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Dez profissões que dispensam diploma universitário aparecem em levantamento do Senac RJ com faixas que vão de R$ 2.000 a R$ 20.000 por mês, entre elas guia de turismo, programador e confeiteiro, num cenário em que quem tem curso técnico ganha em média 32% a mais que o ensino médio

Dez profissões que dispensam diploma universitário aparecem em levantamento do Senac RJ com faixas que vão de R$ 2.000 a R$ 20.000 por mês, entre elas guia de turismo, programador e confeiteiro, num cenário em que quem tem curso técnico ganha em média 32% a mais que o ensino médio

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Dez profissões que dispensam diploma universitário aparecem em levantamento do Senac RJ com faixas que vão de R$ 2.000 a R$ 20.000 por mês, entre elas guia de turismo, programador e confeiteiro, num cenário em que quem tem curso técnico ganha em média 32% a mais que o ensino médio

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 03/09/2026 às 09:00

Vagas de Emprego

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Levantamento do Senac RJ lista 10 profissões sem exigência de diploma, de R$ 2.000 a R$ 20.000. Técnicos ganham 32% a mais que quem tem só o ensino médio.

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O material do Senac RJ reúne faixas salariais do Glassdoor e do Portal Salário para carreiras abertas a quem fez curso técnico ou livre. Um estudo do Itaú Educação e Trabalho, de 2023, aponta taxa de desemprego de 7,2% entre técnicos, contra 10,2% de quem tem apenas o ensino médio

Dez profissões que não exigem diploma universitário e apresentam potencial de remuneração significativa foram reunidas em levantamento do Senac RJ, com faixas que partem de R$ 2.000 e chegam a R$ 20.000 por mês. Os valores citados seguem dados do Glassdoor e do Portal Salário, e as carreiras se apoiam em habilidades técnicas, experiência prática e treinamento profissionalizante.

O material foi publicado pelo Senac RJ em 17 de julho de 2025, na seção Mercado de Trabalho, e cita ainda um estudo do Itaú Educação e Trabalho de 2023 sobre a diferença de renda entre quem tem formação técnica e quem parou no ensino médio.

Formação técnica rende 32% a mais, aponta estudo de 2023

O estudo do Itaú Educação e Trabalho, de 2023, revelou que trabalhadores com formação técnica ganham, em média, 32% a mais que os com ensino médio.

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A vantagem também aparece na empregabilidade: a taxa de desemprego para quem tem diploma técnico é de 7,2%, contra 10,2% para quem tem apenas o ensino médio. São três pontos percentuais de diferença, indicador que sustenta o argumento central do levantamento, o de que a qualificação pesa mesmo sem passagem pela universidade.

Cursos técnicos costumam durar menos de três anos

Os cursos técnicos, segundo a publicação, geralmente não chegam a ter mais de três anos de duração, prazo bem inferior ao de uma graduação.

Entre as opções listadas pelo Senac RJ estão os cursos técnicos em enfermagem, segurança do trabalho, guia de turismo, estética, administração, massoterapia e design de interiores. Já os cursos livres citados incluem introdução à fotografia digital, técnicas de maquiagem, confeiteiro, costureiro e vendedor, voltados à especialização em áreas específicas.

Guia de turismo pode chegar a R$ 20.000 por mês

O técnico de guia de turismo conduz grupos de turistas e promove o conhecimento cultural, histórico e geográfico das localidades visitadas. A atuação exige formação técnica, o que garante a qualificação necessária para orientar visitantes profissionalmente.

A média salarial varia entre R$ 2.500 e R$ 4.000, podendo aumentar conforme experiência, demanda e especialização em certos destinos e perfis de turistas. Alguns guias mais experientes chegam a ganhar cerca de R$ 20.000 por mês, o teto entre as dez ocupações listadas ao lado da área de tecnologia.

Técnico em administração começa em R$ 1.000 e pode chegar a R$ 6.000

O técnico em administração auxilia na gestão de empresas, com foco na organização de processos e otimização de recursos. As funções incluem controle financeiro, organização de documentos, atendimento ao cliente e suporte às áreas de recursos humanos e marketing.

A média salarial varia entre R$ 1.000 e R$ 4.000, podendo chegar a R$ 6.000, conforme a experiência e o porte da empresa. A formação técnica é apresentada como preparação prática e objetiva para quem busca entrada rápida no mercado.

Designer gráfico digital tem média de R$ 3.000 e teto de R$ 15.000

O design gráfico digital aparece entre as profissões mais populares dos últimos tempos, em parte porque permite atuação como freelancer, com renda formada conforme a demanda.

A média salarial no Brasil está em torno de R$ 3.000, dependendo de experiência, qualificação e localização. Designers mais experientes e com portfólio mais completo podem ganhar até R$ 15.000 por mês, o que coloca o topo da carreira cinco vezes acima da média.

Maquiador tem média de R$ 3.000 e pode passar de R$ 10.000

O maquiador atua em eventos sociais, produções cinematográficas, televisão, desfiles de moda, sessões fotográficas, salões de beleza e atendimento personalizado, entre outros contextos.

