atual, de 27 anos

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 04/09/2026 às 23:51

Atualizado em 04/09/2026 às 23:52

Curiosidades

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Carta postada em 1916 chegou à Hamlet Road, em Londres, mais de 100 anos depois. Finlay Glen, de 27 anos, abriu o envelope com selo de George V e o levou à Norwood Reviews.

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Finlay Glen, de 27 anos, recebeu em Hamlet Road, no sul de Londres, uma carta postada em 1916, com selo do rei George V, e a confundiu com uma de 2016. Escrita por Christabel Mennel à “querida Katie”, esposa de Oswald Marsh, foi entregue à revista Norwood Reviews para análise

Uma carta escrita e postada em 1916 foi entregue ao endereço de destino, na Hamlet Road, no sul de Londres, mais de 100 anos depois de ser enviada. Quem a recebeu foi Finlay Glen, de 27 anos, morador atual do imóvel, que só percebeu a idade do envelope depois de achar que a data se referia a 2016.

As informações foram publicadas pelo site Edital Concursos Brasil em 25 de fevereiro de 2023, em texto da Velvet Agência, com declarações dadas por Glen à rede CNN na quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023.

Carta postada em 1916 chegou a Hamlet Road, no sul de Londres

Carta postada em 1916 chegou à Hamlet Road, em Londres, mais de 100 anos depois. Finlay Glen, de 27 anos, abriu o envelope com selo de George V e o levou à Norwood Reviews.

A correspondência foi escrita e colocada no correio em 1916 e tinha como destino final a Hamlet Road, no sul de Londres. Ela só chegou ao endereço depois de um século.

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O imóvel de destino segue no mesmo endereço, mas com outros moradores. Foi por isso que a carta acabou nas mãos de Finlay Glen, e não da destinatária original.

“Percebemos que o ano era 16. Então pensamos que era 2016”

Os moradores atuais ficaram perplexos com a correspondência na porta, mas a primeira leitura foi errada. “Percebemos que o ano era 16. Então pensamos que era 2016”, disse Finlay Glen à CNN.

A confusão com o ano só foi desfeita quando o envelope foi examinado com mais atenção. A partir daí, os moradores entenderam que tinham em mãos algo bem mais antigo do que uma carta atrasada de poucos anos.

Selo com o rei George V e data anterior ao nascimento de Elizabeth II

Carta postada em 1916 chegou à Hamlet Road, em Londres, mais de 100 anos depois. Finlay Glen, de 27 anos, abriu o envelope com selo de George V e o levou à Norwood Reviews.

No envelope da carta centenária há um selo com a cabeça do rei George V. A mensagem foi enviada ainda durante a Primeira Guerra Mundial.

A data é anterior até ao nascimento da rainha Elizabeth II, o que ajuda a dimensionar o atraso: a carta atravessou o reinado inteiro da monarca antes de chegar ao destino.

Morador abriu a carta

“Assim que percebemos que era muito antigo, achamos que não havia problema em abrir a carta”, contou o rapaz de 27 anos.

A reportagem não informa se houve qualquer consequência para Glen por ter aberto o envelope.

Envelope ficou anos na casa antes de ir para a sociedade histórica

Finlay Glen revelou que a carta havia chegado à sua casa já há alguns anos. Só recentemente ele decidiu levá-la para ser analisada pela sociedade histórica local.

O intervalo entre a chegada e a análise não é informado com precisão pela publicação. O que se sabe é que a carta ficou guardada com o morador antes de ganhar atenção de historiadores.

Norwood Reviews recebeu a carta, e o editor-historiador ficou encantado

Quando percebeu que o item poderia ter relevância histórica, Glen decidiu enviá-lo à Norwood Reviews, uma revista local.

O editor da revista, que também é historiador, ficou encantado com a carta em suas mãos, segundo a reportagem. A publicação está trabalhando em um material completo analisando a correspondência.

“À minha querida Katie”: destinatária era esposa do ricaço Oswald Marsh

De acordo com as inscrições na carta, o material estava endereçado à “minha querida Katie”. Ela era a esposa de um homem rico da cidade naquela época, chamado Oswald Marsh.

A identificação da destinatária veio da análise do texto e do endereço, e liga a carta a uma família com posses no sul de Londres de 1916.

Remetente foi Christabel Mennel, filha do comerciante de chá Henry Tuke Mennel

A mensagem foi escrita por Christabel Mennel, filha de um comerciante de chá chamado Henry Tuke Mennel.

Os dois lados da correspondência, portanto, têm nome e origem conhecidos: uma filha de comerciante escrevendo à esposa de um homem rico, em plena Primeira Guerra.

Conteúdo: muita felicidade e um resfriado forte

Na carta, Christabel Mennel diz que estava muito feliz, mas com um resfriado bastante forte. Esse é o único trecho do conteúdo divulgado pela reportagem.

A análise completa da correspondência ficou a cargo da Norwood Reviews, que ainda preparava o material quando a notícia foi publicada.

Em fevereiro de 2023, a origem da entrega seguia sem explicação

Quando a reportagem foi publicada, em 25 de fevereiro de 2023, não se sabia como uma carta tão antiga havia sido enviada à casa de Finlay Glen. Nem os moradores nem a revista tinham uma explicação para o percurso do envelope ao longo de mais de 100 anos.

A Norwood Reviews seguia trabalhando no material completo sobre a carta de Christabel Mennel à “querida Katie”. A publicação não informa se o correio britânico se manifestou sobre o caso.

Na sua opinião, Finlay Glen fez bem em abrir a carta de 1916 por considerá-la antiga demais para ter dono, ou deveria ter entregue o envelope fechado a historiadores ou ao correio? Deixe sua opinião nos comentários.

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carta de 1916 entregue em Londres após 100 anos


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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