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Cliente compra um iPhone 16 Pro Max de R$ 8,5 mil esperando receber o aparelho, mas abre a caixa e encontra um pedaço de pedra; o reembolso é negado num primeiro momento e o caso viraliza em 2025 até a Amazon devolver o valor integral após a repercussão

Cliente compra um iPhone 16 Pro Max de R$ 8,5 mil esperando receber o aparelho, mas abre a caixa e encontra um pedaço de pedra; o reembolso é negado num primeiro momento e o caso viraliza em 2025 até a Amazon devolver o valor integral após a repercussão

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Cliente compra um iPhone 16 Pro Max de R$ 8,5 mil esperando receber o aparelho, mas abre a caixa e encontra um pedaço de pedra; o reembolso é negado num primeiro momento e o caso viraliza em 2025 até a Amazon devolver o valor integral após a repercussão

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 18/09/2026 às 10:40

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aula Oliveira Rosa, de Divinópolis (MG), pagou R$ 8,5 mil por um iPhone 16 Pro Max e recebeu um pedaço de pedra; após o caso viralizar em 2025, a Amazon devolveu o valor integral.

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A empreendedora Paula Oliveira Rosa, de 44 anos, de Divinópolis, em Minas Gerais, pagou R$ 8,5 mil por um iPhone 16 Pro Max e recebeu um pedaço de pedra em 2025. Segundo ela, a Amazon negou o reembolso de início. Após o vídeo viralizar, a empresa devolveu o valor integral

A empreendedora digital Paula Oliveira Rosa, de 44 anos, moradora de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, comprou em setembro de 2025 um iPhone 16 Pro Max de 256 GB por R$ 8,5 mil na Amazon. Quando abriu a caixa, em vez do celular, encontrou um pedaço de pedra.

As informações foram publicadas pela rádio Itatiaia em 30 de setembro de 2025, em reportagem de Vinícius Brito. Na mesma data, a Amazon Brasil informou à emissora que tinha feito o reembolso integral à cliente.

Paula comprou o iPhone em 18 de setembro e recebeu no dia seguinte

Segundo Paula, a compra foi feita em 18 de setembro de 2025. O pacote chegou à casa dela no dia seguinte.

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O produto era um iPhone 16 Pro Max com 256 GB de armazenamento, pelo qual ela pagou R$ 8,5 mil.

Caixa do iPhone chegou sem plástico e amassada

aula Oliveira Rosa, de Divinópolis (MG), pagou R$ 8,5 mil por um iPhone 16 Pro Max e recebeu um pedaço de pedra; após o caso viralizar em 2025, a Amazon devolveu o valor integral.

Paula contou que estranhou a embalagem assim que a viu. “Quando eu vi a caixa do iPhone, eu estranhei que não tinha plástico. A caixa estava com um dano do lado, meio amassado e eu meio ‘sujinha’”, disse à Itatiaia.

Ao abrir, a surpresa. “A hora que abri, vi que tinha um pedaço de cerâmica lá dentro”, afirmou a cliente.

Amazon negou o reembolso no primeiro momento, segundo a cliente

De acordo com Paula, a Amazon recusou, no primeiro momento, tanto o reembolso quanto o envio de um novo celular.

Ela também relatou que a empresa disse que só voltaria a responder se ela procurasse um advogado.

Cliente disse se sentir “duplamente lesada”

Paula descreveu o impacto do caso na entrevista. “Estou me sentindo desrespeitada, frustrada e desamparada como consumidora”, disse.

“Estou me sentindo duplamente lesada, tanto materialmente, porque paguei R$ 8.500 pelo iPhone, quanto emocionalmente e psicologicamente, porque não tenho dormido e minha mente não para”, completou.

Vídeo pedindo ajuda viralizou nas redes sociais

aula Oliveira Rosa, de Divinópolis (MG), pagou R$ 8,5 mil por um iPhone 16 Pro Max e recebeu um pedaço de pedra; após o caso viralizar em 2025, a Amazon devolveu o valor integral.

Paula compartilhou a história nas redes sociais para pedir ajuda, e o vídeo viralizou.

A Itatiaia entrevistou a cliente na quarta-feira, 24 de setembro de 2025, dias depois de ela receber a caixa com a pedra.

Amazon devolveu os R$ 8,5 mil em 30 de setembro

Na terça-feira, 30 de setembro de 2025, a Amazon Brasil informou à Itatiaia que fez o reembolso integral de R$ 8,5 mil à cliente.

Segundo a empresa, o valor foi devolvido “como solicitado por esta cliente”.

Amazon diz que “erros lamentavelmente podem ocorrer”

Em nota, a Amazon Brasil afirmou que trabalha para oferecer uma experiência de compra segura e confiável. “Embora a satisfação dos nossos clientes seja nossa prioridade máxima, erros lamentavelmente podem ocorrer”, disse a empresa.

A companhia afirmou ainda que, “assim que tomamos conhecimento, analisamos minuciosamente este caso e tomamos as medidas necessárias para solucioná-lo”, com o reembolso integral à consumidora.

Na sua opinião, casos como o de Paula Oliveira Rosa mostram que o consumidor precisa expor o problema nas redes sociais para conseguir resolver uma compra online? Deixe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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