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Cruzeiro alemão com mais de 300 metros e milhares de pessoas a bordo é empurrado por ventos de quase 110 km/h no porto de Le Havre, rompe amarras e bate a parte traseira contra um quebra-mar, enquanto rebocadores correm para controlar a embarcação sem registro de feridos

Cruzeiro alemão com mais de 300 metros e milhares de pessoas a bordo é empurrado por ventos de quase 110 km/h no porto de Le Havre, rompe amarras e bate a parte traseira contra um quebra-mar, enquanto rebocadores correm para controlar a embarcação sem registro de feridos

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Cruzeiro alemão com mais de 300 metros e milhares de pessoas a bordo é empurrado por ventos de quase 110 km/h no porto de Le Havre, rompe amarras e bate a parte traseira contra um quebra-mar, enquanto rebocadores correm para controlar a embarcação sem registro de feridos

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 17/09/2026 às 09:36

Atualizado em 17/09/2026 às 09:48

Curiosidades

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O cruzeiro alemão AIDAperla, com mais de 300 metros e milhares de pessoas a bordo, bateu contra um quebra-mar em Le Havre sob ventos de quase 110 km/h, rompeu amarras e foi contido por rebocadores.

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O cruzeiro alemão AIDAperla, com mais de 300 metros e capacidade para mais de três mil pessoas, bateu a parte traseira contra um quebra-mar em Le Havre, na França, em setembro. Com ventos de quase 110 km/h, o navio rompeu as amarras, foi contido por rebocadores e ninguém se feriu

O AIDAperla, cruzeiro alemão com mais de 300 metros de comprimento, colidiu com força contra um quebra-mar durante uma tempestade no porto de Le Havre, na França. Após a batida, o navio foi empurrado para longe do cais e as amarras se romperam, com milhares de pessoas a bordo.

As informações foram publicadas pelo jornal Extra em setembro de 2026 com base no jornal alemão TAG24, no britânico Daily Mail e no site MarineTraffic. O momento do impacto foi registrado em vídeo compartilhado pelo perfil @AccidentMoment, no X.

AIDAperla chegou a Le Havre na manhã de 8 de setembro

O cruzeiro fazia um roteiro de sete dias entre Hamburgo, Rotterdam, Zeebrugge, Le Havre e Southampton, no Reino Unido.

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Veja também

A embarcação atracou no porto francês na manhã de terça-feira, 8 de setembro.

Navio de mais de 125 mil toneladas pode levar mais de três mil pessoas

O cruzeiro alemão AIDAperla, com mais de 300 metros e milhares de pessoas a bordo, bateu contra um quebra-mar em Le Havre sob ventos de quase 110 km/h, rompeu amarras e foi contido por rebocadores.

O AIDAperla tem mais de 300 metros de comprimento e pesa mais de 125 mil toneladas.

A capacidade do cruzeiro é de mais de três mil pessoas.

Parte traseira do cruzeiro bateu no porto durante a tempestade

O navio atingiu o porto com a parte traseira, durante a ventania que atingia Le Havre.

A tripulação tentou evitar o choque impulsionando a embarcação para frente, mas não conseguiu impedir a colisão.

Amarras se romperam e o navio foi afastado do cais

Depois da colisão, por volta das 16h no horário local, o AIDAperla foi empurrado para longe do cais e as amarras se romperam.

Autoridades francesas informaram que o vento chegou a quase 110 km/h na região do porto de Le Havre naquele dia.

Passarelas de embarque ficaram penduradas na lateral do navio

Enquanto o cruzeiro derivava pelo porto, duas passarelas usadas para o embarque de passageiros se perderam ou ficaram penduradas na lateral, segundo o Daily Mail.

As estruturas eram as mesmas usadas pelas pessoas para entrar e sair da embarcação no cais.

Rebocadores controlaram o AIDAperla e navio voltou ao cais às 18h30

Vários rebocadores correram para controlar a embarcação depois que ela se soltou.

Por volta das 18h30, o AIDAperla já estava atracado de novo no cais de Le Havre.

TAG24 afirma que ninguém ficou ferido

Milhares de pessoas estavam no navio no momento da colisão, mas ninguém se feriu, segundo o jornal alemão TAG24.

Alguns passageiros tinham desembarcado mais cedo para fazer passeios em Paris e em outros destinos da França.

Cruzeiro continuava parado em Le Havre após data prevista para retomar a rota

A previsão era de que o AIDAperla voltasse à rota na tarde de quinta-feira, 10 de setembro.

De acordo com o site MarineTraffic, porém, o navio seguia atracado no porto francês no momento da publicação da reportagem.

Na sua opinião, cruzeiros com milhares de passageiros deveriam deixar o porto antes da chegada de ventanias como a de Le Havre ou ficar atracados é a opção mais segura? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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