A média salarial no Brasil é de R$ 3.000, mas, com o impacto das redes sociais, muitos profissionais se destacam e alcançam rendimentos superiores a R$ 10.000. A publicação aponta ainda que a maquiagem pode ser combinada com outras especializações da área da beleza, como cabeleireiro, design de sobrancelhas e alongamento de cílios, o que amplia as possibilidades de ganho.

Confeiteiro parte de R$ 2.000 e há quem chegue a R$ 15.000

O confeiteiro cria e produz doces, bolos, sobremesas e outras preparações açucaradas, e pode trabalhar em padarias, confeitarias, restaurantes, hotéis, buffets e cafeterias, atuar nas redes sociais ou abrir o próprio negócio.

No início da carreira, a média salarial é de R$ 2.000, mas há confeiteiros que chegam a ganhar R$ 15.000, dependendo da empresa. Os ganhos variam conforme experiência, reputação e demanda pelos produtos na região.

Depilador tem média de R$ 2.400 e faturamento que pode alcançar R$ 8.000

A profissão de depilador combina baixo investimento inicial com alta demanda, e o serviço é procurado o ano todo, tanto por mulheres quanto por homens. Eventos, a chegada do verão e a crescente preocupação com a estética impulsionam a clientela.

A média salarial gira em torno de R$ 2.400, mas o faturamento mensal pode chegar a R$ 8.000, dependendo do volume de clientes. Uma das vantagens apontadas é a autonomia: o profissional organiza a própria agenda e pode atender em salões, clínicas de estética, spas, estabelecimentos especializados ou espaço próprio. Especializações como micropigmentação, design de sobrancelhas e estética ampliam as oportunidades.

Programador iniciante ganha de R$ 3 mil a R$ 6 mil, e o experiente, cerca de R$ 20 mil

O desenvolvedor, ou programador, é responsável pela criação, implementação e manutenção de softwares para computadores e celulares.

Para iniciantes, o salário médio é de R$ 3 mil a R$ 6 mil, enquanto profissionais mais experientes podem ganhar cerca de R$ 20 mil por mês. Como o mercado de Tecnologia da Informação é grande, é possível atuar em frentes distintas, como desenvolvimento web e desenvolvimento de aplicativos.

Fotógrafo tem média nacional de R$ 2.148,03 em 43 horas semanais

De acordo com dados recentes do Portal Salário, a média salarial de um fotógrafo no Brasil é de R$ 2.148,03 para uma jornada de 43 horas semanais, conforme levantamento com 2.992 profissionais.

No Rio de Janeiro, o piso salarial para uma jornada de 40 horas é de R$ 2.649,49, com média de R$ 2.752,18, podendo alcançar até R$ 3.883,96. A publicação lembra que, como autônomo, o fotógrafo também tem a oportunidade de ganhar mais, dependendo dos serviços prestados, e pode atuar em eventos, retratos e moda, além de estúdios e agências de publicidade.

Costureiro tem faixa que vai de R$ 2.000 a R$ 13.000

O costureiro confecciona, ajusta e repara roupas e acessórios, podendo atuar em nichos como moda feminina, masculina, infantil e lingerie.

O salário pode variar de R$ 2.000 a R$ 13.000, dependendo da experiência e da especialização. Segundo a publicação, profissionais experientes, com boa carteira de clientes ou que abrem os próprios ateliês podem alcançar rendimentos ainda maiores, num contexto de crescente demanda por roupas personalizadas e sob medida.

Vendedor ganha de R$ 2.000 a R$ 3.000 antes das comissões

O vendedor é apontado como um dos profissionais mais requisitados do mercado, atuando em setores como comércio, indústria e tecnologia, com a função de negociar produtos e serviços e manter o relacionamento com os clientes.

A média salarial fica entre R$ 2.000 e R$ 3.000, valor que pode aumentar conforme as comissões por vendas. Comissões e bônus podem turbinar os ganhos e, em alguns setores, quem tem mais experiência consegue ganhar muito acima da média, segundo o levantamento.

Lista reúne carreiras de R$ 2.000 a R$ 20.000 sem exigência de diploma

As dez ocupações reunidas pelo Senac RJ em 17 de julho de 2025 formam uma faixa que começa em R$ 2.000, no início da carreira de confeiteiro, e chega a cerca de R$ 20.000 mensais nos casos de guias de turismo experientes e de desenvolvedores mais qualificados.

Todas se apoiam em habilidades e técnicas específicas, experiência prática e treinamento profissionalizante, e não em diploma universitário. O contraponto vem do próprio estudo citado: a diferença de 32% na renda e a taxa de desemprego menor valem para quem tem formação técnica, e não para quem entra no mercado sem qualificação nenhuma.

Na sua opinião, um curso técnico de até três anos compensa mais do que uma graduação hoje, ou a faculdade ainda faz diferença no longo prazo mesmo nessas carreiras? Deixe sua opinião nos comentários.

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profissões que não precisam de faculdade


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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