5 min de leitura
Ex-enfermeira e o marido ganham £3,9 milhões, cerca de R$ 27 milhões, na loteria, voltam ao hospital onde ela passou os últimos anos de uma carreira de 27 anos e ajudam a transformar ala de demência com obras de arte e piano
Escrito por Carla Teles
Publicado em 13/09/2026 às 07:18
Atualizado em 13/09/2026 às 07:19
Curiosidades
Canal
Seja o primeiro a reagir!
Prefira o CPG no Google
Lucy Waring, ex-enfermeira, passou os últimos anos da carreira na unidade Cheetham Hill, do Hospital Torbay, no sudoeste da Inglaterra. Depois do prêmio recebido em maio de 2025, ela e Jon participaram de um dia de voluntariado ao lado de outros ganhadores.
Lucy e Jon Waring, de Paignton, em Devon, ganharam £3,9 milhões, cerca de R$ 27 milhões na cotação atual, na Loteria Nacional britânica em maio de 2025. Depois do prêmio, a ex-enfermeira voltou ao Hospital Torbay, onde passou os últimos anos de sua carreira de 27 anos, para participar da transformação da ala de demência Cheetham Hill.
Ao lado de outros ganhadores da loteria, o casal ajudou a instalar novas obras de arte e doou um piano que será usado por voluntários para levar música aos pacientes. As informações foram publicadas pela revista People em 11 de setembro de 2026, com base em relatos da BBC, da Loteria Nacional britânica e do hospital.
Prêmio de £3,9 milhões permitiu ao casal desacelerar a própria rotina
O prêmio recebido por Lucy e Jon Waring foi de £3,9 milhões na Loteria Nacional, valor equivalente a aproximadamente R$ 27 milhões pela cotação atual. A vitória aconteceu em maio de 2025 e permitiu que o casal, segundo declaração de Jon divulgada pela própria loteria, pudesse desacelerar, aproveitar a vida e realizar experiências que antes pareciam distantes.
ARTIGO CONTINUA ABAIXO
Veja também
Recomendado para você
Biocombustíveis Renováveis
Depois de cair 17,3% até junho, biodiesel vira para cima, sobe 9,5% e chega a R$ 5.362 por m³ enquanto B15 já ocupa 15% do diesel brasileiro
Preço médio avançou mais 0,9% na 35ª semana de 2026 e chegou a R$ 5.362,81 por m³; depois de despencar no primeiro semestre, mercado acumula recuperação de 9,5% desde junho
O…
Paulo Nogueira
0
Meses depois, uma dessas escolhas levou os dois de volta ao Hospital Torbay, perto de Torquay, no sudoeste da Inglaterra. Em vez de apenas visitar o antigo ambiente de trabalho de Lucy, eles participaram de uma ação de voluntariado voltada a uma ala hospitalar ligada à história profissional dela.
A contribuição não foi apresentada como uma reforma financiada exclusivamente pelo casal. Lucy e Jon estiveram entre oito ganhadores da loteria do sudoeste da Inglaterra que se reuniram para transformar o espaço, com a instalação de elementos destinados a tornar a unidade mais acolhedora.
Lucy passou 27 anos trabalhando como enfermeira
Antes de ganhar o prêmio de loteria, Lucy Waring construiu uma carreira de 27 anos na enfermagem. Os últimos anos desse período foram vividos na Cheetham Hill, unidade de demência do Hospital Torbay que ela ajudou a renovar após deixar a profissão.
A ligação com o local tornou o retorno especialmente significativo. Em declaração reproduzida pela People, Lucy afirmou que a unidade de demência sempre terá um lugar especial em seu coração e destacou tanto os pacientes quanto os profissionais que cuidam deles.
O gesto, portanto, não partiu apenas do valor do prêmio. O hospital já fazia parte da trajetória de Lucy, e a ala escolhida para receber as obras de arte e o piano era justamente aquela em que ela havia trabalhado no fim de sua carreira como enfermeira.
Oito ganhadores da loteria participaram da transformação
Lucy e Jon não estiveram sozinhos no dia de voluntariado. Oito ganhadores da Loteria Nacional britânica participaram da iniciativa no Hospital Torbay, combinando contribuições e trabalho no local para melhorar o ambiente da ala de demência.
A ação reuniu pessoas que haviam recebido prêmios em diferentes momentos, mas que decidiram participar de uma atividade coletiva em Devon. O casal de Paignton levou para a iniciativa uma conexão direta com a unidade, enquanto os demais vencedores ajudaram a compor a mobilização.
A participação conjunta evita atribuir a transformação inteira a uma única doação. O ponto central é que Lucy e Jon integraram uma rede de ganhadores que escolheu apoiar um hospital e que, no caso da ex-enfermeira, atuou em um espaço ligado à sua própria experiência profissional.
Obras de arte e piano buscaram tornar a ala mais familiar
A Cheetham Hill recebeu novas obras de arte pensadas para criar uma atmosfera mais familiar e confortável para pacientes com demência. O objetivo da intervenção foi tornar o espaço hospitalar mais acolhedor também para os funcionários que trabalham na unidade.
O casal ainda doou um piano. O instrumento deverá ser usado por voluntários para levar música aos pacientes, acrescentando uma nova possibilidade de interação dentro da ala. A iniciativa combina mudanças visuais no ambiente com uma atividade que pode fazer parte da rotina do local.
Jon Waring afirmou que a possibilidade de deixar algo permanente no hospital tinha um significado especial para os dois. Segundo ele, a obra de arte poderia trazer conforto e familiaridade a pessoas que vivem com demência, além de gerar momentos positivos para quem frequenta a unidade.
Stephen Heath, diretor de enfermagem do Torbay and South Devon NHS Foundation Trust, declarou que o hospital ficou satisfeito por ter sido escolhido pelos ganhadores. Para ele, as obras contribuiriam para formar um espaço acolhedor e agradável para pacientes e profissionais.
Casal quis deixar uma contribuição permanente no hospital
O retorno ao Hospital Torbay não teve como foco divulgar o prêmio de loteria. A decisão de Lucy e Jon foi associada a um legado físico dentro da unidade onde ela havia trabalhado, com elementos que permanecem disponíveis para pacientes, visitantes, voluntários e equipe.
A história liga dois momentos diferentes da vida do casal. Primeiro, o sorteio de £3,9 milhões em maio de 2025. Depois, a volta de Lucy a uma ala de demência que marcou os últimos anos de sua carreira de 27 anos na enfermagem.
Ao escolher obras de arte e um piano para o hospital, o casal deixou uma contribuição voltada ao cotidiano da unidade, sem que as fontes indiquem quanto foi investido especificamente na ação. A transformação da Cheetham Hill foi feita com a participação de oito ganhadores e buscou tornar o ambiente mais acolhedor para quem convive diariamente com a demência.
Você acredita que música, arte e um ambiente mais familiar podem fazer diferença na experiência de pacientes e equipes dentro de hospitais? Conte sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

