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Ele pagou apenas 99 pence em camiseta antiga da Nike, vendeu por £20, abandonou carreira de corretor e hoje fatura até £6 mil por mês na internet

Ele pagou apenas 99 pence em camiseta antiga da Nike, vendeu por £20, abandonou carreira de corretor e hoje fatura até £6 mil por mês na internet

4 min de leitura

Ele pagou apenas 99 pence em camiseta antiga da Nike, vendeu por £20, abandonou carreira de corretor e hoje fatura até £6 mil por mês na internet

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 10/09/2026 às 18:45

Atualizado em 10/09/2026 às 18:46

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Rick Woodrow começou a revenda de roupas usadas dentro do próprio quarto, transformou uma descoberta barata em negócio e passou a realizar até cinco transmissões por semana para apresentar peças antigas ao público.

Uma camiseta Nike comprada por 99 pence e revendida por £20 mostrou a Rick Woodrow que roupas usadas poderiam render muito mais do que ele imaginava. A pequena negociação abriu caminho para um negócio capaz de faturar até £6 mil por mês com lives.

A história foi publicada em 10 de novembro de 2024 pelo The Scottish Sun, jornal britânico de notícias e entretenimento. Rick, então com 30 anos, vivia em Colchester, no Reino Unido, e já acumulava 12 anos de experiência procurando roupas antigas e peças difíceis de encontrar.

Camiseta de 99 pence revelou uma oportunidade de negócio

Rick começou a visitar lojas beneficentes aos 18 anos. Esses estabelecimentos recebem produtos doados e vendem os itens para arrecadar dinheiro destinado a ações sociais. Foi nesse ambiente que ele passou a procurar roupas antigas, artigos esportivos e peças de marcas conhecidas.

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Um terreno…

Paulo Nogueira

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Rick Woodrow começou a revenda de roupas usadas dentro do próprio quarto.

A descoberta mais importante daquela fase foi uma camiseta Nike de 99 pence. Após encontrar um comprador disposto a pagar £20, Rick percebeu que havia pessoas interessadas em roupas usadas que não eram facilmente encontradas nas lojas comuns.

O ganho obtido com uma única camiseta não significava que qualquer peça barata teria o mesmo resultado. O negócio dependia de encontrar produtos desejados, reconhecer marcas, avaliar a conservação e conhecer o valor praticado no mercado.

Negócio cresceu dentro do quarto enquanto ele trabalhava como corretor

No início, a revenda de roupas usadas ocupava apenas algumas horas da noite. Rick organizava tudo no próprio quarto enquanto mantinha sua rotina diária como corretor imobiliário.

Após seis meses, ele já ganhava mais trabalhando três ou quatro horas à noite com as roupas do que recebia no emprego formal. A diferença de rendimento pesou na decisão de abandonar o trabalho e concentrar seus esforços na atividade comercial.

Rick criou um site próprio, divulgou os produtos em grupos do Facebook e participou de eventos temporários realizados em diferentes partes do Reino Unido. Ao mesmo tempo, começou a ampliar sua presença nas redes sociais, onde reuniu 157 mil seguidores no Instagram.

Peças são procuradas no Reino Unido, Itália e Ásia

A rotina de Rick não se limita a mostrar roupas diante de uma câmera. Ele viaja para renovar o estoque e busca produtos no Reino Unido, na Itália e na Ásia. Algumas peças também são compradas diretamente de seus seguidores.

A seleção inclui roupas de grife, peças esportivas e artigos ligados às décadas de 1990 e 2000. O interesse está tanto nas marcas quanto na possibilidade de vestir algo que não aparece com facilidade nas coleções atuais.

Esse trabalho exige pesquisa antes da compra. Além de observar o estado das roupas, Rick precisa conhecer os preços e diferenciar produtos verdadeiros de falsificações. Uma escolha ruim pode reduzir o lucro ou deixar uma peça parada no estoque.

Lives de roupas antigas viraram um dos principais canais de venda

Rick passou a vender principalmente pelo próprio site e pela Whatnot, plataforma que permite apresentar e comercializar produtos durante transmissões ao vivo. Ele realiza entre três e cinco lives por semana.

Durante cada apresentação, mostra uma peça, conversa rapidamente com o público e segue para o produto seguinte. O ritmo acelerado ajuda a manter o interesse de quem entrou na transmissão procurando diferentes tipos de roupa.

Peças são procuradas no Reino Unido, Itália e Ásia.

O The Scottish Sun, jornal britânico de notícias e entretenimento, registrou que Rick atribui parte dos resultados à preparação feita antes de ligar a câmera. Ele escolhe itens desejados pelo público, produz vídeos para divulgar as vendas e oferece condições capazes de incentivar a participação.

As transmissões também criaram uma comunidade em torno do negócio. Em uma delas, Rick encontrou até mesmo um primo com quem havia perdido contato, situação inesperada que nasceu da conversa com os espectadores.

Faturamento de £6 mil não representa somente 12 horas de trabalho

Rick declara faturar até £6 mil por mês com aproximadamente 12 horas mensais de transmissão. A informação não significa que toda a operação seja realizada nesse período.

Antes de cada live, existem etapas que consomem tempo: procurar roupas, viajar, negociar compras, verificar autenticidade, separar o estoque, limpar as peças, produzir conteúdo e preparar os pedidos. Depois das vendas, ainda é preciso embalar e enviar cada produto.

Uma compra barata deu origem a uma nova carreira

A camiseta comprada por 99 pence foi o primeiro sinal de que a revenda de roupas antigas poderia deixar de ser uma atividade paralela. Em apenas seis meses, o negócio passou a render mais que o trabalho formal e levou Rick a mudar de profissão.

As lives se tornaram uma vitrine importante, mas representam apenas a parte mais visível da operação. Por trás das até £6 mil mensais, existe uma rotina de pesquisa, compra, preparação, divulgação e atendimento aos clientes.

Você teria coragem de deixar um emprego depois de seis meses para investir em uma oportunidade como essa? Compartilhe esta história e conte nos comentários o que faria no lugar de Rick.

Fonte

The Scottish Sun


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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