Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

De gesto a marca: campanha de Alan Rick acusa adversárias de transformar “coração com as mãos” em propaganda eleitoral antecipada

De gesto a marca: campanha de Alan Rick acusa adversárias de transformar “coração com as mãos” em propaganda eleitoral antecipada

A Coligação Trabalho da Esperança, encabeçada pelo candidato ao governo Alan Rick, protocolou uma representação no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) contra a chapa formada por Mailza Assis e Jéssica Sales. A ação aponta a suposta prática de propaganda eleitoral antecipada e pede a aplicação de multa individual de, no mínimo, R$ 25 mil para cada uma das acusadas. As informações foram veiculadas pelo portal ac24horas.

O ponto central da contestação é a utilização articulada do sinal do “coração com as mãos”. Segundo a acusação, o gesto deixou de ser um simples ato afetivo informal para se tornar uma marca visual da campanha antes do prazo oficial permitido pela legislação eleitoral, que teve início em 16 de agosto de 2026. A representação sustenta que o símbolo vinha sendo veiculado de forma contínua em eventos comunitários, públicos e institucionais desde junho.

Provas e cronologia dos fatos

Para embasar a denúncia, a equipe jurídica da coligação apresentou registros digitais e capturas de tela extraídos de perfis nas redes sociais, com ênfase na conta oficial de Mailza Assis no Instagram. As provas foram validadas com tecnologia blockchain e autenticação AASP para assegurar a inviolabilidade do material.

A peça jurídica descreve uma cronologia que vai desde abordagens em ambiente escolar no mês de junho até reuniões com trabalhadores e publicações conjuntas de Mailza e Jéssica realizando o gesto de forma associada à imagem da chapa.

Número de urna e expressões com apelo eleitoral

Além do gesto do coração, a representação aponta a exibição antecipada do número de urna (11) e o emprego do que a jurisprudência classifica como “palavras mágicas” — expressões que sugerem o pedido implícito de voto.

Entre os episódios citados no processo estão:

Tramitação na Justiça Eleitoral

A coligação autora sustenta que as condutas comprometeram a igualdade de oportunidades entre os concorrentes ao criar um nível indevido de memorização da chapa junto ao eleitorado.

O processo tramita publicamente, sem segredo de justiça, sob a relatoria do juiz Leandro Leri Gross, e aguarda o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral. A peça requer ainda medida liminar para proibir o impulsionamento ou a republicação dos conteúdos questionados na internet.

(Com informações do portal ac24horas)


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

Sair da versão mobile